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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Por 26 segundos, o dia fez-se noite, os animais recolheram ao ninho e o povo bateu palmas

 Durante 26 segundos, o dia fez-se praticamente noite e houve mesmo animais que recolheram ao ninho, pensando que já era hora de recolher. Bragança foi o ponto em que o eclipse solar atingiu a sua visibilidade máxima, chegando aos cem por cento junto à aldeia de Guadramil, perto da fronteira com Espanha, onde dezenas de pessoas, sobretudo cientistas e meios de comunicação social (incluindo o Mensageiro) assistiram ao pleno do eclipse.


No aeródromo de Bragança juntaram-se mais de cinco mil pessoas, de acordo com a estimativa da presidente da Câmara de Bragança, Isabel Ferreira, mas foi uns quilómetros ao lado, em Guadramil, que o fenómeno atingiu toda a sua plenitude. "Alguma vez teríamos de ser os primeiros nalguma coisinha", dizia, orgulhoso, Moisés Preto, habitante desta aldeia do Parque de Montesinho, que aproveitou para ver o eclipse durante o seu passeio habitual de fim de tarde.

Em Bragança, Lourdes Correia, acabada de fazer 91 anos, nunca tinha visto semelhante coisa. Mas viu também as galinhas a recolherem ao ninho. "Quando ficou mais escuro, pensaram que era de noite e foram para o ninho. Quando a luz voltou, já estavam todas recolhidas", contou ao Mensageiro.

A escuridão não foi total. Assemelhou-se a um lusco-fusco, daqueles que antecedem a noite. Mas foi o suficiente para arrancar aplausos. Houve abraços e emoção.

AGR

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