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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Uma semana para falar de mobilidade, mas também para sair de casa e conhecer mais sobre outras formas de nos deslocarmos.

 Em Bragança, de 16 a 22 de setembro, a 𝑺𝒆𝒎𝒂𝒏𝒂 𝑬𝒖𝒓𝒐𝒑𝒆𝒊𝒂 𝒅𝒂 𝑴𝒐𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 trouxe caminhadas, bicicletas, ações de sensibilização segurança rodoviária, exercício físico, mobilidade elétrica e a apresentação do estudo de base ao Plano de Mobilidade Urbana Sustentável.
Hoje, 𝑫𝒊𝒂 𝑬𝒖𝒓𝒐𝒑𝒆𝒖 𝒔𝒆𝒎 𝑪𝒂𝒓𝒓𝒐𝒔, encerrou-se uma semana de iniciativas, mas o desafio continua: construir uma cidade onde seja cada vez mais fácil, seguro e sustentável deslocar-se.


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A minha opinião sobre o tema:

Depois de anos e anos de silêncio institucional e de passos perdidos na agenda municipal, a Semana Europeia da Mobilidade regressou às ruas da cidade de Bragança. Era uma vergonha a capital do Distrito ignorar a 𝑺𝒆𝒎𝒂𝒏𝒂 𝑬𝒖𝒓𝒐𝒑𝒆𝒊𝒂 𝒅𝒂 𝑴𝒐𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆, e o Dia Europeu Sem Carros
Não é só pintar passadeiras ou fechar uma artéria ao trânsito por um dia. É o reatar de um compromisso com o futuro urbano. Uma cidade moderna não se mede apenas pelos lugares de estacionamento que oferece, mas pela liberdade que dá a quem a vive a pé ou de bicicleta. Que este regresso não seja um epílogo isolado, mas o primeiro sopro de uma mudança duradoura na forma como habitamos e respiramos a nossa cidade.

Parabéns ao Município!

HM

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