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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Revolta da População de Bragança ao Ultimatum Inglês de 1890

Em sessão da Câmara Municipal de Bragança, em 22 de janeiro de 1890, o respetivo Executivo, através do seu vice-Presidente, João Batista Olímpio Ramires, considerou o ultimato britânico uma “afronta para a nossa Pátria”, uma “brutalidade”, importando “repelir energicamente tão insólito quanto abominável atentado”.

A Câmara de Bragança voltou novamente a pronunciar-se sobre o Ultimatum inglês em 10 de setembro de 1890, na sequência do convénio/tratado celebrado entre Portugal e a Grã Bretanha em 20 de agosto do mesmo ano, já que por ofício de 9 de setembro, assinado por uma comissão composta por Abílio Augusto de Madureira Beça e outros cidadãos, solicitou a sua representação no comício que a 14 de setembro se pretendia fazer no Teatro Brigantino, em protesto contra este tratado. Face a tal pedido, a Câmara decidiu fazer-se representar pelo seu vice-Presidente, João Baptista Olímpio Ramires, apesar de dois vereadores votarem contra, por considerarem que a Câmara não podia associar-se a “manifestações políticas, embora patrióticas”.

Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa

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