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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Miranda do Douro: “Terra que Fala” até 31 de dezembro

 De 8 de outubro até 31 de dezembro de 2026, a cidade de Miranda do Douro tem em exposição obras de arte contemporânea, na biblioteca municipal e na antiga cadeia, uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM), com os propósitos de utilizar a arte como elo de coesão territorial.


A Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes decorre em simultâneo, nos nove concelhos de: Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais e conta com a participação de cerca de 160 artistas, 14 exposições e 13 espaços culturais.

“A iniciativa aposta na descentralização e no acesso à cultura, transformando a arte contemporânea num elo de ligação e coesão territorial”, indica a CIM-TTM.


Na cidade de Miranda do Douro, a Bienal conta com a direção artística de Inês Falcão e curadoria de Domingos Loureiro e apresenta duas exposições com o título “Terra que Fala”, patentes na Biblioteca Municipal António Maria Mourinho e na antiga Cadeia de Miranda do Douro.

As exposições reúnem obras dos artistas, portugueses e espanhóis: Alba Cortes, Álvaro Domingues, Balbina Mendes, José Maria Lillo, José Naranjo Ferrari, Luís Fortunado Lima, Maria Cruz, Maria Regina Ramos, Teresa Almeida e João Paulo Meirinhos.


“Apresentada no âmbito da Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes, a exposição Terra que fala, procura estabelecer um diálogo entre diferentes formas de olhar, habitar e representar a terra, indicando o planalto mirandês como lugar de encontro de culturas e linguagens”, explicam.

Segundo o município de Miranda do Douro, as exposições são complementadas com atividades educativas, visitas orientadas, conversas e oficinas, de modo a envolver a participação ativa da comunidade local e dos visitantes.

HA

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