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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Sindicatos dos técnicos do INEM perdeu confiança na Ministra da Saúde

 Ao Mensageiro, o presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, o moncorvense Rui Lázaro, admite que os portugueses não podem confiar na ministra da Saúde. Em causa, a confusão com a localização dos helicópteros do INEM.


"Na inversão da decisão da retirada dos helicópteros do interior para o litoral, retiram-se duas conclusões: 

Em primeiro lugar, percebendo as consequências da retirada destes serviços para as populações do interior, os autarcas uniram-se, de todos os partidos, demonstrando um cartão vermelho ao governo, nesta decisão para a retirada dos helicópteros de emergência médica", começou por dizer Rui Lázaro ao Mensageiro. 

Por outro lado, "fica claro que o Sr. Presidente do INEM bem como a Sra. Ministra da Saúde, não pensaram nos resultados nem nas consequências das medidas que pretendem implementar no INEM e na emergência médica, o que não é admissível, nem para um nem para o outro, evidenciando que não têm condições para continuar nos cargos", sublinha. 

"Neste caso, a Senhora Ministra da Saúde apresentou uma medida que classificou como estrutural e, poucos dias depois, acabou por defender a solução contrária. Esta mudança levanta inevitáveis questões sobre a consistência da estratégia para um setor tão sensível como a saúde. Como poderão os portugueses confiar nas decisões futuras da tutela quando uma medida de elevado impacto é anunciada e revertida num espaço de tempo tão curto? A credibilidade das políticas públicas exige planeamento, fundamentação técnica sólida e coerência na tomada de decisões", explicou o sindicalista, natural do distrito de Bragança, ao jornal diocesano.

António G. Rodrigues

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