Número total de visualizações do Blogue
Pesquisar neste blogue
Aderir a este Blogue
Sobre o Blogue
SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
terça-feira, 3 de junho de 2014
Resíduos do Nordeste ensina a compostar
Várias entidades da região participaram, ontem, no Curso de Compostagem Doméstica promovido pela empresa intermunicipal Resíduos do Nordeste.
A iniciativa, inserida no âmbito da Semana do Ambiente, teve como objetivo promover a prática de fazer composto orgânico com os resíduos domésticos de forma fácil e simples.
A formadora e também coordenadora do departamento de qualidade, ambiente e segurança da Resíduos do Nordeste, Ana Carvalho explica o método.
A directora do Parque Biológico de Vinhais, Carla Alves, foi uma das participantes e diz que pretende levar esta formação para as crianças que visitam o parque.
Também a directora do infantário, Nuclisol, em Mirandela, Beatriz Silva, considera fundamental incentivar as crianças para as boas práticas ambientais.
A formação foi dividida em duas partes: teórica e prática e decorreu no Parque Ambiental do Nordeste Transmontano, local onde se encontra a Unidade de Tratamento Mecânico e Biológico.
Escrito por Brigantia
A iniciativa, inserida no âmbito da Semana do Ambiente, teve como objetivo promover a prática de fazer composto orgânico com os resíduos domésticos de forma fácil e simples.
A formadora e também coordenadora do departamento de qualidade, ambiente e segurança da Resíduos do Nordeste, Ana Carvalho explica o método.
A directora do Parque Biológico de Vinhais, Carla Alves, foi uma das participantes e diz que pretende levar esta formação para as crianças que visitam o parque.
Também a directora do infantário, Nuclisol, em Mirandela, Beatriz Silva, considera fundamental incentivar as crianças para as boas práticas ambientais.
A formação foi dividida em duas partes: teórica e prática e decorreu no Parque Ambiental do Nordeste Transmontano, local onde se encontra a Unidade de Tratamento Mecânico e Biológico.
Escrito por Brigantia
Fisioterapia entra em funcionamento no Hospital Terra Quente
Entrou, ontem, em funcionamento a valência de fisioterapia no Hospital Terra Quente, em Mirandela.
O serviço começa a laborar com um fisiatra e dois fisioterapeutas permanentes.
O administrador, Jorge Alves, salienta que este é um serviço diferenciado e comparticipado pela ADSE, seguradoras e outros subsistemas de saúde.
Jorge Alves considera que, tendo em conta as solicitações de procura, em breve o quadro do pessoal técnico será alargado. A valência está equipada para fisioterapia músculo-esquelética e electroterapia, e pretende servir toda a região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Escrito por Brigantia
O serviço começa a laborar com um fisiatra e dois fisioterapeutas permanentes.
O administrador, Jorge Alves, salienta que este é um serviço diferenciado e comparticipado pela ADSE, seguradoras e outros subsistemas de saúde.
Jorge Alves considera que, tendo em conta as solicitações de procura, em breve o quadro do pessoal técnico será alargado. A valência está equipada para fisioterapia músculo-esquelética e electroterapia, e pretende servir toda a região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Escrito por Brigantia
Aldeia de São Pedro dos Serracenos - Caracterização
Localizada a sul da capital concelhia, S. Pedro de Serracenos distancia-se daquela uma escassa meia dezena de quilómetros, com ligação directa através da E.N. 217. O seu não muito extenso território caracteriza-se por uma topografia pouco acidentada, em suave ondulado de altitude média estimável pelos quinhentos metros. A sul corre-lhe um pequeno sub-afluente do Sabor, conhecido localmente por Ribeiro do Penacal.
Nesta área meridional da freguesia se concentrarão alguns importantes valores patrimoniais de teores arqueológicos e monumental dignos de apreciação. No sítio conhecido pela eloquente toponímia de Chã das Arcas, afinal um pequeno valado hoje sistematicamente aproveitado para a produção agrícola, terão surgido em tempos numerosos fragmentos de tégula, bem assim como diversos vestígios de estruturas pétreas, provavelmente com fins habitacionais.
Essas construções revelariam um qualquer povoamento de cronologia estimável, em principio, pela época de domínio romano ou suevo-visigótico. No entanto, o termo “Arcas” levaria antes a supor a presença de hipotéticos monumentos megalíticos. Em época baixo-medieval e até data incerta, terá existido no actual termo de S. Pedro de Serracenos uma antiga paróquia de Santa Eulália de Cabanelas, hoje povoação morta. Uma vetusta ponte de cantaria, de tabuleiro em cavalete assente sobre três arcos redondos de tamanho desigual, vence o Penacal a pouca distância de já aludida Chã de Arcas, “Vigiada” por solitários e escalvado cabeço. É concerteza um imóvel de fábrica baixo-medieval, embora popularmente (e como é uso) conhecida por “ponte romana”.
Ainda em termos de património edificado, não serão de descurar a Igreja Paroquial de S. Pedro, que alguns autores atribuem ao século XVI. Trata-se de um edifício razoavelmente amplo, dotado de um pequeno alpendre adossado à frontaria e protegendo a respectiva entrada principal.
Ao alto a empena, a invariável dupla sineira produz algum contraste no seu acinzentado granítico com a brancura das paredes (presentemente o imóvel apresenta-se caiado de branco, bem assim como um dos característicos pombais da região, erguido logo adiante).
Bem conservada está, bem no centro do povoado, a capela de S. Caetano. De elegante traça barroca, terá sido edificada em 1694.
Muito perto fica um pequeno nicho ou oratório alpendrado e, mais adiante, a Fonte do Meio do Povo, típica estrutura encapelada com abertura em arco redondo, erguida ligeiramente abaixo da cota do terreno e protegida por murete em semi-circular (defronte estende-se um comprido tanque). A residência Paroquial merece uma atenta visita, não só pela sua traça arquitectónica mas sobretudo pelo recheio que encerra a nível de pintura sacra sobre tábua, avultando entre os diversos painéis uma figuração do martírio de S. Pedro de certo talento e mérito artístico. Outra bonita capela, esta um tanto degradada, é a do S. António, com data patenteada na frontaria de 1734.
in:cm-braganca.pt
ULS Nordeste quer prestar cuidados paliativos ao domicílio
A Unidade Local de Saúde do Nordeste quer criar equipas de prestação de cuidados paliativos ao domicilio. O objectivo é alargar a abrangência deste serviço de saúde, que ainda é insuficiente para conseguir dar resposta às necessidades do nordeste transmontano, como explica Duarte Soares da equipa hospitalar dos cuidados paliativos da ULS Nordeste. “A prioridade neste momento é manter e assegurar a continuidade do projecto piloto que existiu com a equipa domiciliária do planalto mirandês. Obviamente que queremos cobrir o distrito de Bragança de uma forma igual, dessa forma temos que criar respostas”, afirma. Duarte Soares salienta que a população do distrito de Bragança tem características que tornam o serviço de prestação de cuidados paliativos ainda mais importante. “A população do distrito de Bragança está envelhecida em relação à média nacional, é dispersa e tem uma dificuldade acrescida em aceder aos serviços de saúde.
São desafios que se colocam aos serviços mas que, na nossa opinião, ainda tornam mais importante a existência dos mesmos”, sublinha. A ULS Nordeste convidou já duas investigadoras na área dos cuidados paliativos que protagonizaram uma sessão de esclarecimento sobre o tema no Instituto Politécnico de Bragança na passada sexta-feira. Bárbara Antunes, investigadora em instituições como a Universidade de Coimbra e o King’s College em Londres, sublinha que há ainda população que não tem condições para se deslocar às unidades hospitalares, por isso a prestação de cuidados ao domicilio é extremamente importante. “No interior devido à geografia, devido ao facto de as equipas cobrirem uma área vasta que muitas vezes não é muito fácil chegar a casa do utente nem os utentes chegarem aos serviços, penso que é extramente importante ter este registo”, constata.
Recordo que na área de prestação de serviços de cuidados paliativos a ULS Nordeste tem no distrito de Bragança uma valência na Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros e Equipas Intra-hospitalares de Suporte em cuidados paliativos nas restantes unidades hospitalares.
O objectivo é também cooperar com a Unidade Domiciliária de Cuidados Paliativos do Planalto Mirandês, que abrange os concelhos de Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro.
Escrito por Brigantia
São desafios que se colocam aos serviços mas que, na nossa opinião, ainda tornam mais importante a existência dos mesmos”, sublinha. A ULS Nordeste convidou já duas investigadoras na área dos cuidados paliativos que protagonizaram uma sessão de esclarecimento sobre o tema no Instituto Politécnico de Bragança na passada sexta-feira. Bárbara Antunes, investigadora em instituições como a Universidade de Coimbra e o King’s College em Londres, sublinha que há ainda população que não tem condições para se deslocar às unidades hospitalares, por isso a prestação de cuidados ao domicilio é extremamente importante. “No interior devido à geografia, devido ao facto de as equipas cobrirem uma área vasta que muitas vezes não é muito fácil chegar a casa do utente nem os utentes chegarem aos serviços, penso que é extramente importante ter este registo”, constata.
Recordo que na área de prestação de serviços de cuidados paliativos a ULS Nordeste tem no distrito de Bragança uma valência na Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros e Equipas Intra-hospitalares de Suporte em cuidados paliativos nas restantes unidades hospitalares.
O objectivo é também cooperar com a Unidade Domiciliária de Cuidados Paliativos do Planalto Mirandês, que abrange os concelhos de Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro.
Escrito por Brigantia
Câmara de Bragança insiste na construção do IP2
A Câmara de Bragança insiste na construção do IP2 até à Puebla de Sanábria, na vizinha Espanha. Para o autarca da capital de distrito esta via é fundamental para o desenvolvimento económico não só da região, mas também do País.
Hernâni Dias diz mesmo que em termos de transporte de mercadorias para a Europa, a construção desta via rápida permitira poupar tempo e dinheiro. “Qualquer transportador que viesse, por exemplo, do Porto ou do porto de Leixões, para os portos espanhóis que é para onde vai praticamente toda a mercadoria pouparia por viagem 70 quilómetros, o que significa que é uma poupança significativa, quer sob o ponto de vista financeiro, quer sob o ponto de vista ambiental”, defende o edil.
O autarca de Bragança quer que esta obra seja feita com fundos do próximo quadro comunitário, caso contrário confessa que dificilmente este projecto vai ser concretizado. “Se o Governo não tem disponibilidade neste momento quando podemos ir buscar fundos comunitários e gastar apenas 15 por cento do valor do investimento global, como se poderá pensar que dentro de uns anos vamos gastar 100 por cento para construir a obra?”, questiona Hernâni Dias.
Apesar de o primeiro-ministro ter reafirmado em Bragança que Bruxelas não considera estes investimentos prioritários, Hernâni Dias tem esperança que as ligações rodoviárias que ainda faltam no distrito de Bragança possam ser construídas com fundos comunitários.
Recordo que a construção do IP2 de Bragança até à Puebla de Sanábria representa um investimento na ordem dos 60 milhões de euros.
Escrito por Brigantia
Hernâni Dias diz mesmo que em termos de transporte de mercadorias para a Europa, a construção desta via rápida permitira poupar tempo e dinheiro. “Qualquer transportador que viesse, por exemplo, do Porto ou do porto de Leixões, para os portos espanhóis que é para onde vai praticamente toda a mercadoria pouparia por viagem 70 quilómetros, o que significa que é uma poupança significativa, quer sob o ponto de vista financeiro, quer sob o ponto de vista ambiental”, defende o edil.
O autarca de Bragança quer que esta obra seja feita com fundos do próximo quadro comunitário, caso contrário confessa que dificilmente este projecto vai ser concretizado. “Se o Governo não tem disponibilidade neste momento quando podemos ir buscar fundos comunitários e gastar apenas 15 por cento do valor do investimento global, como se poderá pensar que dentro de uns anos vamos gastar 100 por cento para construir a obra?”, questiona Hernâni Dias.
Apesar de o primeiro-ministro ter reafirmado em Bragança que Bruxelas não considera estes investimentos prioritários, Hernâni Dias tem esperança que as ligações rodoviárias que ainda faltam no distrito de Bragança possam ser construídas com fundos comunitários.
Recordo que a construção do IP2 de Bragança até à Puebla de Sanábria representa um investimento na ordem dos 60 milhões de euros.
Escrito por Brigantia
Associações ajudam a criar 500 postos de trabalho no Nordeste Transmontano
As três associações de desenvolvimento rural do Nordeste Transmontano ajudaram a captar, no último quadro comunitário de apoio, 47 milhões de euros para a região, que impulsionaram a criação de quase 500 novos postos de trabalho.
Os dados foram revelados hoje pelos chamados Grupos de Ação Local (GAL), nomeadamente a Corane, Desteque e Douro Superior que representam 13 concelhos do Nordeste Transmontano.
De acordo com o balanço feito, estas três associações impulsionaram e apoiaram projetos para a dinamização das zonas rurais com um investimento superior a 47 milhões de euros, sendo que mais de 30 milhões de euros correspondem a apoios a fundo perdido de programas comunitários como o PRODER (Programa de Desenvolvimento Regional).
As verbas foram investidas "na diversificação da economia e criação de emprego, melhoria da qualidade de vida, conservação e valorização do património rural, animação e aquisição de competências e desenvolvimento de programas de cooperação", especificam, em comunicado.
A diversificação da economia e criação de emprego é a medida que representa a maior fatia do investimento realizado, cerca de 29 milhões de euros, e contemplou a criação e desenvolvimento de microempresas, o desenvolvimento de atividades turísticas e de lazer e a diversificação de atividades na exploração agrícola.
Nesta medida "foram aprovados e executados 265 projetos, que garantem emprego a 525 pessoas, sendo 392 novos postos de trabalho", concretizaram.
Na melhoria da qualidade de vida foram investidos mais de 13 milhões de euros repartidos pela criação de serviços básicos para a população rural e conservação e valorização do património rural.
Nesta medida foram contemplados "147 projetos, que asseguram emprego a 440 pessoas, sendo 101 novos postos de trabalho".
"Só com estas duas medidas as três associações conseguiram contribuir para a manutenção de perto de um milhar de postos de trabalho, determinantes para a fixação da população no território, para o efetivo desenvolvimento rural", concluem.
Estas associações de desenvolvimento rural trabalham com fundos comunitários e garantem apoio financeiro e técnico aos promotores locais, privados ou públicos, na implementação dos seus projetos.
Além do apoio a iniciativas de terceiros, as três associações trabalham em rede e promovem ações de animação, promoção do território no país e no estrangeiro e proporcionam formação e qualificação à população local.
HFI // MSP
Lusa/fim
Os dados foram revelados hoje pelos chamados Grupos de Ação Local (GAL), nomeadamente a Corane, Desteque e Douro Superior que representam 13 concelhos do Nordeste Transmontano.
De acordo com o balanço feito, estas três associações impulsionaram e apoiaram projetos para a dinamização das zonas rurais com um investimento superior a 47 milhões de euros, sendo que mais de 30 milhões de euros correspondem a apoios a fundo perdido de programas comunitários como o PRODER (Programa de Desenvolvimento Regional).
As verbas foram investidas "na diversificação da economia e criação de emprego, melhoria da qualidade de vida, conservação e valorização do património rural, animação e aquisição de competências e desenvolvimento de programas de cooperação", especificam, em comunicado.
A diversificação da economia e criação de emprego é a medida que representa a maior fatia do investimento realizado, cerca de 29 milhões de euros, e contemplou a criação e desenvolvimento de microempresas, o desenvolvimento de atividades turísticas e de lazer e a diversificação de atividades na exploração agrícola.
Nesta medida "foram aprovados e executados 265 projetos, que garantem emprego a 525 pessoas, sendo 392 novos postos de trabalho", concretizaram.
Na melhoria da qualidade de vida foram investidos mais de 13 milhões de euros repartidos pela criação de serviços básicos para a população rural e conservação e valorização do património rural.
Nesta medida foram contemplados "147 projetos, que asseguram emprego a 440 pessoas, sendo 101 novos postos de trabalho".
"Só com estas duas medidas as três associações conseguiram contribuir para a manutenção de perto de um milhar de postos de trabalho, determinantes para a fixação da população no território, para o efetivo desenvolvimento rural", concluem.
Estas associações de desenvolvimento rural trabalham com fundos comunitários e garantem apoio financeiro e técnico aos promotores locais, privados ou públicos, na implementação dos seus projetos.
Além do apoio a iniciativas de terceiros, as três associações trabalham em rede e promovem ações de animação, promoção do território no país e no estrangeiro e proporcionam formação e qualificação à população local.
HFI // MSP
Lusa/fim
segunda-feira, 2 de junho de 2014
1964 versus 2014
Ano 1964:
Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, ou passar esses 15 dias na praia do Castelo do Queijo, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2014:
Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1964:
Não se passa nada.
Ano 2014:
As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.
Ano 1964:
O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2014:
A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1964:
Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2014:
A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar.
O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar uma equipa de reportagem à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1964:
Mandam o Jaime ir falar com o Diretor, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2014:
Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1964:
O Luís tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2014:
Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura
paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.
Ano 1964:
Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2014:
A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego.
Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro.
Ano 1964:
Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um vai para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2014:
A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.
Ano 1964:
O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito'
Ano 2014:
Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
O MELHOR ARROZ ERA O DO FORNO DA NOSSA CASA
Acordava-se em sobressalto com o rebentamento dos foguetes morteiros. Eram dois passos da cama à janela por onde entravam os ecos dos rebentamentos sobre os verdes milheirais que se estendiam até à igreja. Era a festa de Santiago Maior, naquela límpida manhã de fins de Julho.
Quase sem se dar conta, já tinha ardido o forno que repousava fechado com a tampa da porta, vedada com bosta. Tempo depois quando já os rapazes se organizavam para o transporte do andor na procissão da tarde e o mestre decorador de Vilar de Maçada dava os últimos retoques, estava na hora do almoço ou "jantar" como então se dizia e a porta negra do forno abria-se, para regalo dos sentidos. Saíam então os alguidares, o primeiro contendo o verdinho e o segundo com o arroz trazendo às costas o naco de ovelha, de cabra ou cabrito ou até vitela tendo por baixo paus de urze e por cima duas telhas, que retiradas de véspera da "cardanha" cobriam a peça, mantendo-lhe a cor aberta e doirada, mais tenra e apelativa. Não se dá receita de arroz do forno, que a água de cozedura do canelo do bísaro compunha e apaladava, porque, todos achamos que o melhor arroz era o do forno da nossa casa.
Mas do verdinho quem se lembra? "A carne do pescoço da cabra era cozida com os rins, o coração e os bofes. Acrescentava-se algum sangue para dar cor. À parte preparava-se o refogado. Este era vertido no alguidar com as carnes cozidas e o pão, indo ao forno para ganhar cor, textura e paladar."
Este prato próprio dos povos da serra, permitia a integração integral de partes menos nobres do animal, constituindo um prato saboroso, distinto e frequentemente usado em cerimónias festivas, como baptizados e casamentos.
Em honra do solstício e do Santiago padroeiro, praticava-se com prazer o pecado da gula, por culpa dos alguidares negros! Seguia-se a procissão, que desfilava com o andor de Santo Antão à frente, não fosse ele pastor de rebanhos, com cama cavada nos penedos do Outeiro, cabendo a Santiago encerrar aquela corrente humana de crentes, andores, anjinhos, penitentes e todos os Santos dos diferentes lugares da freguesia, que naquele dia saíam para acalentar almas e gentes.
Acabada a procissão, voltava o paganismo, os bailes, os doceiros, as pipas de vinho, as mães que vigiavam as filhas em idade de namorar e finalmente os homens encostados ao pau de marmeleiro, falando do pintor, porque "pelo Santiago pinta o bago" e medindo alguém da aldeia vizinha com quem, algum tempo depois, havia de medir forças!
Excerto de informação contida em ficha técnica, propriedade da NERVIR - Associação Empresarial
Redacção de Alberto Tapada e Filipe Saiote
alguidar do forno
in:diario.netbila.net
Quase sem se dar conta, já tinha ardido o forno que repousava fechado com a tampa da porta, vedada com bosta. Tempo depois quando já os rapazes se organizavam para o transporte do andor na procissão da tarde e o mestre decorador de Vilar de Maçada dava os últimos retoques, estava na hora do almoço ou "jantar" como então se dizia e a porta negra do forno abria-se, para regalo dos sentidos. Saíam então os alguidares, o primeiro contendo o verdinho e o segundo com o arroz trazendo às costas o naco de ovelha, de cabra ou cabrito ou até vitela tendo por baixo paus de urze e por cima duas telhas, que retiradas de véspera da "cardanha" cobriam a peça, mantendo-lhe a cor aberta e doirada, mais tenra e apelativa. Não se dá receita de arroz do forno, que a água de cozedura do canelo do bísaro compunha e apaladava, porque, todos achamos que o melhor arroz era o do forno da nossa casa.
Mas do verdinho quem se lembra? "A carne do pescoço da cabra era cozida com os rins, o coração e os bofes. Acrescentava-se algum sangue para dar cor. À parte preparava-se o refogado. Este era vertido no alguidar com as carnes cozidas e o pão, indo ao forno para ganhar cor, textura e paladar."
Este prato próprio dos povos da serra, permitia a integração integral de partes menos nobres do animal, constituindo um prato saboroso, distinto e frequentemente usado em cerimónias festivas, como baptizados e casamentos.
Em honra do solstício e do Santiago padroeiro, praticava-se com prazer o pecado da gula, por culpa dos alguidares negros! Seguia-se a procissão, que desfilava com o andor de Santo Antão à frente, não fosse ele pastor de rebanhos, com cama cavada nos penedos do Outeiro, cabendo a Santiago encerrar aquela corrente humana de crentes, andores, anjinhos, penitentes e todos os Santos dos diferentes lugares da freguesia, que naquele dia saíam para acalentar almas e gentes.
Acabada a procissão, voltava o paganismo, os bailes, os doceiros, as pipas de vinho, as mães que vigiavam as filhas em idade de namorar e finalmente os homens encostados ao pau de marmeleiro, falando do pintor, porque "pelo Santiago pinta o bago" e medindo alguém da aldeia vizinha com quem, algum tempo depois, havia de medir forças!
Excerto de informação contida em ficha técnica, propriedade da NERVIR - Associação Empresarial
Redacção de Alberto Tapada e Filipe Saiote
alguidar do forno
in:diario.netbila.net
Aldeia de São Julião de Palácios
Sita junto à orla fronteiriça e oriental deste concelho brigantino, a freguesia em apreço ocupa uma razoável área, distando uma dezena e meia de quilómetros da cidade de Bragança, tomando a direcção a Nascente. Cumprindo o papel de principal ligação viária a capital concelhia, estão as E.N. 218 (até Gimonde) e 308.
O território de S. Julião de Palácios, de orografia planáltica e não muito acidentado na respectiva topografia, elevar-se-á a uma altitude média rondando os seiscentos metros (e atingindo de cota máxima, na metade leste, os 821 metros). O Rio Maçãs traça-lhe os limites orientais, fronteiriços com a vizinha Espanha, enquanto um seu pequeno afluente da margem direita aqui encontra suas origens, entre as povoações de Palácios de S. Julião. O topónimo principal desta freguesia junta assim dois diferentes lugares, um conhecido pelo hagiotopónimo comprovativo de remoto culto possivelmente pré-nacional – S. Julião, e outro de plausivel interesse arqueológico – Palácios, na medida em que derivará etimológicamente da latim “palatium”, significado “residência senhorial” (e podendo reportar-se, neste caso particular, a qualquer estrutura habitacional notabiliza tardoromana ou alti-medieval).
Mais remotos ainda serão os vestígios arqueológicos de ocupação proto-histórica, nos dois assentamentos castrejos aqui arregimentados, em primeira mão, pelo incontornável Abade de Baçal – os Castros de S. Julião e de Caravela. Estes dois lugares, mais o de Palácios, constituem os principais agregados populacionais da freguesia, contando presentemente umas 350 almas. É curioso constatar que a actual instituição paroquial, com o seu orago S. Bartolomeu, já se documenta pelo menos a partir de 1291, nas “Inquirições” de D. Dinis. Por esta altura era designada “Sam Bartolomeu de Sam Joyam”, sendo aquele último hagiotopónimo (também expresso popularmente por “ S. Gião” e, já por influência erudita, “S. Julião”) de grande ancianidade, como frisamos já.
Implantada em posição baixa, numa prega do terreno, a aldeia de S. Julião de Palácios surge rodeada de viçosos campos agrícolas, pontuados aqui e ali de alguns vinhedos. Rodeando o casario e ligeiramente afastados deste, surgem uns três ou quatro exemplares dos característicos pombais da região, quais pacíficas sentinelas de pedra e argamassa.
Ao centro, destacando-se em altura mercê do típico campanário de agudo remate, levanta se a Igreja Matriz, espaçoso templo de alargada frontaria, a deixar adivinhar o interior dividido em três naves por duas filas de colunas. Esta Igreja Matriz coexiste, no mesmo lugar principal, com dois pequenos templetes, dedicados a S. Sebastião (de elegante traça talvez já oitocentista) e Santa Cruz. Esta última estrutura, de aspecto vulgar e traindo um recente restauro (a nível de cobertura, sineira e reboco) mostra a data de 1850 gravada na frontaria. Porém, lateralmente, surge uma outra inscrição, que nos pareceu respeitante ao ano de 1579. Outras duas capelas, de modestas dimensões e traça, subsistem ainda nos lugares de Caravela e Palácios, respectivamente.
Tradições
Nesta freguesia existem várias festas e romarias que alegram as gentes da terra.
No dia 26 de Dezembro, celebra-se a festa dos Rapazes. Conforme a tradição, os rapazes percorrem a povoação mascarados, vestidos de fatos felpudos de variadas cores, soltando gritos ao som da gaita de foles.
in:cm-braganca.pt
Ciclo da lã valorizado no planalto mirandês
Valorizar a lã e dar a conhecer aos mais novos o ciclo de preparação desta matéria-prima da região.
Este foi o objectivo da iniciativa organizada, este fim-de-semana, pela associação Aldeia, em Duas Igrejas, no concelho de Miranda do Douro. No Planalto Mirandês, a pastorícia é uma actividade que ainda se mantém, mas muitas vezes os pastores não sabem o que fazer à lã que sai das ovelhas.
Ana Miguel explica-nos o processo de transformação da lã desde que sai das ovelhas até chegar ao tear. Tinha 12 anos quando aprendeu a trabalhar a lã, mas agora confessa que só trabalha uma vez por festa e é com orgulho que ensina os mais novos.No ciclo da lã organizado pela associação Aldeia, várias pessoas de Duas Igrejas juntaram-se na antiga escola primária para ensinar esta arte antiga.
Inês Monterba e Maria de Fátima Cordeiro mostram como se abre a lã depois de ter sido lavada.De seguida vai para o torno ou para a roca para sair o fio.Entre os aprendizes encontramos a jovem Ana Ramalho se saiu da zona do Porto para se instalar em Duas Igrejas. A lã passa depois para o tear. É no tear que Celeste Peres ensina a fazer mantas, almofadas, cobertas, tapetes ou as tradicionais capas de honra mirandesas, que são feitas com lã parda.Antigamente quem tinha um rebanho aproveitava a lã para tecer.
Ana Jorge ajuda os pais na guarda de um rebanho e reconhece que a lã que sai das ovelhas não está a ser aproveitada.
Com esta iniciativa a associação Aldeia pretende valorizar esta matéria-prima. Isabel Sá, presidente da direcção da Aldeia, não tem dúvidas que a lã é produto com potencial. O projecto em causa chama-se “Lhana” e foi lançado por duas jovens empreendedoras.
Escrito por Brigantia
Este foi o objectivo da iniciativa organizada, este fim-de-semana, pela associação Aldeia, em Duas Igrejas, no concelho de Miranda do Douro. No Planalto Mirandês, a pastorícia é uma actividade que ainda se mantém, mas muitas vezes os pastores não sabem o que fazer à lã que sai das ovelhas.
Ana Miguel explica-nos o processo de transformação da lã desde que sai das ovelhas até chegar ao tear. Tinha 12 anos quando aprendeu a trabalhar a lã, mas agora confessa que só trabalha uma vez por festa e é com orgulho que ensina os mais novos.No ciclo da lã organizado pela associação Aldeia, várias pessoas de Duas Igrejas juntaram-se na antiga escola primária para ensinar esta arte antiga.
Inês Monterba e Maria de Fátima Cordeiro mostram como se abre a lã depois de ter sido lavada.De seguida vai para o torno ou para a roca para sair o fio.Entre os aprendizes encontramos a jovem Ana Ramalho se saiu da zona do Porto para se instalar em Duas Igrejas. A lã passa depois para o tear. É no tear que Celeste Peres ensina a fazer mantas, almofadas, cobertas, tapetes ou as tradicionais capas de honra mirandesas, que são feitas com lã parda.Antigamente quem tinha um rebanho aproveitava a lã para tecer.
Ana Jorge ajuda os pais na guarda de um rebanho e reconhece que a lã que sai das ovelhas não está a ser aproveitada.
Com esta iniciativa a associação Aldeia pretende valorizar esta matéria-prima. Isabel Sá, presidente da direcção da Aldeia, não tem dúvidas que a lã é produto com potencial. O projecto em causa chama-se “Lhana” e foi lançado por duas jovens empreendedoras.
Escrito por Brigantia
Sector da cortiça tem potencialidades que podem ser aproveitadas na região transmontana
Vila Verdinho, na freguesia de Cedães, concelho de Mirandela, é uma das zonas de produção de cortiça da região transmontana.
A Sociedade Clemente Meneres detém a maior área de sobreiros, mas também têm surgido novos projectos. Esta localidade acolheu, este sábado, um workshop onde se falou sobre as potencialidades deste sector, que pode ser um complemento à agricultura.
O presidente da Junta de Freguesia de Cedães, António Martins, sublinha que o objectivo é sensibilizar as pessoas para o potencial do sector da cortiça. António Manso, da Sociedade Clemente Meneres, assegura que a cortiça é um produto com potencial, mas lembra que os incêndios dos últimos anos têm sido prejudiciais para a produção.
O director regional de Agricultura e Pescas do Norte, Manuel Cardoso, reconhece que os fogos têm afectado este sector, mas lembra que há apoios no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio que podem contribuir para o reforço das plantações de sobreiro na região.
A freguesia de Cedães, no concelho de Mirandela, a sensibilizar as pessoas para o potencial do sector da cortiça na região, tendo em vista o surgimento de novas plantações de sobreiros na região.
Escrito por Brigantia
A Sociedade Clemente Meneres detém a maior área de sobreiros, mas também têm surgido novos projectos. Esta localidade acolheu, este sábado, um workshop onde se falou sobre as potencialidades deste sector, que pode ser um complemento à agricultura.
O presidente da Junta de Freguesia de Cedães, António Martins, sublinha que o objectivo é sensibilizar as pessoas para o potencial do sector da cortiça. António Manso, da Sociedade Clemente Meneres, assegura que a cortiça é um produto com potencial, mas lembra que os incêndios dos últimos anos têm sido prejudiciais para a produção.
O director regional de Agricultura e Pescas do Norte, Manuel Cardoso, reconhece que os fogos têm afectado este sector, mas lembra que há apoios no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio que podem contribuir para o reforço das plantações de sobreiro na região.
A freguesia de Cedães, no concelho de Mirandela, a sensibilizar as pessoas para o potencial do sector da cortiça na região, tendo em vista o surgimento de novas plantações de sobreiros na região.
Escrito por Brigantia
Acidente de tractor provoca 1 morto e 2 feridos
Um acidente de tractor provocou ontem um morto e dois feridos na Estrada Municipal 539, junto a Serapicos. Segundo informações da GNR, a vítima mortal era uma mulher, natural de Salselas, concelho de Macedo de Cavaleiros.
Seguia na caixa do tractor, juntamente com mais 2 ocupantes, todos na casa dos 70 anos. Regressavam da festa de Nossa Senhora do Aviso em Serapicos, por volta das 18 horas. Os outros dois ocupantes da caixa do tractor eram um homem e uma mulher.
A mulher encontra-se internada no Hospital de Bragança em estado grave e o homem sofreu apenas ferimentos ligeiros. Já o condutor do tractor não sofreu ferimentos. No local estiveram ainda a VMER e a GNR de Izeda.
Escrito por Brigantia
Seguia na caixa do tractor, juntamente com mais 2 ocupantes, todos na casa dos 70 anos. Regressavam da festa de Nossa Senhora do Aviso em Serapicos, por volta das 18 horas. Os outros dois ocupantes da caixa do tractor eram um homem e uma mulher.
A mulher encontra-se internada no Hospital de Bragança em estado grave e o homem sofreu apenas ferimentos ligeiros. Já o condutor do tractor não sofreu ferimentos. No local estiveram ainda a VMER e a GNR de Izeda.
Escrito por Brigantia
Discurso do primeiro ministro na Expo Trás-os-Montes não agradou às entidades locais
O discurso do primeiro-ministro não agradou às entidades locais.
O presidente da Câmara de Bragança admite que ficou preocupado com a questão das portagens. Hernâni Dias defende que a região tem direito a usufruir desta via gratuitamente durante um largo período de tempo. “A região também tem direito como outras zonas do País a ter uma infra-estrutura e a usufruir dela de forma gratuita, uma vez que estivemos tanto tempo a contribuir para outras zonas do País também seria lógico que nesta altura a solidariedade nacional também pudesse ter durante um largo período de tempo a isenção de portagens na auto-estrada”, defende o autarca de Bragança.
Também o presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes considera o discurso de Passos Coelho aterrorizador para a região e até para o País. Em relação à introdução de portagens na Auto- Estrada Transmontana, Américo Pereira não tem dúvidas que é uma injustiça para a região. “Não é verdade aquilo que o senhor primeiro-ministro disse. Não se trata de discriminar alguns portugueses se isentarmos de portagens uma ou outra auto-estrada.
Em Lisboa e Porto os transportes públicos são subsidiados pelo Governo, o que não acontece em Trás-os-Montes. Tinham aqui uma boa maneira de aplicar o mesmo princípio para todos aqueles que estão na mesma situação”, salienta o presidente da CIM de Trás-os-Montes.
O presidente do Nerba- Associação Empresarial do Distrito de Bragança também discorda do primeiro-ministro em relação às portagens. Eduardo Malhão lembra que a A4 foi construída em cima do IP4 e não há alternativa para os automobilistas.“Não podemos considerar igual aquilo que é diferente. A A4 foi construída em cima do IP4 e a alternativa não existe.
Temos que arranjar carros com asas, porque a N15 está descontinuada, tem troços que foram transferidos para os municípios, e mais grave é que alguns troços foram mesmos destruídos e por isso não tem conexão”, alerta Eduardo Malhão.
Autarcas e o representante dos empresários do distrito contra a introdução de portagens na Auto-Estrada Transmontana, reafirmada esta sexta-feira por Passos Coelho, em Bragança.
Escrito por Brigantia
O presidente da Câmara de Bragança admite que ficou preocupado com a questão das portagens. Hernâni Dias defende que a região tem direito a usufruir desta via gratuitamente durante um largo período de tempo. “A região também tem direito como outras zonas do País a ter uma infra-estrutura e a usufruir dela de forma gratuita, uma vez que estivemos tanto tempo a contribuir para outras zonas do País também seria lógico que nesta altura a solidariedade nacional também pudesse ter durante um largo período de tempo a isenção de portagens na auto-estrada”, defende o autarca de Bragança.
Também o presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes considera o discurso de Passos Coelho aterrorizador para a região e até para o País. Em relação à introdução de portagens na Auto- Estrada Transmontana, Américo Pereira não tem dúvidas que é uma injustiça para a região. “Não é verdade aquilo que o senhor primeiro-ministro disse. Não se trata de discriminar alguns portugueses se isentarmos de portagens uma ou outra auto-estrada.
Em Lisboa e Porto os transportes públicos são subsidiados pelo Governo, o que não acontece em Trás-os-Montes. Tinham aqui uma boa maneira de aplicar o mesmo princípio para todos aqueles que estão na mesma situação”, salienta o presidente da CIM de Trás-os-Montes.
O presidente do Nerba- Associação Empresarial do Distrito de Bragança também discorda do primeiro-ministro em relação às portagens. Eduardo Malhão lembra que a A4 foi construída em cima do IP4 e não há alternativa para os automobilistas.“Não podemos considerar igual aquilo que é diferente. A A4 foi construída em cima do IP4 e a alternativa não existe.
Temos que arranjar carros com asas, porque a N15 está descontinuada, tem troços que foram transferidos para os municípios, e mais grave é que alguns troços foram mesmos destruídos e por isso não tem conexão”, alerta Eduardo Malhão.
Autarcas e o representante dos empresários do distrito contra a introdução de portagens na Auto-Estrada Transmontana, reafirmada esta sexta-feira por Passos Coelho, em Bragança.
Escrito por Brigantia
Libaneses vistam Mirandela no âmbito do Fórum Luso Libanês das Cidades e do Turismo
No âmbito do 2º Fórum Luso Libanês das Cidades e do Turismo, organizado conjuntamente pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto e pelo Centre International de Press Média do Líbano com a colaboração da EsACT-IPB, Mirandela recebeu a visita de um grupo de autarcas, jornalistas e empresários do Líbano, no dia 23 de maio.
Com esta incursão pretendeu-se dar a conhecer à comitiva Libanesa o contexto socioeconómico, cultural e turístico de Mirandela, ao mesmo tempo que se criou um ambiente propício à troca de experiências e estratégias nestas áreas, com recurso a exemplos implementados nos respetivos países. a visita de um grupo de autarcas, jornalistas e empresários do Líbano, no dia 23 de maio.
Os visitantes foram recebidos pelo presidente da Câmara Municipal no Salão Nobre do Palácio dos Távoras numa sessão de boas vindas a que se seguiu um momento musical da ESPROARTE muito apreciado pelos convidados. O programa incluiu também uma visita guiada à cidade de Mirandela orientada por alunos da EsACT-IPB e uma mostra dos nossos produtos patrocinada por agentes económicos locais. a visita de um grupo de autarcas, jornalistas e empresários do Líbano, no dia 23 de maio.
Estes contactos são importantes na medida em que promovem a aproximação entre os dois países, em particular com a nossa região, criando condições para troca de experiências e possibilita a criação de sinergias com um território com grande potencial e que conhecemos ainda relativamente pouco, como é o Médio Oriente.
in:noticiasdonordeste.pt
Com esta incursão pretendeu-se dar a conhecer à comitiva Libanesa o contexto socioeconómico, cultural e turístico de Mirandela, ao mesmo tempo que se criou um ambiente propício à troca de experiências e estratégias nestas áreas, com recurso a exemplos implementados nos respetivos países. a visita de um grupo de autarcas, jornalistas e empresários do Líbano, no dia 23 de maio.
Os visitantes foram recebidos pelo presidente da Câmara Municipal no Salão Nobre do Palácio dos Távoras numa sessão de boas vindas a que se seguiu um momento musical da ESPROARTE muito apreciado pelos convidados. O programa incluiu também uma visita guiada à cidade de Mirandela orientada por alunos da EsACT-IPB e uma mostra dos nossos produtos patrocinada por agentes económicos locais. a visita de um grupo de autarcas, jornalistas e empresários do Líbano, no dia 23 de maio.
Estes contactos são importantes na medida em que promovem a aproximação entre os dois países, em particular com a nossa região, criando condições para troca de experiências e possibilita a criação de sinergias com um território com grande potencial e que conhecemos ainda relativamente pouco, como é o Médio Oriente.
in:noticiasdonordeste.pt
Quercus classifica Praia da Ribeira e Praia da Pegada com o título “Qualidade de Ouro”
A conclusão é da Deco, através de um estudo publicado na edição de junho da revista Proteste. A Praia da Ribeira, que é também uma das 7 Maravilhas – Praias de Portugal, foi entre as 30 praias analisadas, a única obter a classificação máxima atribuída pela Associação de Defesa do Consumidor.
O estudo foi realizado em 2013, tendo em conta uma avaliação à qualidade da água, e os níveis de segurança, limpeza e informação, em que a Praia da Ribeira se distinguiu de todas as outras. Excelente indicador para o verão que se aproxima.
A Praia da Ribeira e a Praia da Fraga da Pegada, somam agora, com uma nova atribuição conhecida ontem, o título “Qualidade de Ouro” atribuído pela Associação Ambientalista Quercus, tendo em conta a avaliação da qualidade da água ao longo dos últimos cinco anos, de acordo com a legislação em vigor, este galardão apresenta-se como um valor acrescido para a área balnear da Albufeira do Azibo.
Na Albufeira do Azibo, a época balnear 2014 decorre de 1 de julho a 15 de setembro.
in:noticiasdonordeste.pt
O estudo foi realizado em 2013, tendo em conta uma avaliação à qualidade da água, e os níveis de segurança, limpeza e informação, em que a Praia da Ribeira se distinguiu de todas as outras. Excelente indicador para o verão que se aproxima.
A Praia da Ribeira e a Praia da Fraga da Pegada, somam agora, com uma nova atribuição conhecida ontem, o título “Qualidade de Ouro” atribuído pela Associação Ambientalista Quercus, tendo em conta a avaliação da qualidade da água ao longo dos últimos cinco anos, de acordo com a legislação em vigor, este galardão apresenta-se como um valor acrescido para a área balnear da Albufeira do Azibo.
Na Albufeira do Azibo, a época balnear 2014 decorre de 1 de julho a 15 de setembro.
in:noticiasdonordeste.pt
Primeiro Ministro confirma portagens na Autoestrada Transmontana
O primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho, confirmou hoje a introdução de portagens na Autoestrada Transmontana, argumentando que o Governo está a cumprir o princípio da universalidade das portagens, ou seja, do utilizador/pagador.
"Digo-o, portanto, sem nenhuma demagogia, esse princípio foi seguido", declarou, em Bragança, em resposta ao presidente da Câmara, o social-democrata Hernâni Dias, que lhe manifestou "a preocupação que assola o espírito de todos os transmontanos" com o recente anúncio de que a autoestrada entre Vila Real e Bragança vai ser paga.
A via, com cerca de 130 quilómetros, ficou pronta há pouco mais de um ano e foi construída em regime de Parceria Público Privada. O Distrito de Bragança era o único do país sem um quilómetro de rodovia com estas características.
No contrato de concessão está estipulado que a autoestrada, que é a continuação do A4, do Porto até à fronteira em Bragança, é de utilização gratuita, com portagens apenas nas variantes às cidades de Bragança e Vila Real, onde existe a alternativa do antigo IP4.
O primeiro Ministro afirmou hoje, no discurso de inauguração da Expo Trás-os-Montes, em Bragança, que o anterior Governo "sabia que estava com isso a contrariar uma diretiva que funciona em toda a Europa".
"Nós não podemos discriminar os cidadãos, podemos ter portagens ou não ter portagens, mas se as tivermos não podemos dizer tu és daqui não pagas, tu é dali pagas", declarou.
O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, já tinha anunciado recentemente, numa visita à região, a intenção do Governo introduzir portagens, sem avançar datas ou modelos.
O chefe do executivo considerou hoje que "este não é um tema fácil e seria muito confortável vir dizer está resolvido, mas não está".
Passos Coelho disse aos autarcas e agentes locais presentes que está disponível para "conversar" e que "provavelmente têm de ser encontradas as condições para encontrar fatores de discriminação positiva (que) possam ter outra opção, outra materialização que não aquelas que a lei não nos concede".
A visita a Bragança coincidiu com a divulgação da decisão do Tribunal Constitucional sobre o Orçamento do Estado para 2014, que o primeiro Ministro não comentou.
Lusa
"Digo-o, portanto, sem nenhuma demagogia, esse princípio foi seguido", declarou, em Bragança, em resposta ao presidente da Câmara, o social-democrata Hernâni Dias, que lhe manifestou "a preocupação que assola o espírito de todos os transmontanos" com o recente anúncio de que a autoestrada entre Vila Real e Bragança vai ser paga.
A via, com cerca de 130 quilómetros, ficou pronta há pouco mais de um ano e foi construída em regime de Parceria Público Privada. O Distrito de Bragança era o único do país sem um quilómetro de rodovia com estas características.
No contrato de concessão está estipulado que a autoestrada, que é a continuação do A4, do Porto até à fronteira em Bragança, é de utilização gratuita, com portagens apenas nas variantes às cidades de Bragança e Vila Real, onde existe a alternativa do antigo IP4.
O primeiro Ministro afirmou hoje, no discurso de inauguração da Expo Trás-os-Montes, em Bragança, que o anterior Governo "sabia que estava com isso a contrariar uma diretiva que funciona em toda a Europa".
"Nós não podemos discriminar os cidadãos, podemos ter portagens ou não ter portagens, mas se as tivermos não podemos dizer tu és daqui não pagas, tu é dali pagas", declarou.
O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, já tinha anunciado recentemente, numa visita à região, a intenção do Governo introduzir portagens, sem avançar datas ou modelos.
O chefe do executivo considerou hoje que "este não é um tema fácil e seria muito confortável vir dizer está resolvido, mas não está".
Passos Coelho disse aos autarcas e agentes locais presentes que está disponível para "conversar" e que "provavelmente têm de ser encontradas as condições para encontrar fatores de discriminação positiva (que) possam ter outra opção, outra materialização que não aquelas que a lei não nos concede".
A visita a Bragança coincidiu com a divulgação da decisão do Tribunal Constitucional sobre o Orçamento do Estado para 2014, que o primeiro Ministro não comentou.
Lusa
domingo, 1 de junho de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)














