Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 18 de outubro de 2026

ALFANDEGUENSE DISTINGUIDO COM GRAU DE COMENDADOR DA ORDEM DO MÉRITO

 Óscar Manuel Aires Lopes, natural de Alfândega da Fé, foi distinguido com o grau de Comendador da Ordem do Mérito pelo Presidente da República, António José Seguro, em reconhecimento de um percurso profissional de mais de 43 anos ao serviço de Portugal.


A distinção reconhece o trabalho desenvolvido por Óscar Lopes na Missão Portuguesa junto do Conselho da Europa, em Estrasburgo, onde desempenhou funções ao longo de várias décadas, contribuindo para a representação portuguesa numa instituição europeia.

Para além do percurso na área diplomática e do serviço público, é autor de dois dicionários jurídicos franco-portugueses, obras que refletem a sua ligação às áreas do Direito e da cooperação entre Portugal e França.

Natural de Alfândega da Fé, Óscar Manuel Aires Lopes vê assim reconhecido um percurso marcado pela dedicação ao serviço do país e pelo contributo para o relacionamento de Portugal com as instituições europeias.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: PR

1 comentário:

  1. Admito que não conheço o percurso do senhor fora da sua função institucional.
    Com uma facilidade impressionante, multiplicam-se as homenagens, medalhas e condecorações públicas a indivíduos que, em bom rigor, não fizeram mais do que a obrigação inerente às funções para as quais foram contratados e remunerados pelo erário público.
    Não se trata de desvalorizar o trabalho ou a dedicação de quem quer que seja. O trabalho honesto e competente merece respeito. No entanto, ser pago pelo dinheiro dos contribuintes para exercer um cargo e, simplesmente, fazer aquilo que consta do contrato não é um ato de heroísmo, é o cumprimento do dever.
    As condecorações e distinções oficiais deveriam estar reservadas para o excepcional, para quem vai manifestamente além do seu dever, para quem se sacrifica em prol da comunidade sem esperar recompensa, ou para quem deixa uma marca transformadora e altruísta na sociedade. Quando transformamos a normalidade num feito heroico, não estamos a glorificar o trabalho; estamos, sim, a desvalorizar o verdadeiro mérito.
    Premiar o trivial banaliza a honra. Se a fasquia para a distinção pública desce ao ponto de aplaudir quem apenas fez o trabalho para o qual recebe ao fim do mês, o que resta para reconhecer quem realmente faz a diferença?
    O serviço público exige rigor e responsabilidade, e o seu pagamento por parte dos cidadãos já é o reconhecimento legal e financeiro desse esforço. Reservemos os louros e as medalhas para o que é verdadeiramente extraordinário. Tudo o resto é apenas a obrigação a ser cumprida.
    HM

    ResponderEliminar