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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Posto Avançado de Medicina Intensiva do Hospital de Mirandela já acompanhou mais de 70 doentes críticos

 A Unidade Local de Saúde do Nordeste ULS) anunciou, esta quarta-feira, que o Posto Avançado de Medicina Intensiva (PAMI) da Unidade Hospitalar de Mirandela, acompanhou, nos primeiros 30 dias de funcionamento, mais de 70 doentes críticos.


O PAMI assegura a presença física permanente de um médico intensivista, 24 horas por dia, sete dias por semana,

“permitindo aproximar a Medicina Intensiva do local onde o doente crítico se encontra e reduzir o tempo até à intervenção especializada”, explica a ULS em comunicado.

A atividade assistencial desenvolvida neste primeiro mês de trabalho do PAMI “foi diversificada e de elevada complexidade”, salientou a fonte da ULS, tendo acorrido a casos doença infeciosa grave e choque, insuficiência respiratória, emergências cardiovasculares e neurológicas, hemorragia, trauma, intoxicação e paragem cardiorrespiratória. “A avaliação diferenciada, a integração rápida da informação clínica e laboratorial e a utilização de ecografia à

cabeceira do doente contribuíram igualmente para a identificação de situações dependentes de uma intervenção atempada”, acrescentou a mesma fonte.

Glória Lopes

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