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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Habitantes da localidade de Burga descontentes com a utilização de uma nova fonte de água

A população da Freguesia de Burga, no concelho de Macedo de Cavaleiros demonstrou-se descontente, ontem, com a ideia do Município Macedense de cortar a água de consumo da nascente da aldeia.
Segundo Rui Vilarinho, Vereador do Município, a água consumida pelos habitantes daquela localidade está imprópria para consumo, alegando que o fornecimento de uma água de qualidade é uma questão de saúde pública.

“A água que estão a consumir é imprópria, tem manganês e arsénio em quantidades elevadas. 

A água para abastecer a aldeia da Burga é resultante da instalação de um furo feito há alguns anos e que depois de várias análises efetuadas revela água própria para consumo humano. As pessoas por vezes não compreendem o porquê de não permitirmos que consumam a água imprópria mas há uma entidade gestora e reguladora que não o permite. É uma questão de saúde pública e nós temos o dever de explicar às pessoas que isto é algo necessário.
Penso que depois de conversarmos com a população, as pessoas compreenderam. Vamos resolver alguns pormenores e a seguir vai ser feita a ligação de forma normal.” 

Américo Costa, residente na aldeia de Burga, afirma que a água que vai ser posta à disposição da população está suja e ainda mais indigna de utilizar.

“Queriam cortar a água da nascente, de uma rede que temos há já 65 anos e queriam-nos pôr aqui outra água de um furo que ainda está mais imprópria do que a que temos consumido. É por isso que a população não ficou contente. O povo está de acordo a pagar, a receber outra água, mas que esteja em perfeitas condições e que toda a gente a possa consumir. 
Tenho fotografias em como esta nova água não está em condições, toda escura. Quando põem a bomba a trabalhar, a água cai dentro do depósito e essa água mistura-se e fica suja durante um dia ou dois.”

Devido à revolta dos moradores da aldeia, ontem não foi possível iniciar as ligações da água, mas ficou a garantia, do lado do Município, de que estas vão ser feitas em breve e de que já foram realizadas análises que demonstraram a viabilidade de consumo desta nova fonte de água.

Escrito por ONDA LIVRE

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