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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Expositores fazem balanço positivo da Feira Agrícola de Bragança

 A primeira edição da Feira Agrícola de Bragança chegou ao fim com um balanço positivo.


“O balanço é extraordinariamente positivo porque o que sentimos nestes quatro dias de feira, foi um sentimento de pertença de todos os visitantes, dos expositores e da organização sobre a feira. Senti claramente que era algo que todo o território desejava, mas mais do que isso, é algo que une todo o território, as pessoas gostam, identificam-se, e portanto foi muito gratificante ouvir todas as pessoas”, destacou Isabel Ferreira, presidente da Câmara de Bragança.

Mas admitiu que há aspetos a melhorar. “O modelo é este, não há dúvida. Portanto, atividades complementares que tenham demonstração, exposição de maquinaria, mas também demonstração da mesma maquinaria, que tenham concursos de raças animais, a chega de touros também, algo tradicional no nosso território, expositores com os nossos produtos, e que tenham também para os mais novos atividades, como a nossa quinta pedagógica, e depois a parte também científica e tecnológica com os seminários”, explicou a autarca. Mas considerou que é preciso  “aumentar o espaço também para realizar mais atividades e a Quinta da Trajinha permite isso. Ela é grande e tem potencial também de expansão. Isto porque sentimos que nos últimos dias havia muitas pessoas que queriam aderir e já não tínhamos espaço disponível”, contou.

Isabel Ferreira defendeu que no futuro é necessário que a quinta também seja “mais vedada, para que os expositores não precisem de retirar o seu material” e também criar mais acessibilidades, como “duas passadeiras, para que as pessoas circulem à vontade entre a zona central e as zonas laterais dos expositores”, referiu.

No domingo, o último dia da feira, os expositores mostraram-se satisfeitos com as vendas. Garantiram que nem o calor impediu o negócio.

Isabel Rodrigues, de Pinela, levou vários produtos da terra, como mirtilos, cereja, azeite, figo seco, feijão frade, noz e amêndoa. “Com este calor até está a correr muito bem. Já fazia falta um certame destes, faz sempre falta para promover. E houve até bastantes visitantes para o calor que se sentiu”, partilhou.

Luísa Rio, de Macedo de Cavaleiros, apresentou enchidos tradicionais, como a chouriça, alheira, salpicão, chouriço doce, pão caseiro, entre outros. Sobre a feira revelou que correu bem. ”É primeira vez, portanto está a começar, mas tem pernas para andar e está no bom caminho”, disse. “Fazia muita falta porque não havia aqui no concelho”, apontou.

Já Dulce Veiga, produtora de pão, veio de Lombada. “Tenho bolos de carne económicos e folares. Nós costumamos fazer o mercadinho na Praça da Sé e e aceitámos o desafio e está a correr bem. É sempre uma novidade, mas foi uma boa aposta porque há muitos agricultores que precisam de divulgar os produtos e acho que é uma mais-valia para todos”, frisou.

A primeira edição da Feira Agrícola de Bragança, decorreu na Quinta da Trajinha e à partida deverá regressar no próximo ano no mesmo local e datas. “Tivemos alguma dificuldade no início em escolher a data, depois acabou por ser esta e no fundo também se revelou uma boa data, portanto temos ainda que refletir, mas ao dia de hoje consideramos que foi uma excelente escolha”, concluiu a autarca.

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