Para o vice-presidente da Câmara de Bragança, Pedro Rego, trata-se de “um projeto inovador que nunca se fez no nosso território” e que pretende “trazer uma vida nova” a zonas históricas da cidade, valorizando simultaneamente as comunidades que nelas vivem.
“Pretende trabalhar em rede com as associações locais, com os artistas locais, com os artesãos e, acima de tudo, também com a comunidade local”, explicou.
O autarca considera que estes bairros têm um peso significativo na identidade da cidade e que o projeto permitirá não só valorizá-los, mas também estimular uma maior colaboração entre o movimento associativo.
“É muito importante que as nossas associações possam trabalhar em conjunto e possam desenvolver atividades culturais em conjunto”, salientou Pedro Rego, em declarações aos jornalistas à margem da apresentação.
Oito projetos ao longo de dois meses
O Bairrofolia contempla oito atividades que vão sendo desenvolvidas ao longo dos próximos dois meses, culminando num programa concentrado no dia 19 de setembro.
A autarquia estima que cerca de 250 pessoas estejam diretamente ou indiretamente ligadas à fase inicial do projeto, embora Pedro Rego admita que esse número possa chegar às 350 à medida que mais moradores se associem às atividades.
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