Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Filhos de emigrantes vêm em agosto procurar “as raízes e a identidade”

 Nestes primeiros dias de agosto muitas portas e janelas se abriram pela primeira vez este ano na aldeia de Zeive, em pleno Parque de Montesinho, no concelho de Bragança.


A localidade é pequena, mas tem alguma emigração, tal como a esmagadora maioria das aldeias do distrito de Bragança.

Mariana Figueiredo, filha de emigrantes em Madrid (Espanha) naturais do Zeive, veio antes de agosto, primeiro do que a família, porque como completou este ano 18 anos e os pais já a deixaram vir sozinha.

A jovem revelou ao Mensageiro que é “apaixonada pelo Zeive, desde pequena”, tem ideia que os mais novos, da sua geração, filhos de emigrantes que partiram depois dos anos 90 gostam de vir de férias para Trás-os-Montes “em busca das suas raízes e da identidade”.

Apesar de Mariana viver em Madrid, uma das grandes capitais da Europa, contou que tem “uma grande conexão com a aldeia e as pessoas”. No Zeive procura saber do passado da família, de ouvir as histórias da avó e da tia, mas também a possibilidade de descontração, de abrandar a vida antes da pressão da entrada para a universidade em setembro. “Aqui tenho liberdade. Se ficasse em Madrid passava as férias em casa”, desvenda a jovem que aproveita para passear e andar de bicicleta no parque, sem poluição ou ruído. “Em Madrid faz muito calor, aqui também é quente, mas há locais frescos, há árvores. O Zeive em agosto é animado. Até ajudo a fazer a comida dos convívios ao fim de semana. Vou com os meus amigos ou familiares para as festas na cidade de Bragança ou até à piscina. É muito fixe”, descreve a jovem nascida e criada em Espanha.

LEIA A NOTÍCIA COMPLETA NA EDIÇÃO IMPRESSA OU ONLINE EM PDF

Glória Lopes

Sem comentários:

Enviar um comentário