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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Quatro casos de botulismo registados em Macedo de Cavaleiros após ingestão de presunto

Quatro casos de botulismo alimentar provocados por consumo de presunto foram registados em Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, confirmou à agência Lusa a subdiretora geral da Saúde.
As quatro pessoas que tiveram contacto com a toxina foram hospitalizadas, mas já saíram do hospital e encontram-se bem, segundo Graça Freitas.

Segundo a base de dados Pro-MED-mail, que reúne informações sobre doenças infeciosas, seis pessoas foram expostas à toxina, das quais quatro apresentavam sintomas consistentes com o botulismo alimentar.

As quatro pessoas foram contaminadas com as toxinas formadas pelo ‘clostridium botulinum’, após ingerirem presunto contaminado, no decorrer de uma refeição a 19 de julho, lê-se na informação divulgada pelo site.

Os primeiros dois doentes – um homem de meia-idade e uma grávida – foram admitidos no Hospital de Vila Real. A terceira paciente foi hospitalizada perto de Lisboa e o quarto no Centro Hospitalar de São João, no Porto.

Todos estes doentes manifestaram sintomas nas 36 horas após a ingestão do presunto, os quais incluem visão desfocada, boca seca e disfasia.

Um dos doentes apresentou náuseas, vómitos e constipação e um outro diarreia.

A investigação microbiológica confirmou a presença da toxina botulínica B nas fezes e no soro de todos os analisados.

Até sexta-feira passada, todos os doentes tinham tido alta e estavam a ser seguidos em ambulatório, não tendo sido necessário o recurso a antitoxinas ou a ventilação mecânica.

Segundo a DGS, o botulismo alimentar é uma doença grave, de evolução aguda, com sintomas digestivos e neurológicos, resultante da ingestão de diversos tipos de alimentos, contendo toxinas formadas pelo ‘clostridium botulinum’ no próprio alimento.

Em 2015 registaram-se em Portugal sete casos de botulismo alimentar e três em 2016.

Agência Lusa

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