Em Constantim, a tradição mantém-se viva!
No final do ciclo agrícola, a aldeia celebra uma tradição ancestral ligada à terra, à fertilidade e à renovação da natureza. Durante o mês de setembro, o Mono e a Mona ficam frente a frente, pendurados na aldeia, anunciando a chegada de um dos momentos mais emblemáticos da festa.
No final do ciclo agrícola, a aldeia celebra uma tradição ancestral ligada à terra, à fertilidade e à renovação da natureza. Durante o mês de setembro, o Mono e a Mona ficam frente a frente, pendurados na aldeia, anunciando a chegada de um dos momentos mais emblemáticos da festa.
A celebração culmina com a Queima do Mono, um ritual simbólico em que o fogo representa a transformação, a renovação e o adubo que devolve força e fertilidade à terra.
Uma tradição que atravessa gerações e que continua a reunir a comunidade em torno da sua identidade, da sua cultura e das suas raízes.

Sem comentários:
Enviar um comentário