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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 28 de junho de 2026

VINHAIS DESTACA CRIAÇÃO COMUNITÁRIA NA BIENAL JORGE LIMA BARRETO COM MOMENTO ARTÍSTICO PARTICIPADO

 O segundo dia da VI Bienal Jorge Lima Barreto ficou marcado, em Vinhais, pela forte participação da comunidade na apresentação da criação coletiva “Mãos que Escutam”, um dos momentos mais simbólicos desta edição.


A iniciativa foi acompanhada pelo momento musical “Entre Rendas e Melodias”, interpretado por Romeu Beato ao piano, Leonel Fernandes na bateria e António Dias no contrabaixo, criando uma atmosfera artística de grande envolvimento emocional.

O projeto resulta de um trabalho conjunto promovido pelo Município de Vinhais em colaboração com IPSS do concelho, a Universidade Sénior e a Unidade de Cuidados Continuados, envolvendo utentes e alunos ao longo de várias semanas na construção de uma obra de arte coletiva.

A peça foi apresentada sobre o piano de Jorge Lima Barreto, conferindo-lhe um valor simbólico acrescido ao transformar o instrumento num espaço de memória, criação e encontro intergeracional.

O momento contou ainda com a participação dos alunos da Escola Municipal de Teatro, que deram voz a cinco poemas, enriquecendo a apresentação com diferentes expressões artísticas e reforçando o caráter comunitário da iniciativa.

Mais do que uma apresentação artística, o momento destacou-se como um exemplo de inclusão cultural e de como a arte pode aproximar gerações e fortalecer o sentido de comunidade.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

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