A iniciativa, que arranca a 30 de junho, assinala também o 18.º aniversário do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais e está organizada em dois eixos complementares: uma intervenção no espaço público e uma exposição interior dedicada ao percurso criativo do artista.
No exterior, serão instaladas sete esculturas em vários pontos emblemáticos da cidade, criando um percurso artístico que convida residentes e visitantes a um contacto direto com peças de grande escala inspiradas em espécies como ursos, gorilas e outros animais selvagens. A proposta pretende transformar o espaço urbano num museu a céu aberto, promovendo a reflexão sobre a relação entre o ser humano e a natureza.
Em simultâneo, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais apresenta uma exposição que revela o processo de trabalho de Bassompierre, desde os esboços iniciais até às obras finais em bronze e outros materiais. O percurso inclui peças de diferentes fases da sua carreira, permitindo uma leitura mais aprofundada da sua linguagem artística.
A mostra ganha ainda um significado especial por ocorrer após o falecimento do escultor, em abril de 2026, funcionando como homenagem ao legado de um dos nomes mais marcantes da escultura animalista contemporânea.
Com esta programação, Bragança reforça a sua ligação às artes visuais e assume-se como palco privilegiado de projetos culturais de dimensão internacional.
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