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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Júlia Rodrigues acusa José Silvano de aproveitamento político no processo de retirada dos resíduos do Cachão

A presidente do Município de Mirandela acusa José Silvano de tentar tirar proveitos políticos no processo de remoção dos resíduos queimados do complexo do Cachão. Júlia Rodrigues entende que a interpelação na Assembleia da república do deputado do PSD, eleito por Bragança, ao Ministro do Ambiente, que revelou haver disponibilidade para financiar a retirada do lixo, pretendeu apenas ofuscar uma novidade que o actual executivo já havia conseguido nas negociações com a tutela.
Para Júlia Rodrigues, a interpelação de José Silvano, na Assembleia da República, foi uma vergonhosa jogada de antecipação, aproveitando o facto de ainda não estar nomeada a nova administração da AIN. A nova presidente do Município de Mirandela sublinha que foi o seu executivo e o de Vila Flor, accionistas da Agro-Industrial do Nordeste, que gere o complexo do Cachão, que encetaram conversações com o Ministro do Ambiente, e que culminaram na garantia de financiamento do processo de remoção das cerca de 40 mil toneladas de resíduos queimados, resultantes dos incêndios registados, em Setembro de 2013 e Fevereiro de 2015, em dois edifícios que armazenavam plástico prensado e outros materiais.

O próprio Ministro do Ambiente, na resposta à pergunta de José Silvano, no Parlamento, confirmou a existência de um acordo já firmado com o actual executivo para garantir o financiamento através do Fundo Ambiental da retirada do lixo.

Ora perante isto, a autarca socialista entende que José Silvano pretendeu colher frutos do que não semeou. Júlia Rodrigues acrescenta que não pode haver este tipo de política da parte de quem autorizou a instalação e permanência do lixo, e de quem nada fez em Câmaras e Governos PSD.

E depois da garantia de financiamento, Júlia Rodrigues diz que a prioridade é nomear uma nova administração da AIN, já que a anterior, liderada por António Morgado, pediu a renúncia, e rapidamente apresentar essa candidatura ao Fundo Ambiental. A autarca espera que, em Janeiro, possa avançar a retirada total dos resíduos do Cachão.

Júlia Rodrigues a criticar aquilo que considera ter sido uma tentativa de José Silvano de aproveitamento político na questão do processo da remoção dos resíduos queimados do complexo do Cachão, alegando que foi o seu executivo que negociou com o Ministro do Ambiente o financiamento, entretanto já garantido, para a retirada total do lixo daquela unidade. 

Escrito por Rádio Terra Quente (CIR)

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