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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Quercus exige cobrança do IMI das barragens

 A Quercus exige o pagamento integral e imediato do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em falta relativo às barragens vendidas e denuncia um alegado tratamento discriminatório entre empresas públicas e privadas na cobrança de impostos.


A associação ambientalista considera inadmissível que o Estado permita, segundo a Quercus, a não cobrança de impostos devidos em operações de grande dimensão no setor do ambiente, enquanto exige o cumprimento das obrigações fiscais aos cidadãos e às empresas públicas detentoras de barragens.

A Quercus acusa ainda a Autoridade Tributária de ter recorrido à cobrança coerciva de IMI junto de empresas públicas detentoras de barragens, mantendo, segundo a associação, uma postura de tolerância e inação face às empresas privadas concessionárias.

A associação considera que esta situação põe em causa o princípio da igualdade tributária e defende uma investigação urgente pelo Ministério Público para apurar eventuais responsabilidades e possíveis prejuízos para o erário público.

A Quercus exige também o pagamento dos restantes impostos que, segundo a associação, foram identificados pelo Ministério Público, nomeadamente o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), o Imposto do Selo e o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC).

A associação reclama ainda transparência por parte da Autoridade Tributária e do Ministério das Finanças sobre o processo de cobrança e eventuais recursos apresentados pelas empresas envolvidas, defendendo a aplicação dos mesmos critérios a todos os contribuintes.

A Quercus pede igualmente o reforço da fiscalização sobre operações societárias no setor do ambiente que possam configurar planeamento fiscal agressivo.

A presidente da Quercus, Alexandra Azevedo, considera inaceitável que o Estado prescinda de receitas fiscais, enquanto os municípios do interior onde estão localizadas as barragens continuam com falta de recursos.

A associação defende, por fim, que os municípios beneficiários destas receitas devem investir na conservação da natureza, das albufeiras e da floresta.

Jodie Pinto

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