De 8 de outubro até 31 de dezembro de 2026, a cidade de Miranda do Douro tem em exposição obras de arte contemporânea, na biblioteca municipal e na antiga cadeia, uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM), com os propósitos de utilizar a arte como elo de coesão territorial.
A Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes decorre em simultâneo, nos nove concelhos de: Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais e conta com a participação de cerca de 160 artistas, 14 exposições e 13 espaços culturais.
“A iniciativa aposta na descentralização e no acesso à cultura, transformando a arte contemporânea num elo de ligação e coesão territorial”, indica a CIM-TTM.
Na cidade de Miranda do Douro, a Bienal conta com a direção artística de Inês Falcão e curadoria de Domingos Loureiro e apresenta duas exposições com o título “Terra que Fala”, patentes na Biblioteca Municipal António Maria Mourinho e na antiga Cadeia de Miranda do Douro.
As exposições reúnem obras dos artistas, portugueses e espanhóis: Alba Cortes, Álvaro Domingues, Balbina Mendes, José Maria Lillo, José Naranjo Ferrari, Luís Fortunado Lima, Maria Cruz, Maria Regina Ramos, Teresa Almeida e João Paulo Meirinhos.
“Apresentada no âmbito da Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes, a exposição Terra que fala, procura estabelecer um diálogo entre diferentes formas de olhar, habitar e representar a terra, indicando o planalto mirandês como lugar de encontro de culturas e linguagens”, explicam.
Segundo o município de Miranda do Douro, as exposições são complementadas com atividades educativas, visitas orientadas, conversas e oficinas, de modo a envolver a participação ativa da comunidade local e dos visitantes.
HA



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