Foi antigo jornalista (1979-1981), leitor de Português na Universidade de Budapeste (1981-1986), assistente da Escola Superior de Educação de Bragança (1986-1988) e professor / coordenador de curso no ISLA – Bragança (1998-1999).
Personalidade multifacetada e incontornável do panorama literário português, com uma participação activa nos estudos literários, Ernesto Rodrigues é, como se define, poeta, escritor, tradutor, historiador da literatura, crítico e ensaísta literário, professor, jornalista, cronista, memorialista e dramaturgo.
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| O Ernesto é o 3.º a contar da esquerda (Grupo de Teatro "A Máscara" 1974) |
Na ficção, e afora antologias, deu Várias Bulhas e Algumas Vítimas (1980), novela reeditada em A Flor e a Morte (1983), seguindo-se os romances A Serpente de Bronze (1989) e Torre de Dona Chama (1994). Dirigidas à infância, escreveu Histórias para Acordar (1996).
Faz crítica literária regular desde 1979 e tem várias colaborações poéticas, contísticas e ensaísticas. Vem prefaciando edições, que organiza, de escritores Oitocentistas, prefaciando, também, vários nomes consagrados da literatura portuguesa.
Estudioso das relações entre Portugal e a Hungria, Ernesto Rodrigues traduziu várias obras de ficção e poesia húngaras, sendo agraciado pelo Estado húngaro.







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