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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Miranda do Douro tem a renda mais baixa entre os 50 municípios mais procurados do país

 Arrendar casa no concelho custa, em termos medianos, 425 euros por mês. Mirandela também integra o ranking nacional, com uma renda de 558 euros.


Miranda do Douro apresenta a renda mediana mais baixa entre os 50 municípios mais procurados para arrendar casa em Portugal, fixada em 425 euros mensais, segundo dados do idealista relativos ao segundo trimestre de 2026.

O município do distrito de Bragança ocupa o 34.º lugar do ranking nacional da procura, destacando-se como o concelho mais acessível entre os 50 analisados. Logo depois surgem Campo Maior, no distrito de Portalegre, com uma renda mediana de 454 euros, e Aguiar da Beira, na Guarda, com 500 euros mensais.

O distrito de Bragança conta com outro município na lista. Mirandela surge no 21.º lugar, com uma renda mediana de 558 euros por mês, integrando a primeira metade da tabela dos concelhos mais procurados.

Os dados evidenciam uma presença crescente do interior no mercado nacional de arrendamento. Municípios de Trás-os-Montes, do Alentejo e das Beiras registaram um volume de pesquisas suficiente para figurarem entre os 50 mais procurados do país, apesar de apresentarem preços significativamente inferiores aos das áreas metropolitanas e do litoral.

A diferença entre os extremos do ranking é expressiva. A renda mediana em Miranda do Douro representa cerca de um quarto do valor registado em Sintra, o município mais caro entre os 50 mais procurados, onde o valor ascende a 1.651 euros mensais. A diferença entre os dois concelhos é de 1.226 euros por mês.

Além de Miranda do Douro e Mirandela, destacam-se entre os municípios do interior Pinhel, no distrito da Guarda, que ocupa o 10.º lugar, com uma renda mediana de 650 euros; Moura, em Beja, na 15.ª posição, com 600 euros; e Campo Maior, em Portalegre, no 20.º lugar, com 454 euros mensais.

Em 31 dos 50 municípios com maior procura de casas para arrendar é possível encontrar rendas medianas inferiores a mil euros mensais, refletindo as fortes diferenças territoriais existentes no mercado habitacional português.

A Amadora lidera o ranking da procura, seguida da Trofa, no distrito do Porto, e de Vila Franca de Xira. O município de Lisboa não integra a lista, o que, segundo o idealista, reflete o impacto dos preços na atratividade da capital.

Nos concelhos do distrito de Lisboa presentes no ranking, apenas Alenquer, com 983 euros por mês, e Azambuja, com 938 euros, ficam abaixo dos mil euros mensais. Sintra apresenta o valor mais elevado, seguindo-se Almada, com 1.589 euros, Faro, com 1.519 euros, Seixal, com 1.500 euros, e Montijo, com 1.475 euros.

No Algarve, Monchique é o único município do ranking com uma renda inferior a mil euros, fixada em 970 euros mensais, enquanto Faro e Silves apresentam valores de 1.519 e 1.313 euros, respetivamente.

AGR

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