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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Há peças de vestuário que começam por proteger da chuva e do frio e acabam por vestir a identidade de um povo.

A Capa de Honras Mirandesa é uma das mais singulares peças do vestuário tradicional português. As suas origens remontam à Idade Média e são associadas à capa pluvial usada por clérigos e dignitários. Na Terra de Miranda, foi adoptada primeiro por boieiros e pastores e, mais tarde, tornou-se também símbolo de estatuto, honra e reconhecimento dentro da comunidade.

Feita em burel e marcada por uma ornamentação inconfundível, continua hoje a ser usada em momentos solenes e a representar a “proua” mirandesa, palavra que significa orgulho, tornando-se uma das grandes marcas identitárias da Terra de Miranda.

Mais do que uma capa, é uma forma de vestir a identidade da Terra de Miranda.

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