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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

ACABAR COM EDDY BELLEGUEULE

Espetáculo de teatro a partir da adaptação de um romance autobiográfico
“Acabar com Eddy Bellegueule”, de Édouard Louis
(edição da Fumo Editora com tradução de António Guerreiro, 2014).

Este romance mostra os mecanismos da violência exercida a um rapaz homossexual na França profunda, ignorante, pobre. Esse rapaz, Eddy Bellegueule – “Eddy”, nome escolhido pelo pai inspirado nas séries norte-americanas – é agora Édouard Louis, alguém que quer contar, mostrar, exortar à fuga como possibilidade de salvação.

Em “Acabar com Eddy Bellegueule”, através da história do seu sofrimento e da estruturação da sua identidade, Édouard Louis mostra uma realidade que se auto-reproduz, gente presa a um destino que não podem traçar.

Num contexto em que a homofobia e o racismo impregnam a vivência diária, e em que a violência e a humilhação são parte da vida de quem é diferente, a única hipótese é a fuga. Este também é um livro sobre uma derrota: o esgotar de todas as possibilidades de inclusão apesar de uma intensa luta exterior e interior e da admissão de que a fuga é a única escolha - e uma vitória: a de ter conseguido sair e fruir a vida em liberdade.

Texto: Édouard Louis ; Tradução: António Guerreiro ; Encenação e adaptação: Dinarte Branco ; Desenho de luz: Feliciano Branco ; Figurino: Susana Moura ; Banda Desenhada: João Augusto ; Interpretação: David Esteves

Com o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género

No final do espetáculo haverá uma conversa com o público.

M/14 ; DURAÇÃO APROX.:1H20
15 NOVEMBRO 2019
21H00 . CAIXA DE PALCO
6,00 €

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