Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Agricultores transmontanos pedem medidas de emergência para fazer face aos custos de produção

 Mais de meia centena de organizações de agricultores, cooperativas e produtores agro-florestais de Trás-os-Montes e Alto Douro reafirmam “apoio incondicional” ao manifesto e reivindicações que foram apresentadas pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e que reclamam “medidas de emergência para o setor, face à insustentabilidade dos custos de produção”.


Num comunicado conjunto, divulgado na passada sexta-feira, as organizações dizem subscrever o “grito de alerta para a situação limite em que se encontra o setor primário nacional” e consideram que a agricultura, a pecuária e a floresta enfrentam na região um “cenário de rutura”, dando como exemplos, “a desertificação humana, a interioridade, as alterações climáticas e a disparidade de condições face a outros mercados externos”, considerando que esta conjugação negativa “tornaram insustentável a manutenção de milhares de explorações familiares na região”.

Entre os problemas sinalizados, estão o aumento dos custos com energia, combustíveis, fertilizantes, fitofármacos e alimentação animal.

As estruturas defendem a aprovação imediata do pacote de emergência proposto pela CAP, com medidas destinadas a mitigar os custos de produção e garantir a tesouraria das explorações.

Pedem também, ajustamentos no apoio à agricultura de montanha e de sequeiro, defendendo que as medidas agroambientais e os fundos comunitários sejam adaptados às condições específicas de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Defendem ainda investimentos urgentes em retenção de água e infraestruturas de regadio, que consideram “essenciais para combater a escassez hídrica crónica que ameaça as culturas da região”, explica o comunicado conjunto.

Por fim, reivindicam “a valorização da produção nacional e combate às práticas desleais na cadeia de abastecimento”, com o intuito de “salvaguardar o rendimento de quem trabalha a terra”.

No mesmo comunicado, apelam ao Governo e aos restantes órgãos de soberania para que adotem medidas com urgência, antes que o abandono rural se torne “irreversível”.

Para os subscritores, “Sem agricultura não há coesão territorial, não há Interior e não há futuro para Portugal”.

Fernando Pires

Sem comentários:

Enviar um comentário