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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Hernâni Dias diz que modelo de nova ligação aérea não é o que era esperado

O presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, afirmou hoje que a nova carreira aérea em concurso público não é a que desejaria por ter muitas paragens e tornar a ligação a Lisboa mais demorada e cara.
O autarca social-democrata mostrou-se satisfeito por, mais de dois anos depois da suspensão dos voos, o Governo ter finalmente avançado com a abertura do concurso público para apresentação de propostas, até 27 de maio, de empresas interessadas em operar, por um período de três anos, a ligação aérea Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais-Portimão.

O percurso não é aquele que Bragança desejaria, na opinião do autarca, que gostava que "não tivesse tantas paragens, que pudesse ser a ligação que estava inicialmente pensada e que em vez de (o avião) ir parar em Tires, fosse para onde estava a ir inicialmente", o aeroporto da Portela.

"Voltando ao provérbio que diz que vale mais tarde do que nunca, é evidente que ficamos satisfeitos com o facto de haver a ligação aérea e sabemos que ela é importante e representa algo de extremamente importante para o desenvolvimento da nossa terra e da nossa região, mas gostaríamos que essa ligação fosse feita noutros termos", sublinhou.

O autarca ainda não tem dados sobre quanto tempo irá demorar a viagem, mas seguramente demorará mais do que a hora e meia que o avião fazia anteriormente entre Bragança e Lisboa, com escala em Vila Real.

Para o autarca de Bragança, "só o facto de o avião aterrar em Tires e não na Portela, é menos benéfico para quem pretenda fazer a viagem a Lisboa".

Hernâni Dias desconhece se a empresa que vier a operar assegurará a ligação de Tires, em Cascais, até Lisboa.

Entende que se se assim não for, "não é positivo" porque "será um custo acrescido" para os passageiros.

Uma incógnita, de acordo ainda com o autarca, continua a ser o preço do bilhete.

A expectativa criada "em reuniões numa fase inicial" do processo é de que se mantenha um preço equivalente aos cerca de 120 euros a viagem de ida e volta entre Bragança e Lisboa.

"De outra forma também seria mais complicado conseguir ter clientes para fazer essa viagem", acrescentou.

A única certeza é que o avião que irá operar nesta carreira aérea terá as mesmas características e lotação de 19 lugares do transporte anterior.

A expectativa do autarca de Bragança é a de que "possa haver avião no início do segundo semestre" e que no "final de junho, julho estará a ligação reposta".

Hernâni Dias adiantou ainda ter a informação de "que há de facto várias empresas interessadas neste concurso".

A região de Trás-os-Montes teve voos regulares durante 15 anos com a carreira aérea Bragança/Vila Real/Lisboa, subsidiada pela União Europeia em 2,5 milhões de euros anuais diretamente às operadoras.

Em novembro de 2012, o Governo decidiu suspender os voos alegando que Bruxelas não autorizava mais este tipo de ajuda.

Depois de várias propostas, o executivo anunciou, em dezembro de 2014, que a carreira aérea iria ser retomada com o mesmo modelo de financiamento, mas com um trajeto alargado de Bragança a Vila Real, Viseu, Cascais e Portimão.

O Governo disponibilizou 7,8 milhões de euros para subsidiar durante três anos a ligação.

Agência Lusa

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