Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 6 de novembro de 2010

ERNESTO José RODRIGUES

ERNESTO José RODRIGUES (Torre de Dona Chama, 1956) é Doutor em Letras pela Universidade de Lisboa (1996), na especialidade de Cultura Portuguesa, onde é Professor Auxiliar.
Foi antigo jornalista (1979-1981), leitor de Português na Universidade de Budapeste (1981-1986), assistente da Escola Superior de Educação de Bragança (1986-1988) e professor / coordenador de curso no ISLA – Bragança (1998-1999).
Personalidade multifacetada e incontornável do panorama literário português, com uma participação activa nos estudos literários, Ernesto Rodrigues é, como se define, poeta, escritor, tradutor, historiador da literatura, crítico e ensaísta literário, professor, jornalista, cronista, memorialista e dramaturgo.
O Ernesto é o 3.º a contar da esquerda
 (Grupo de Teatro "A Máscara" 1974)
Poeta estreado em 1973, editou Inconvencional, J. C. Falhou Um Penalty (em colaboração, 1976), Poemas Porventura (1977), Março ou as Primeiras Mãos (em colab., 1981), Para Ortense: Variantes (1981), Sobre o Danúbio (1985), Ilhas Novas (1998), estando, ainda, presente numa dezena de colectâneas.
Na ficção, e afora antologias, deu Várias Bulhas e Algumas Vítimas (1980), novela reeditada em A Flor e a Morte (1983), seguindo-se os romances A Serpente de Bronze (1989) e Torre de Dona Chama (1994). Dirigidas à infância, escreveu Histórias para Acordar (1996).
Faz crítica literária regular desde 1979 e tem várias colaborações poéticas, contísticas e ensaísticas. Vem prefaciando edições, que organiza, de escritores Oitocentistas, prefaciando, também, vários nomes consagrados da literatura portuguesa.
Estudioso das relações entre Portugal e a Hungria, Ernesto Rodrigues traduziu várias obras de ficção e poesia húngaras, sendo agraciado pelo Estado húngaro.

Ary dos Santos

Lisboa
1937 - 1984

Poeta português, natural de Lisboa. Saiu de casa aos 16 anos, exercendo várias actividades como meio de subsistência.
Revelando-se como poeta com a obra Asas (1953), publicou, em 1963, o livro Liturgia de Sangue, a que se seguiram Azul Existe, Tempo de Lenda das Amendoeiras e Adereços, Endereços (todos de 1965). Em 1969, colaborou na campanha da Comissão Democrática Eleitoral e, mais tarde, filiou-se no Partido Comunista Português, tendo tido uma intervenção politizada, mas muito pessoal.
Ficou sobretudo conhecido como autor de poemas para canções do Concurso da Canção da RTP. Os seus temas «Desfolhada» e «Tourada» saíram ambos vencedores. Em 1971, foi atribuído a «Meu Amor, Meu Amor», também da sua autoria, o grande prémio da Canção Discográfica. Declamador, gravou os discos «Ary Por Si Próprio» (1970), «Poesia Política» (1974), «Bandeira Comunista» (1977) e «Ary por Ary» (1979), entre outros. Publicou ainda os volumes Insofrimento In Sofrimento (1969), Fotos-Grafias (1971), Resumo (1973), As Portas que Abril Abriu (1975), O Sangue das Palavras (1979) e 20 Anos de Poesia (1983). Em 1994, foi editada Obra Poética, uma colectânea das suas obras.
Personalidade entusiasta e irreverente, muitos dos seus textos têm um forte tom satírico e até panfletário, anticonvencional, contribuindo decisivamente para a abertura de novas possibilidades para a música popular portuguesa. Deixou cerca de 600 textos destinados a canções.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Os Oportunistas e as Castanhas dos Outros

Um dia destes, em conversa com um amigo, daqueles com quem se pode falar sem ser de futebol ou daquilo que "falam" nos noticiários das televisões, dizia-me ele:
- Será que a nossa Gente não vê, ou sequer vislumbra, quanto roubada é, apenas e só, porque não se organiza? Porque é que o grosso do dinheiro não fica nos bolsos de quem produz?
Dizia-me ele, que entendia bem a razão pela qual na primeira "safra" das castanhas os intermediários as pagam a um preço, digamos que razoável e entusiasmante.
Nunca tinha pensado na matéria nos moldes para os quais ele me alertou.
As primeiras castanhas da época...são, imaginemos, pagas a 2 euros o quilo.
Reacção natural das populações...este ano a coisa vai dar e vale mesmo a pena dobrar a espinha.
Milagre dos milagres, o quilo que era pago a 2 euros, passa em poucos dias, a ser pago a 0,80 euros...
A apanha das castanhas, ainda é das poucas actividades agrícolas que na nossa zona, leva os mais jovens a "meter" uns dias de férias para ajudar os velhotes.
E PORQUÊ?
Porque todos os anos pensam...ESTE ANO A COISA VAI DAR E BEM!
Pensemos então, porque razão os intermediários começam a pagar bem as primeiras apanhas e posteriormente pagam ao preço da uva mijona...
Simples...incentivam a apanha.
Muitos produtores, hesitariam em dobrar a espinha se a compensação financeira fosse irrelevante. Estamos pois a falar de gente, enrugada, cansada, triste, desiludida e maltratada por todos...a não ser os de cá!
Vamos Maria...este ano vai compensar...E TOCA A APANHAR! Com sol com chuva, com frio e calor...apanha apanhar apanhar...
Agora já temos o baixo cheio de sacas de 50 quilos...VAMOS FICAR RICOS!
E depois...aparece o mistério...
Tou xim!!! trimmm trimmmmm
- É do sítio onde compram as castanhas?
- É sim!
- Olhe temos uma tonelada para vender...
- Ok nós compramos a 50 cêntimos o quilo!
- Como? então a semana passada pagavam a 2 euros!
- Pois...mas isso era a semana passada...ou querem assim, ou fiquem com as castanhas.
...Sentamos então o cú no escano...olhamos para as sacas de 50 quilos....
- Óh Maria, se não as vendemos ao preço que eles querem...ficamos com elas aqui a apodrecer...
BANDIDOS!!!!!!!!!! GATUNOS!!!!!!
Tou Xiiimmmmmm!!!
- É do sítio onde compram as castanhas?
- É sim.
- Olhe afinal queremos vender mesmo a tonelada.´Pagam a 0,50 € o quilo não é?
- Por acaso já estamos a pagar abaixo desse preço mas, por ser para si....vá lá, pagamos a 50 cêntimos o quilo.
Obrigado obrigado obrigado!!!! Podem vir buscá-las.
- Vês Maria...até nos as pagaram bem...
E...quando os exploradores as vierem buscar, o Ti Manel e a Ti Maria ainda vão tirar um salpicão do azeite, para lhes dar de lanchar...


Outros Conteúdos :-)

Sugeriu-me, uma querida amiga, que diversificasse os escalões etários aos quais se dirigem os meus posts.
Na opinião dela e com a qual eu concordo, outro tipo de conteúdos podem trazer "novas gentes" a este espaço.
Aí vai então uma primeira e pequena abordagem.

PAT...esta é para ti!

Armazém Social - Cruz Vermelha Portuguesa BRAGANÇA

A Cruz Vermelha não distingue nacionalidades, raças, condições sociais, credos religiosos ou políticos, empenhando-se exclusivamente em socorrer todos os indivíduos na medida dos seus sofrimentos e da urgência das suas necessidades, sem qualquer espécie de discriminação.

Integrado no Ano Europeu da Luta Contar a Pobreza e Exclusão Social (2010), a Delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa, decidiu criar um espaço para recolha de mobiliário, electrodomésticos, material informático, material escolar e brinquedos, denominado de "Armazem Social".
Segue em anexo um Cartaz informativo, para que tenha conhecimento, divulgue e possa associar-se a este projecto no sentido de, juntos ajudar-mos quem mais precisa.
Dado o caracter da nossa Instituição e caso pretendam, é viável proceder ao envio de recibo de donativo (em géneros ou contra factura) do material doado.

Para mais informações não hesite em contactar a Delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Lua Nha Testemunha

GENA...esta é para ti!

Let There Be Light

...esta é para quem gostar! Eu...gosto!

Menina Estás à Janela

NANDO SILVA...esta é para ti!


Leva-me aos Fados

FERNANDO PIRES...esta é para ti!



Canção de Embalar

ADÉRITO...esta é para ti!


Americam Woman

HIGINO...esta é para ti!


Be Bop a Lula

MARCELINO...esta é para ti!


Rock da Miquelina

JAIME...esta é para ti!


Wayfaring Stranger

MAX...esta é para ti!


Há Sempre Uma Solução

A tua Mulher engordou?

Está feia?

Velha?

Acabada?

Sem charme?

Incentiva-a a andar 5 km de manhã e outros 5 km de tarde.
Numa semana ela já estará a 70 km de distância!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

The Doors - Riders on the Storm

KUACHA...esta é para ti!


NÓS OS RICOS!

Prata no cabelo.
Ouro nos dentes.
Pedras nos rins.
Açúcar no sangue.
Depósitos de gordura nas ancas.
Chumbo nos pés.
Ferro nas articulações.
E uma fonte inesgotável de Gás natural.
Nunca pensei que a partir dos 50 pudessem
chegar a ter tanta riqueza!!!
Um abraço a todos os meus amigos ricos!!!

I Want to Hold Your Hand

I Want To Hold Your Hand é o nome de uma música lançada pelo grupo de rock inglês The Beatles em 1963.
É uma das músicas de maior sucesso dos Beatles. Composta pela dupla Lennon/McCartney, pode ser considerada o marco inicial da Beatlemania nos Estados Unidos pois foi a primeira música do Beatles a fazer sucesso nos EUA, alcançando a primeira posição na Billboard como a mais tocada nas rádios por sete semanas seguidas (Billboard 1) e esteve entre as cem mais tocadas por quinze semanas (Hot 100).
Na sua primeira visita pelos Estados Unidos, os Beatles tocaram-na na antológica apresentação no Ed Sullivan Show (programa de televisão de maior força na época no país) quebrando recordes de audiência.
Com uma harmonia simples, a música fala sobre uma declaração de amor. Foi gravada em 17 de Outubro de 1963 nos estúdios Abbey Road em Londres.

'Sou Galego' - Paulo Bragança



Das terras da Rosalia às terras de Miguel Torga percorre o ar a cantiga que todo o povo recorda, das Beiras a Trás-os-Montes, dos rios Mondego ao Minho o perfume da Galiza, de giesta e flor de pinho. Mil anos do mesmo sangue num passado sem fronteiras, o fumo das chaminés nas memórias das aldeias; gaita de foles Galega, Adufeiras da Idanha. Cantamos em Mirandês, lingua que não nos é estranha. Sou Galego, ai, sou Galego, sou Galego até ao Mondego, moiro escuro t'arrenego da Galiza até ao Mondego. Vindimamos o suor por tradição e castigo; são irmãs no seu destino, rias de Aveiro e de Vigo. E há tanto calor humano ao redor de uma fogueira, à lareira vinho tinto, requeijão, broa caseira. E a guitarra de Coimbra, gaita de foles Galega são os sons da nossa alma aos quais o Norte se apega; caminhos de Santiago, trilhos, veredas, clareiras, cantamos ao desafio ao fim da tarde nas eiras. Sou Galego, ai, sou Galego, sou Galego até ao Mondego, moiro escuro t'arrenego da Galiza até ao Mondego. Sou Galego, ai, sou Galego, sou Galego até ao Mondego, moiro escuro t'arrenego da Galiza até ao Mondego.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Yesterday

Yesterday (Ontem, em português) é uma canção gravada pelo grupo de rock inglês The Beatles, lançada em 1965 no álbum Help!.
Embora a composição conhecida como sendo de Lennon/McCartney, foi composta unicamente por Paul McCartney, segundo ele após ter tido um sonho.
Numa manhã de Maio de 1965, Paul acordou com uma melodia na cabeça. Imediatamente foi para o piano que havia no seu quarto em Wimpole Street, em Londres e tocou a música inteirinha, completa, com primeira e segunda parte. Ainda não tinha letra e ele chamou-lhe de Scrambled eggs. Mas Paul ficou a pensar, que já tinha ouvido aquela melodia nalgum lugar. Então passou vários dias a mostrá-la aos amigos e a perguntar se eles já não a conheciam. Não, ninguém nunca tinha ouvido aquilo antes.
Paul McCartney fez a letra definitiva para a canção que ganhou o título de Yesterday, enquanto se dirigia para o Algarve, em Portugal.
A canção, é uma balada acústica que fala sobre um amor perdido. Foi a primeira canção gravada pelos Beatles que só tinha a participação de um elemento do grupo, Paul McCartney, a cantar e a tocar viola, acompanhado por um quarteto de cordas.
Por não ter muito em comum com outras músicas dos Beatles lançadas na época, os outros elementos da banda achavam que seria melhor não a editar.
Segundo o Guinness Book, "Yesterday" é a canção mais regravada da história, tendo sido regravada por outros cantores mais de três mil vezes. Entre os artistas que a regravaram estão Frank Sinatra, Ray Charles, Elvis Presley , Plácido Domingo e Simone de Oliveira.
Em 1971, após a separação dos Beatles, John Lennon magoado com Paul editou a canção "How do you sleep?" onde cantava "The only thing you done was yesterday" ("a única coisa que você fez foi yesterday"). Nessa canção John pretendia, não somente dizer que a única coisa que Paul tinha feito era a canção Yesterday, mas também se referia aos Beatles, que em 1971 já faziam parte do passado, ou seja, ontem.