A nova designação “afirma a solidez científica que estas instituições alcançaram, o nível e a qualidade das formações que ministram e a relevância crescente da sua participação no sistema científico e tecnológico nacional”, refere o IPB.
A adoção da designação de Universidade Politécnica constitui, “o reconhecimento legal e institucional de uma realidade já plenamente consolidada”.
Para o IPB, esta mudança também reconhece “o papel insubstituível desempenhado por estas instituições na coesão territorial. Pela sua implantação regional, capacidade de atração e qualificação de estudantes, ligação às empresas e às comunidades e contributo para a inovação e criação de emprego qualificado, as instituições politécnicas são atualmente o principal garante da presença do ensino superior, da ciência e da inovação em todo o território nacional”, pode ler-se.
No caso de Bragança, esta transformação representa “o reconhecimento do estatuto de uma das Universidades portuguesas com maior impacto internacional, situando-se entre as Universidades portuguesas com melhor desempenho científico, como tem sido claramente demonstrado pelos principais rankings internacionais de Universidades”.
Com efeitos a partir de 1 de agosto, a identidade institucional e os símbolos do atual Instituto Politécnico de Bragança serão alterados, “passando a ser utilizada, em todos os meios, documentos, plataformas e formas de comunicação, a designação: Universidade Politécnica de Bragança – UPB.”
No entanto, o IPB ressalva que esta alteração não encerra, contudo, o processo de evolução institucional em curso. O procedimento destinado à transformação da Universidade Politécnica de Bragança em Universidade “encontra-se em desenvolvimento, na sequência da proposta apresentada pela instituição e do amplo consenso alcançado em torno desse objetivo”.
O IPB espera que este processo “tenha o seu desfecho até ao final do corrente ano, abrindo uma nova etapa no desenvolvimento de uma universidade diferenciada, de matriz territorial, vocacionada para a inovação, para a cooperação internacional e para a produção de conhecimento com impacto na sociedade”.

Sem comentários:
Enviar um comentário