A operação é coordenada e executada pela GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, e pretende assegurar o cumprimento das regras aplicáveis à atividade venatória, contribuindo para a proteção da fauna selvagem, a conservação da biodiversidade e a segurança de pessoas e bens.
Com o início da época de caça em terrenos ordenados, as autoridades vão intensificar as ações de fiscalização, procurando detetar situações de incumprimento relacionadas com o exercício da atividade, o uso e transporte de armas e o respeito pelas normas de proteção das espécies cinegéticas.
A operação inclui também ações de sensibilização e cooperação com caçadores e entidades ligadas à atividade, com o objetivo de promover uma prática responsável e compatível com a preservação dos recursos naturais.
A GNR recorda que os caçadores devem respeitar, entre outras regras, as distâncias de segurança legalmente estabelecidas, verificar se a zona onde pretendem caçar cumpre os requisitos aplicáveis e garantir que o armamento é devidamente acondicionado e transportado quando não está a ser utilizado.
Os resultados da anterior Operação “Artémis” revelam a dimensão da fiscalização. Na época 2025/2026 foram controlados mais de 10.700 caçadores, tendo sido identificados 136 crimes e realizadas 133 detenções. Foram ainda levantadas 345 contraordenações, relacionadas sobretudo com documentação obrigatória, transporte de armas e incumprimentos associados à gestão das zonas de caça.

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