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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Executivo de Macedo de Cavaleiros quer retomar projeto da Casa dos Magistrados

 A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros quer retomar o projeto da Casa dos Magistrados, uma antiga ambição do município, embora o processo esteja ainda numa fase de avaliação.


O assunto foi abordado na reunião de Câmara realizada esta quinta-feira.

O presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Sérgio Borges, explica que o executivo está a fazer um levantamento do património e aguarda também uma definição por parte do Estado relativamente aos imóveis que poderão ser cedidos aos municípios:

“É assim, nós, quando entrámos como novo executivo, uma das questões é exatamente os nossos imóveis, o nosso património.

“Estamos a fazer um levantamento daquilo que nos pertence e depois também há aqui uma linha ténue daquilo que é do município e daquilo que é do Estado.“

“As câmaras vão ter uma lista dos imóveis disponibilizados pelo Estado para escolher até ao final do ano.”

Entre os imóveis que podem entrar nesta equação está precisamente a Casa dos Magistrados.

Sérgio Borges diz que o projeto continua a ser uma prioridade do executivo, mas sublinha que será necessário avaliar as condições dos edifícios e os custos de uma eventual recuperação:

“A Casa dos Magistrados é, obviamente, uma antiga ambição, que já vem de trás, e não deixa de ser também a ambição deste executivo.”

“Temos que ver como estão os edifícios e é de louvar esta iniciativa, mas, obviamente, tendo em conta o estado dos imóveis.”

“Porque, se tivermos um imóvel que exija um grande investimento só para o recuperar, também não faz sentido.”

A autarquia ainda não tem, por isso, um valor definido para o investimento.

O presidente da Câmara admite que a verba poderá vir a ser incluída no orçamento municipal, embora, devido à altura do ano, o investimento possa transitar para 2027:

“Tudo o que é investimento, tudo o que é obra, tem que estar plasmado no orçamento.”

“Temos que realmente ter essa lista, avaliar caso a caso e perceber qual o valor total que temos que investir nesses imóveis.”

Para Sérgio Borges, a recuperação e utilização destes imóveis poderá também contribuir para atrair e fixar entidades e instituições no concelho.

O projeto da Casa dos Magistrados fica, assim, em aberto, dependente da lista de imóveis disponibilizada pelo Estado, da avaliação das condições dos edifícios e dos custos necessários à sua recuperação.

Filipe Ventura Alves

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