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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Regresso dos emigrantes aumenta movimento na feira de Macedo

 O regresso dos emigrantes a Macedo de Cavaleiros, durante o verão, contribui para aumentar o movimento na feira, mas não se está a traduzir num aumento significativo das vendas.


Os feirantes ouvidos pela Rádio Onda Livre apontam para uma procura moderada e dizem que, apesar da presença de emigrantes, o volume de compras continua abaixo do esperado:

“Pouco, coitado. A vida lá também dizem que está mal. Dizem que lá está mal como aqui. Este fim de semana tem registado uma maior afluência, porque normalmente é o fim de semana em que se costuma vender mais nas feiras. É igual.”

A roupa e os artigos para o lar estão entre os produtos disponíveis na feira. Sandra Machado, feirante de Mirandela, confirma que a procura tem sido apenas moderada:

“Hoje, mais ou menos, pois há emigrantes. Nem por isso, mas pronto, vende-se mais um bocadinho do que nas outras feiras. Este fim de semana costuma ser o mais alto.”

Também no artesanato, as vendas são descritas como irregulares. Adriana dos Santos, de Macedo de Cavaleiros, comercializa peças em barro e louça:

“Mais ou menos, mas não é sempre. Mais barro, louça, panelas, mais coisas de barro, por exemplo, desenhos de barro. Não vieram muitos este ano, mas está a correr bem. Alguns vêm, alguns não vêm. Em comparação com o ano passado, houve uma diminuição, mas muito baixa.”

Entre os visitantes, o regresso a casa e o período de férias são motivos para passar pela feira, mesmo quando as compras não são o principal objetivo:

“Vim dar uma volta, como estou aqui de férias. Cheguei agora, vim de Lisboa. Acho que sim, está boa. A segunda-feira é sempre boa.”

O movimento mantém-se, assim, associado ao período de férias e ao regresso de quem vive fora, mas os feirantes não sentem esse fluxo refletido nas vendas.

Para quem visita, a avaliação da feira mantém-se positiva:

“Está a correr bem. Ainda não comprámos nada, chegámos agora. Vamos ver, para comprar.”

É uma afluência que traz mais pessoas à feira, mas que, até ao momento, não representa um aumento expressivo do consumo.

Jodie Pinto

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