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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

GIPS podem ser retirados do distrito de Bragança

O Distrito de Bragança pode vir a perder os dois centros dos GIPS (Grupo de Intervenção Protecção e socorro) sediados em Bragança mas com centros na serra de Bornes, em Alfândega da Fé, e na serra da Nogueira, em Bragança, durante o Verão. 
Apesar de ainda não haver uma decisão oficial, tudo indica que o Governo prepara a extinção das companhias de Bragança e de Faro, numa reorganização que estará a ser preparada.
Aliás, os rumores já chegaram à autarca de Alfândega da Fé que confessa estar muito preocupada com essa possibilidade. Berta Nunes considera mesmo que, a verificar-se essa extinção, será mais uma machadada na segurança e até na economia da região.
Pode vir a sair do distrito de Bragança uma força de intervenção que durante todos os dias do ano tem equipas prontas a intervir na área da Segurança e do Socorro.

O GIPS foi criado pelo conselho de Ministros, em 2005, com um total de sete companhias em todo o País e surgiu para responder à necessidade da existência de um corpo profissional para actuar em situações de emergência de protecção e socorro, designadamente em ocorrências de incêndios florestais ou de matérias perigosas, catástrofes ou acidentes graves.
A sétima companhia de Bragança tem dois centros, em Bornes e na serra da Nogueira e
correm rumores de que podem vir a ser extintos. 
A presidente do município de Alfândega da Fé está muito preocupada porque entende que o GIPS seria uma perda significativa para a região, dado que Berta Nunes considera que este grupo tem efectuado um trabalho de prevenção em termos de protecção civil singular no distrito, e tem especial relevo na redução clara do número de ignições que têm flagelado o distrito.
Para além de que a autarquia já fez um investimento importante para instalar os elementos numa antiga escola primária.
“Estamos contra porque trata-se de encerrar mais um serviço importante. Aqui no concelho temos 20 homens e já investimos em instalações condignas. E tem havido bons resultados”, sublinha.
Berta Nunes ressalva ainda que, em termos económicos, não menos importante, o GIPS garante no distrito a presença de pelo menos cerca de 5 dezenas de militares que consomem e começam a instalar-se na zona, trazendo para o distrito outras pessoas contribuindo de forma positiva para a economia local. A autarca diz que não faz sentido, uma região com uma área florestal tão vasta venha  perder um serviço tão importante.
“Essa reformulação pode fazer sentido, o que não faz sentido é a retirada do serviço do distrito, mantendo-o no litoral. Ainda por cima somos um distrito com área grande e com muita floresta.
 Berta Nunes promete ficar atenta a este processo para não ser apanhada desprevenida e até já solicitou ao deputado Mota Andrade para questionar o Governo sobre esta questão, estando a aguardar uma resposta.
Apesar de ser apenas um rumor, a autarca de Alfândega da Fé está muito preocupada com a possibilidade de ser extinta a sétima companhia do GIPS, instalada em Bornes e na serra da Nogueira.
 Uma hipótese que, para já, nem o novo comandante do GIPS de Bragança nem sequer o Ministério da Administração Interna se mostraram disponíveis para confirmar ou desmentir. 


Escrito por CIR
in:brigantia.pt

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