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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 23 de junho de 2026

𝙊 𝙉𝙊𝙍𝘿𝙀𝙎𝙏𝙀 𝙏𝙍𝘼𝙉𝙎𝙈𝙊𝙉𝙏𝘼𝙉𝙊 𝙉Ã𝙊 𝙀𝙎𝙏Á À 𝙑𝙀𝙉𝘿𝘼

 Nasceu a Plataforma Nordeste Vivo, um movimento cívico apartidário, determinado a defender o nosso território, a nossa cultura, identidade e a qualidade de vida das nossas populações contra a imposição de megaprojetosenergéticos (fotovoltaicos e eólicos).

𝙊 𝙉𝙤𝙧𝙙𝙚𝙨𝙩𝙚 𝙏𝙧𝙖𝙨𝙢𝙤𝙣𝙩𝙖𝙣𝙤 𝙣ã𝙤 é 𝙪𝙢 𝙚𝙨𝙥𝙖ç𝙤 𝙫𝙖𝙯𝙞𝙤.

É terra de gente, de memória, de agricultura, caça, biodiversidade e de equilíbrio entre a Comunidade e a Natureza.

𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭á 𝐞𝐦 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚?

A instalação de megaprojetos energéticos em Mogadouro, Miranda do Douro,Vimioso e Torre de Moncorvo ameaça o futuro da região, trazendo impactos irreversíveis:

>Saúde e qualidade de vida da população
>Prejuízos graves na agricultura e pecuária, com a ocupação de solos férteis e áreas de pastorícia (como fizeram e estão a fazer em Tó /Mogadouro);
>Redução significativa nas áreas utilizadas para caça e perdas de conetividade entre as populações de espécies cinegéticas
>Risco para a economia local, ameaça direta ao turismo, perdas significativas na hotelaria e restauração, colocando em risco os novos projetos hoteleiros e os futuros matadouros, ameaçando novos projetos agrícolas, ameaçando os pequenos produtores e raças autóctones.
>Destruição de paisagem e perda de biodiversidade na maior Reserva da Biosfera da Meseta Ibérica

𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗘𝘅𝗶𝗴𝗶𝗺𝗼𝘀?

Somos a favor da transição energética, mas somos contra a imposição industrial.

1. Transparência total nos licenciamentos;
2. Estudos de Impacto Ambiental rigorosos e independentes;
3.Participação efetiva da população nas decisões;
4.Respeito pelo território com um modelo de desenvolvimento sustentável criado com a comunidade e não sobre elas.

“Defender a nossa terra não é ser contra o progresso! É exigir equilíbrio, respeito, bom senso e dignidade para quem aqui vive.”

Dia 12 de Junho: junta-te a nós!

Vem esclarecer as tuas dúvidas e fazer parte desta voz comum.

Próxima reunião de esclarecimento. Aberta a todos.

Data: Sexta-feira, 12 de Junho de 2026, 21H00

Local: Salão dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro

Partilha esta mensagem!

Pelo território.
Pelas pessoas.
Pelo nosso futuro.

Leia o comunicado completo AQUI.

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