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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra em Alfândega da Fé a partir de 1 de outubro

 Duas exposições em dois espaços expositivos


A Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes - "Linha da Terra" chega a Alfândega da Fé a partir de 1 de outubro com duas exposições. Na Galeria Eng. Manuel Cunha, "José Rodrigues - 90 anos", "Linha da Terra" revisita o percurso e o legado do escultor. No Lagar D'El Rei, a exposição "A Terra Que Nos Habita" reúne 20 olhares sobre memória, matéria e transformação. Duas propostas distintas, ligadas por um mesmo projeto artístico e territorial.

A exposição "José Rodrigues - 90 anos" assinala os 90 anos de José Rodrigues através de um percurso que aproxima a sua obra das ideias de terra, memória, matéria e pertença. Em Alfândega da Fé, esta homenagem ganha um significado especial pela ligação do Mestre ao concelho e ao próprio espaço que acolhe a exposição, a Casa da Cultura Mestre José Rodrigues. Mais do que uma homenagem a um dos nomes maiores da escultura portuguesa, é uma oportunidade para revisitar uma obra construída ao longo de décadas e reconhecer nela um diálogo permanente entre o homem, a matéria, o espaço e os lugares. Esta exposição tem curadoria de Ágata Rodrigues e direção artística de Inês Falcão.

Já a exposição " A Terra que nos Habita" que vai estar patente no Lagar D'el Rei, conduz-nos a um lugar de memória, matéria, pertença, tensão e transformação. A exposição reúne diferentes linguagens e aproximações à paisagem, ao corpo, à palavra, à natureza e à experiência, propondo uma leitura contemporânea de Trás-os- Montes enquanto território vivido e imaginado, em permanente transformação. Com curadoria de Cabral Pinto e direção artística de Inês Falcão, esta mostra conta com a participação dos artistas Álvaro Queirós, Ana Carvalho, Ana Pinho Vargas, Bárbara Curralo, Ção Pestana, Fátima Carvalho, Francisca Pinto, Graça Martins, Isabel de Sá, Isabel Saraiva, João Carqueijeiro, Júlio de Matos, Leonor Trindade Sousa, Manuel Porfírio, Mariana Mizarela, Ricardo de Campos, Rosemary Lee, Sá Coutinho, Teresa Ricca, @C+Visiophone.

Sobre a Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra


A Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra decorre entre outubro e dezembro de 2026, com programação distribuída pelos nove concelhos do território, reunindo cerca de 160 artistas e 13 espaços e 14 exposições.

Linha da Terra é o conceito que dá unidade à Bienal. A linha representa a ligação entre lugares, pessoas, artistas e diferentes formas de olhar o território; a terra remete para aquilo que nos liga ao lugar, a paisagem, a memória, a matéria, a identidade e a transformação.

Linha da Terra é a linha que liga nove concelhos através da arte contemporânea. É esta dimensão intermunicipal que distingue e dá força ao projeto: cada exposição tem a sua identidade, o seu espaço e a sua proposta curatorial, mas todas fazem parte de uma programação comum que liga artistas, curadores, espaços culturais, comunidades e públicos.

Terras de Trás-os-Montes, um território ligado pela arte. Em vez de se concentrar numa única cidade ou num único espaço, a Bienal acontece em rede, distribuindo a programação pelas Terras de Trás-os-Montes e criando percursos entre diferentes pontos do território.

Esta dimensão traduz também uma aposta na descentralização cultural. Ao aproximar a criação contemporânea de diferentes comunidades, a Bienal reforça o acesso à cultura e afirma-a como fator de coesão, participação, valorização e desenvolvimento territorial.

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