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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Em 25 anos, mega-ciclovia pode absorver 15 milhões

Numa concessão de 25 anos, a ciclovia prevista para unir os concelhos de Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança pode representar para as três autarquias um custo de 15 milhões de euros.
Contas lançadas pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT). O coordenador, Filipe Esperança, explica estes valores, baseados no preço/quilómetro da construção da ciclovia do Sabor.

Se fizermos conta aos 76 quilómetros que vão ser intervencionados, e se pegarmos no valor de 125 mil euros/quilómetro, a ciclovia custa cerca de 10 milhões de euros mais um aluguer de 125 euros/quilómetro anual. Ou seja, por ano em aluguer, à Infraestruturas de Portugal serão pagos 19 mil euros.

Significa que, numa concessão de 25 anos, a ciclovia vai custar às três autarquias mais de 15 milhões de euros, entre a construção, aluguer, manutenção e iluminações.

É um valor que nos parece manifestamente impróprio para a construção de uma ciclovia que não traz nem rentabilidade nem mobilidade para a população.
Filipe Esperança adianta ainda que acredita que, dadas as características e o estado atual da Linha do Tua, 125 mil euros/quilómetro está abaixo do número real. Contam 5 pontes de médio porte, 3 pontes de grande porte e 3 túneis.

É preciso, dentro dos túneis, fazer a devida retificação. Muitos deles nós (MCLT) conhecemos, e têm infiltrações no seu interior, não têm integridade estrutural para lá passarem pessoas. Falamos de infraestruturas abandonadas há mais de 20 anos.

As pontes têm ferrugem e danos estruturais. Há madeiras podres.

Portanto, o que conseguimos concluir é que com o custo que foi aplicado na ciclovia do Sabor, a fazer o mesmo tipo de obra na Linha do Tua, não seriam 125 mil euros/quilómetro. Seria um valor superior.
E numa altura em que as visitas de Filipe Neto Brandão (PS) e Mariana Silva (PEV) reacende a expectativa por novidades na elaboração do anunciado Plano Nacional Ferroviário, aprovado esta legislatura pela maioria de esquerda, Filipe Esperança quer agora ver meter “mãos à massa”.

O MCLT regozija-se com o anunciado apoio à ferrovia, e com o grau de prioridade que está anunciado pelo Governo.

Agora, o que vamos mesmo querer ver, é o pôr as mãos na massa. Ou seja, queremos numa primeira fase começar a ver estudos e prospeções, tentar perceber quais são as zonas que poderão beneficiar desse novo plano. E ver, naturalmente, se a nossa zona-alvo está incuída. Continuamos a defender o que defendemos em mais de 10 anos de existência.
A opinião do Movimento Cívico pela Linha do Tua, que vê algumas vantagens na construção de ciclovias, mas não as suficientes quando comparadas à aposta na via férrea.

Escrito por ONDA LIVRE

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