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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Azeite de Torre de Dona Chama premiado em Itália

 O Azeite “FioAroma” produzido em Torre de Dona Chama, no concelho de Mirandela - marca que nasceu há pouco mais de três meses - acaba de conquistar a medalha de prata no “EVO International Olive Oil Contest Italy 2026”, um dos mais prestigiados concursos de azeite do mundo.


Trata-se da segunda medalha de prata, conquistada no espaço de um mês, depois de a primeira ter acontecido no “London International Olive Oil Competition 2026”.

Para um projeto no seu primeiro ano de produção, este reconhecimento “significa a recompensa pelo trabalho, pela dedicação e pela paixão colocados em cada gota deste azeite”, refere Maria Francisca Lopes Garcia, filha dos proprietários do pequeno olival familiar onde foi produzida uma edição limitada de 1196 garrafas. “O meu pai é que trata delas com muito carinho e talvez seja esse o principal segredo”, confessa. “A azeitona foi apanhada no dia, foi levada para o lagar e foi feita a extração no próprio dia, a frio e isso tem influência na qualidade do azeite”, sublinha.

Para Maria Francisca, este prémio representa muito mais do que uma medalha. “Representa trabalho diário, dedicação, noites sem dormir, paixão pela nossa terra e a vontade enorme de criar um azeite de excelência desde o primeiro dia. Ser reconhecidos internacionalmente tão cedo supera tudo aquilo que imaginávamos”, afirma esta nova empreendedora.

Fernando Pires

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