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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Tribunal de Vila Flor vai funcionar na antiga Escola Primária n.º 1 após empreitada de requalificação

 O Tribunal de Vila Flor vai ter uma nova casa. Os serviços judiciais deverão ser transferidos para a antiga Escola Primária n.º 1 após serem realizadas as obras necessárias.


O presidente da Câmara de Vila Flor, Pedro Lima, garante que o projeto está concluído e já foi apresentado à secretária de Estado da Justiça. “Isto é uma ambição, já de há algum tempo, deste município. Durante o último mandato trabalhámos exatamente no projeto, que foi a incumbência que ficou do lado do município. O projeto está completamente preparado e, portanto, agora vai ser apreciado pelo instituto competente e, em princípio, vamos celebrar em breve um contrato interadministrativo por forma a que seja o município a realizar o concurso da empreitada e a sua fiscalização. O nosso objetivo será, dentro deste mandato, conseguirmos que o tribunal seja relocalizado num equipamento requalificado, refuncionalizado, aliás”.

O processo deverá avançar através de um contrato interadministrativo entre a Câmara Municipal e o Ministério da Justiça.

Atualmente, os serviços judiciais funcionam nos Paços do Concelho, junto aos serviços municipais. A mudança deverá libertar espaço e permitir concentrar os vários serviços da Câmara num único local. “O Tribunal está muito bem ao nosso lado, mas impede-nos de concentrar os nossos serviços da Câmara. Num município pequeno em dimensão de colaboradores, nós temos cerca de 180 colaboradores no município, há colaboradores multifacetados e, portanto, nós dependemos muito deles mesmo e se eles estiverem concentrados, centralizados, é mais fácil ir resolvendo as situações. Portanto, a dispersão nunca foi boa para uma administração mais competente. Portanto, não é tirar o tribunal, é mais concentrar os nossos serviços, que é o objetivo”.

Pedro Lima não adiantou o valor da empreitada, nomeadamente porque  o projeto terá de ser atualizado para refletir o aumento dos custos de construção. Ainda assim,  espera que o contrato interadministrativo possa avançar ainda este ano.

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