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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Vila Flor já tem mais de 50% do território georreferenciado

 Vila Flor já tem mais de 50% do território georreferenciado e a região de Trás-os-Montes está acima da média nacional. O anuncio foi feito pela Secretária de Estado da Justiça, Ana Luísa Machado à margem da cerimónia de entrega dos prémios BUPi 2025, que decorreu ontem, em Vila Flor.


A secretária de Estado da Justiça adiantou ainda que apesar dos resultados positivos da estrutura de missão, esperam atingir os 75% de georefenciação até ao final do ano. “Temos tido excelentes resultados, estamos numa reta final, mas aquilo que pretendemos é ter mais território georreferenciado. Portanto, estamos a trabalhar para que tenhamos muito sucesso, para que as pessoas reconheçam a importância de georreferenciar os seus prédios, de os identificar. Nós gostaríamos muito de chegar aos 100%. Temos algumas dificuldades porque ainda temos de perceber quais são os 100%. Aquilo que nós pensamos que possam ser os 100% podem não ser. É um trabalho que também estamos a desenvolver. Se chegássemos aos 75% até ao final do ano, eu ficaria muito feliz”.

Ana Luísa Machado destacou ainda que as heranças indevisas continuam a ser um dos grandes entraves à georeferenciação. “Esse é um grande problema, apesar de o Governo estar bastante empenhado em resolver essa questão. Já foram agora adotadas medidas para tentar agilizar o processo das heranças indivisas, mas temos um outro problema que é as pessoas herdam terrenos em localidades onde nunca residiram. Muitas vezes são minifúndios. Não sabem muito bem onde é que ficam, às vezes lembram-se que ficava junto àquela pedra ou junto àquele rio e não conhecem pessoas que os possam ajudar a localizar esse prédio, a fazer o desenho. Em todo caso, também já está a ser trabalhado, estão a ser trabalhadas algumas ferramentas digitais que vão permitir chegar a uma aproximação daquilo que é a geometria do prédio”.

Quanto aos prémios BUPi 2025, a secretária de estado da justiça afirma que são são um estímulo para dar continuidade a este trabalho que considera ser de sucesso. “Nós temos profissionais que são excelentes, que estão a trabalhar todos os dias no BUPi, juntamente com os municípios, juntamente com as CIM, também com as comissões de coordenação regional. Queremos dar a conhecer o mérito, até para que sejam exemplos para outros”.

A Comunidade Intermuncipal das Terras de Trás-os-Montes venceu a categoria Sistemas de Informação Geográfica.  Pedro Lima, autarca de Vila flor e presidente da CIM-TTM mostra-se satisfeito pela distinção e pelo concleho acolher este evento de dimensão nacional. “É muito importante termos aqui um membro do Governo e termos aqui as equipas nacionais, que convergem para este trabalho que é muito importante a nível nacional. Portanto, Vila Flor sente-se sempre orgulhosa de receber, mas receber um evento que tem caráter nacional evidentemente que é muito significativo para nós. Quanto aos prémios, a CIM vai receber um prémio porque acho que nos comportámos muito bem. Temos a visão de que este trabalho é importante ser feito, se calhar mais importante para nós aqui que sentimos o flagelo dos incêndios de uma forma particular, porque a nossa orografia é bastante desafiante e portanto damos muita importância à terra e a quem é o seu dono e quem deve cuidar dela”.

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