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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 5 de março de 2026

“Atrevem-se a dizer o que não diriam a um homem”

 Isabel Ferreira foi eleita em 2025 presidente da Câmara de Bragança. É a primeira mulher a conseguir a eleição na história do concelho. Ao Mensageiro, revela sentir que, na política, as mulheres ainda são atacadas pela sua condição e não pelas ideias.


Se Berta Nunes foi a primeira mulher a ser eleita presidente de Câmara no Distrito de Bragança, Isabel Ferreira, foi a mais recente. Eleita em 2025, começou na política como Secretária de Estado, passou pela Assembleia da República como Deputada antes de chegar aos comandos da autarquia brigantina, a maior do distrito, pondo fim a uma hegemonia de 28 anos do PSD.

“É uma questão talvez comportamental, mas também não tenho dados científicos que o comprovem, mas talvez sinta que é preciso que Bragança se adapte a ter uma presidente mulher, porque ter uma presidente mulher também significa ter um determinado estilo de comunicação e, desse ponto de vista, sinto que pode ter a ver com o facto de eu ser mulher”, diz.

Depois de ter atingido o topo da carreira académica, Isabel Ferreira experimenta, agora, outros desafios. Mas nota que “algumas críticas, de um pequeno setor, aparecem muitas vezes ao estilo de comunicação. Eu não atribuo a questões mesmo de comunicação” que exerce. “Por exemplo, hoje qualquer autarca utiliza muito mais um vídeo do que uma fotografia, isto é uma tendência global, é um sinal de proximidade, transparência, mas talvez por uma pequena minoria que tenha alguma dificuldade em perceber que a presidente é uma mulher. Porque se calhar se eu fosse homem também ninguém reparava tanto que eu estava lá no vídeo, por exemplo”, frisa.

A autarca acredita que ainda é preciso operar-se uma “mudança de mentalidades no Nordeste Transmontano”.

(Artigo completo disponível para assinantes ou na edição impressa)

António G. Rorigues

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