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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Primeiras largadas de Torymus Sinensis para combate à vespa da galha do castanheiro já aconteceram em Macedo

Já foram efetuadas, em Macedo de Cavaleiros, as primeiras largadas de Torymus Sinensis para combate biológico à vespa da galha do castanheiro.
No ano de 2018 foram identificados os locais com maior incidência da infestação e na passada semana procedeu-se ao combate em dois desses focos, como explica André Vaz, gerente da Cooperativa Soutos Os Cavaleiros:

“Foram feitas as primeiras largadas para o combate à vespa da galha do castanheiro nos locais que foram identificados no ano anterior como os sítios mais problemáticos e que, reuniam as condições para se poderem fazer estas largadas. Foram identificados zonas em Macedo, nas freguesias de Bornes e Burga, Espadanedo e Murçós. Na passada semana estivemos no foco da Burga e de Espadanedo.”

E nos locais onde foram feitas as largadas há cuidados específicos a ter, deixa saber André Vaz:

“Nos locais onde são feitas as largadas, a prática agrícola tem que ser alterada, de forma a promover-mos a disseminação do parasitóide. Assim, as galhas que existem nos locais das largadas não devem ser retiradas para permitir que o parasitóide se instale, pois se as retirarmos, tiramos-lhe o alimento. Depois, as mobilizações e cortes não devem ser feitos para que não sejam prejudiciais.”

Apesar de ainda não haver data para a próxima fase em locais distintos, as galhas vão ser monitorizadas até à altura considerada como ideal:

“As próximas largadas vão ser efetuadas mediante o estado das galhas, ou seja, estamos dependentes de que estas estejam no estado ideal para que o parasitóide as possa penetrar e viabilizar o seu efeito. Estamos a fazer monitorização constante dos focos que temos e quando estiveram no estado ideal serão feitas as largadas nos focos identificados em falta.” 

As largadas foram promovidas pelo IPB em parceria com a Cooperativa Soutos Os Cavaleiros, entidade responsável pela prospeção da vespa da galha e largada dos parasitóides no concelho de Macedo de Cavaleiros.

Escrito por ONDA LIVRE

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