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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Setor cinegético quer soluções para a valorização da caça

 A valorização da carne de caça e a necessidade de criar mecanismos que respondam ao aumento da população de javalis em Portugal estiveram em destaque nas declarações do Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes. O governante, que esteve presente na Feira da Caça de Macedo de Cavaleiros, defende soluções que permitam dar valor económico à carne de caça e evitar a sua saída para outros países:


Segundo o ministro, estas medidas surgem num contexto de desequilíbrio provocado pelo excesso de javalis, que tem causado prejuízos agrícolas e levantado preocupações ambientais e de segurança. José Manuel Fernandes sublinha ainda o papel dos caçadores no equilíbrio dos ecossistemas:

Do lado da Federação das Associações de Caçadores da 1ª Região Cinegética, o presidente João Alves defende que as políticas públicas para o setor devem ter em conta as realidades regionais e não ser decididas de forma centralizada:

João Alves sublinha ainda o peso económico do setor cinegético e o seu contributo para o desenvolvimento do interior do país, defendendo um maior reconhecimento político desta atividade:

A Federação pretende reforçar o diálogo institucional e utilizar eventos ligados à caça como plataformas de afirmação do setor a nível nacional e internacional:

A valorização da caça e o reconhecimento do impacto económico do setor cinegético marcam assim o debate em torno desta atividade. Governo e representantes dos caçadores apontam para a necessidade de soluções concertadas, capazes de responder às especificidades regionais e de reforçar a sustentabilidade ambiental e territorial.

Cátia Barreira

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