Em 2025 a delegação de Bragança a Cruz Vermelha Portuguesa registou um aumento dos pedidos de ajuda. Atualmente, esta entidade apoia cerca de 1530 famílias, com várias modalidades, com base num programa regular de ajuda a pessoas carenciadas, desde alimentos, medicamentos, vestuários, entre outros tipos de auxílio na cidade e nas freguesias. Mais de 680 são utentes da loja de emergência social, como vítimas de violência doméstica, mães solteiras, jovens estudantes, desempregados e migrantes.
A delegação faz intervenção direta em 22 aldeias do concelho de Bragança de modo a contribuir para o envelhecimento ativo, combatendo o isolamento e a solidão. “Temos mais áreas como a Saúde, transportes e teleassistência, que também já existe no concelho, mais a parte de apoio ao voluntariado internacional”, explicou o delegado regional, Jorge Nunes, sublinhando que “todos os dias alguém passa pela delegação procurando ajuda”.
A procura de apoio na Cruz Vermelha está a aumentar “significativamente”, principalmente alimentos e roupa, tanto mais que os rendimentos são baixos mesmo para quem trabalha e a inflação tem aumentado. “Os pedidos partem de várias proveniências, desde imigrantes, nomeadamente de brasileiros e dos PALOP, mas também de gente do concelho que sente dificuldade ou sopor causa dos percalços que tem na vida”, revelou Patrícia Fernandes, presidente da delegação de Bragança.
Glória Lopes


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