Os Municípios de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela vão criar uma Ecopista no antigo corredor da linha ferroviária entre Bragança e a Foz do Tua, com a recuperação do património edificado, como as estações que se encontram, atualmente, ao abandono e em adiantado estado de degradação.
Com este projeto, o Município de Bragança, que já começou a intervencionar a plataforma da futura Ecopista, realizando trabalhos de limpeza, desmatação, regularização de valetas e taludes, drenagens e nivelamento com aplicação de material, pretende valorizar os 37,10 quilómetros de linha ferroviária desativada entre Bragança e Sendas, bem como a requalificação de duas estações, de duas pontes ferroviárias (Rebordãos e Remisquedo) e a iluminação de dois túneis (Sortes e Santa Comba de Rossas).
Desde o início deste ano que estão a ser promovidas, pelo Município de Bragança, diversas ações no sentido de viabilizar a futura Ecopista, contratualizando com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) o estudo e a análise do estado de conservação e manutenção das pontes, projetando a reabilitação de duas estações, a iluminação dos túneis e a sinalética.
Com esta intervenção, o Município de Bragança pretende criar condições de circulação, visitação e acessibilidade na ecopista, promovendo pequenos tratamentos paisagísticos dos interfaces dos percursos, com as localidades e os pontos de interesse turístico atravessados, e a criação de percursos acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida.
No futuro serão desenvolvidos e editados guias de percursos, cartografia e roteiro, ferramentas digitais de apoio à visitação com suporte numa base de dados georreferenciada, assim como o website da rede de percursos e programas de envolvimento das comunidades nas vertentes educativa, saúde e social, numa ótica de promoção da educação ambiental, da qualidade de vida e do envelhecimento ativo e da arte da paisagem.
O projeto pretende ainda criar condições para a mobilidade suave elétrica, promovendo o alargamento, para a ecopista, do atual sistema denominado “Xispas”, em contexto não urbano.
Esta antiga linha é um recurso endógeno que está claramente desaproveitado e apresenta uma importância significativa para a identidade transmontana,
Nota de Imprensa - CM Bragança
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(Henrique Martins)
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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
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