No passado dia 24 de julho foi publicado o Anuário Financeiro relativo ao ano de 2016 . O documento resulta de um estudo liderado pelo Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade (CICF) do IPCA e vai já na sua 13ª edição.
O trabalho publicado anualmente analisa as contas de todas as 308 câmaras municipais do país, de 174 empresas municipais (de um total de 176) e da totalidade dos serviços municipalizados (25). Entre as principais conclusões, o ANUÁRIO 2016 aponta para uma redução de dívida em 276 municípios.
O Município de Bragança apresentou, pela segunda vez, a melhor eficiência financeira na Região Norte na categoria dos municípios de média dimensão, ocupando a 11.ª posição a nível nacional e o primeiro lugar do distrito.
O Município de Carrazeda de Ansiães, ocupa o 2º lugar no ranking global dos municípios do distrito de Bragança com melhor gestão financeira e o 25º lugar a nível nacional.
De acordo com a análise, também o município de Alfândega da Fé ocupa a 5º posição dos municípios com melhor índice de liquidez e está entre os municípios com menor prazo médio de pagamento aos fornecedores (3 dias no final e 2016). Recorde-se que em 2015 este prazo já se situava em 19 dias, sendo que em 2009 superava os 900 dias.
De destacar também que Alfândega da Fé está entre os municípios que têm menos diferença entre o planeado e o executado (0,6%) o que mostra o rigor existente no planeamento e execução do plano e orçamento do município.
A gestão e o rigor refletem-se também ao nível da despesa com pessoal. O município de Alfândega é o que apresenta menos peso da despesa com pessoal na despesa total em 2016 (10,9%) surgindo em 1º lugar no ranking global a nível nacional.
Na evolução do índice de divida total (média da receita corrente/dívida total) o anuário mostra uma evolução muito positiva do município de Alfândega passando de 4,16 em 2013 para 2,77 em 2016, o que significa uma diminuição sustentada da dívida total do município.
Nesta análise existem 10 indicadores que contam para o ranking global, incluindo-se o Índice de liquidez; o Resultado operacional deduzido de amortizações e provisões sobre os proveitos operacionais; o Peso do passivo exigível no Ativo; o Passivo por habitante; a Taxa de cobertura financeira da despesa realizada no exercício; o Prazo médio de pagamentos; o Grau de execução do saldo efetivo; o Índice de dívida total; o Grau de execução da despesa relativamente aos compromissos assumidos e os impostos diretos por habitante.
O Anuário 2016 é mais uma vez coordenado por João Carvalho, investigador do CICF-IPCA e presidente do colégio de especialidade de contabilidade pública da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). Conta, ainda, com a colaboração dos académicos Maria José Fernandes (IPCA), Pedro Camões e Susana Jorge.
in:noticiasdonordeste.pt
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