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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Quase 80% dos jovens rurais gostavam de ficar nas suas terras tendo emprego e boas acessibilidades

 Uma percentagem de 76% dos jovens rurais querem ficar nas suas terras, mas exigem transportes e acesso a melhores empregos.


Esta é uma das principais conclusões do Relatório Europeu sobre a juventude rural, coordenado por Francisco Simões, investigador do CIS-ISCTE (Centro de Investigação e Intervenção Social do Instituto Universitário de Lisboa). “Quase 80% dos jovens das zonas rurais europeias deseja viver, estudar ou trabalhar nos seus territórios de origem ou nas proximidades, desde que as povoações das suas áreas de residência passem a ter uma rede de transportes minimamente eficaz, serviços de educação com qualidade para os seus filhos e mais oportunidades de participação cívica”, explicou o investigador.

Os jovens reivindicam também serviços públicos que lhes permitam candidatar-se mais facilmente a empregos geralmente reservados a quem vive em áreas urbanas, nomeadamente as do Litoral.

A conclusão está vertida no relatório do “Here to stay? The transitions of rural youth before and after the Covid-19 pandemic” elaborado pela Youth Partnership – uma parceria entre o Conselho da Europa e a Comissão Europeia – sob a coordenação científica de Francisco Simões, investigador português.

“É fundamental que a União Europeia crie condições para que os jovens possam fixar-se nos seus territórios de origem, sem serem forçados a emigrar por falta de oportunidades”, defende Francisco Simões.

Segundo o docente do ISCTE “este relatório é um contributo para o debate europeu sobre o ‘direito a ficar’, um dos eixos prioritários da política da Comissão Europeia, tanto mais que o despovoamento é um dos principais problemas dos territórios periféricos.

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Glória Lopes

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