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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

FESTA DO MENINO DE VILA CHÃ DE BRACIOSA INTEGRA INVENTÁRIO NACIONAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL

 A Festa do Menino de Vila Chã de Braciosa, no concelho de Miranda do Douro, foi distinguida na Sessão Comemorativa do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial, que decorreu a 16 de outubro, na Casa das Artes, no Porto.


A cerimónia assinalou a inclusão desta tradição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, em 2026, tendo a presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Helena Barril, recebido a placa comemorativa que formaliza este reconhecimento.

A distinção valoriza a importância cultural da Festa do Menino e o papel da comunidade de Vila Chã de Braciosa na preservação de uma tradição transmitida de geração em geração. Enraizada na identidade do Planalto Mirandês, esta celebração representa uma expressão do património imaterial da região, mantendo vivas práticas, memórias e costumes que fazem parte da história coletiva da comunidade.

A integração no Inventário Nacional constitui, assim, um reconhecimento do valor desta manifestação cultural e da importância de continuar a salvaguardar e transmitir às gerações futuras as tradições que marcam a identidade local.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

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