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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Homem confessou ontem crime de Candedo (Vinhais)

O empregado de balcão que matou a tiro de caçadeira um militar da GNR na reserva, a 26 de maio do ano passado, na aldeia deCandedo, em Vinhais, confessou ontem o crime no tribunal da vila, onde foi realizada a primeira sessão do julgamento, alegando que disparou sem intenção de matar.
O móbil do homicídio terá sido uma quezília por causa dos marcos e confrontações de terrenos agrícolas. O arguido disse estar arrependido do que fez.

Segundo o Jornal de Notícia de hoje, António Barreira, de 42 anos, sentou-se ontem no banco dos réus acusado da prática de autoria material na forma consumada de um crime de homicídio qualificado.

A vítima, Marcílio Miranda, de 59 anos, estava a pastorear um rebanho quando foi abatido a tiro de caçadeira.

António Barreira admitiu, no tribunal, que tinha desavenças com a vítima há cerca de dois anos e que esta já o tinha ameaçado de morte.

No dia do crime tinham-lhe contado que Marcílio também tinha ameaçado a sua mãe. 

Escrito por Ansiães (CIR)

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