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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Exposição 'Primeira Paragem' de Susana Cereja | Estação das Artes

 A Estação das Artes, em Mirandela, recebe a exposição Primeira Paragem, da artista Susana Cereja, com curadoria de Cláudia Santos Melo.


Dando continuidade ao percurso iniciado com Casa de Partida, esta exposição convida o público a embarcar numa viagem onde a arte têxtil, a memória e o território se entrelaçam. Através da tapeçaria em ponto de Arraiolos, reinterpretada numa linguagem contemporânea, Susana Cereja explora temas como a feminilidade, a identidade, a comunidade e a relação entre o ser humano e a paisagem.

Inspirada no simbolismo da ferrovia e no ato de tecer, Primeira Paragem reúne obras que evocam o encontro, a partilha e a transformação. Entre criações inéditas e trabalhos anteriores, a artista estabelece um diálogo com o património, as lendas e as memórias de Mirandela, revelando o têxtil como uma poderosa forma de contar histórias e criar ligações entre pessoas, lugares e gerações.

Primeira Paragem é um convite para abrandar o ritmo, apreciar a arte contemporânea e descobrir como o património, a criatividade e a comunidade se unem através do poder transformador do têxtil.

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