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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues e João Cameira.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 6 de abril de 2025

O II Prémio Memória Escolar Rural está aberto a participações de quem foi aluno ou professor no meio rural de Portugal ou Espanha.

 Organizado pelo Ayuntamiento de Fonfría (Espanha), com o apoio científico do Observatório Social da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Salamanca, este concurso é uma oportunidade para dar voz às memórias escolares, num projeto que procura preservar e valorizar as vivências educativas que marcaram gerações fora dos grandes centros urbanos.


O concurso valoriza relatos biográficos, não se tratando de um concurso literário, mas sim de testemunhos de vida reais, que mostrem como era a escola rural, como se aprendia, o que se sentia, o que se ensinava. Nesta edição, será dado destaque ao impacto da famosa Enciclopedia Álvarez, uma referência no ensino do século XX em Espanha, cuja memória está ligada ao Museu de Ceadea (Zamora), associado a este projeto. Este prémio conta também com a colaboração da Diputación de Zamora, da Fundación Fomento Hispania e de várias associações culturais de Aliste (Espanha) e das Terras de Miranda (Portugal), entre as quais a AEPGA.

Participar é contribuir para a preservação da memória coletiva da escola rural e ajudar a construir um arquivo precioso para a história da educação. Junte-se a este movimento e participe. Tem até ao dia 31 de maio de 2025 para o fazer. Os originais podem ser apresentados em espanhol, português e nas outras línguas co-oficiais dos dois países, nomeadamente galego, basco, catalão, valenciano e mirandês. 

Mais informações AQUI.

“𝗡𝗮̃𝗼 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗲 𝗮𝘀 𝘀𝘂𝗮𝘀 𝗿𝗮𝗶́𝘇𝗲𝘀 𝗮𝗼 𝗮𝗰𝗮𝘀𝗼”.

 Garanta os seus direitos de propriedade. A inscrição dos terrenos nas finanças não é suficiente para garantir a proteção dos seus direitos de propriedade. Para isso precisa de fazer o registo na Conservatória do Registo Predial, que será gratuito ao apresentar a localização da sua propriedade, obtida através do BUPi.
Porque o registo na Conservatória é obrigatório quando se pretende comprar ou vender um terreno.

Para ajudar na gestão do território rural português, contribuindo para a prevenção de incêndios no nosso país.

Porque pode fazê-lo de forma gratuita, se apresentar a representação gráfica georreferenciada obtida através do BUPi, pelo período de 4 anos a contar da data de adesão do município ao BUPi.


Mais informação AQUI.

17 de MAIO de 1974 - Mensageiro de Bragança.

BRAGANÇA: MEIOS INSUFICIENTES DO INEM PARA BOMBEIROS

 O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH), avisou que os meios do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica), destinados aos bombeiros do distrito de Bragança são precários.


O presidente do órgão sindical, Rui Lázaro, em entrevista à agência Lusa afirmou que os meios “são manifestamente insuficientes. À medida que nos afastamos das grandes cidades, principalmente nas zonas do interior – e o distrito de Bragança é um dos mais fustigados – aquilo que o INEM investe e suporta é uma ambulância por cada concelho, o que é pouco”.

Existem 15 corpos de bombeiros nos 12 distritos de Bragança, sendo três deles postos de reserva – Torre de Dona Chama (Mirandela), Sendim (Miranda do douro) e Izeda (Bragança), em lugar de Postos de Emergência Médica, protocolados com o INEM.

Mirandela já respondeu desde o inicio do ano a 41 ocorrências fora da sua área de operação. No ano passado foram 155.

A carência de meios leva a um aumento de tempo que os veículos gastam numa ocorrência, sem poderem atender a outras intervenções. A distância do hospital de referencia distrital também é um fator. O hospital de Mirandela tem vindo a deteriorar, sendo que a urgência médico-cirúrgica, opera como urgência básica, que faz sobrar o hospital de Bragança,a60 km de distância, a única opção.

“Numa grande cidade, quando uma corporação de bombeiros está ocupada, a vizinha está a um curto espaço de tempo. No interior do país, falamos muitas vezes de mais de 50 quilómetros. Não é compatível nem aceitável, porque vai fora de tempo, que pode muitas vezes custar vidas”, salientou o presidente do sindicato, que defende que duplicar o número de ambulâncias protocoladas, seria a solução.

Jornalista: Mafalda Morais

ENCONTRO DE RITUAIS ANCESTRAIS REGRESSOU A BEMPOSTA PARA RECRIAR TRADIÇÕES DO PASSADO

sábado, 5 de abril de 2025

Os 𝑷𝒂𝒖𝒍𝒊𝒕𝒆𝒊𝒓𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝑺𝒆𝒏𝒅𝒊𝒎 estarão, amanhã, dia 6 pelas 17:30, presentes na Feira da Rosquilha, em Argozelo.

🔬☕ 𝟭𝟬𝟱.º 𝗖𝗮𝗳é 𝗱𝗲 𝗖𝗶ê𝗻𝗰𝗶𝗮 com Diana Barbosa!

 💡 Vivemos cercados por desinformação e pseudociência. Como nos podemos proteger?
𝗦𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗮: Diana Barbosa é comunicadora de ciência há 15 anos, bióloga de formação e especialista em divulgação científica. Atualmente, é gestora de comunicação de ciência no Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e presidente da COMCEPT – Comunidade Céptica Portuguesa. Co-autora do livro "Não se deixe enganar - Guia de sobrevivência no mundo moderno".

7 de JUNHO de 1974 - Mensageiro de Bragança

Clube de Bragança (1911)

 
O Clube de Bragança é uma associação cívica e cultural que sucedeu ao Centro Republicano Emídio Garcia. Sabe-se que, em 1911, se deu a fusão do Centro Republicano com o Clube de Caçadores, conservando, porém, o nome de Centro Republicano Emídio Garcia até 1935, ano em que, por razões de natureza política, se viu obrigado a prescindir do nome deste prestigiado “republicano” bragançano, passando a designar-se por Clube de Bragança.

Instalado logo em 1911 no “Redondo”, edifício situado na confluência das ruas Abílio Beça e Combatentes da Grande Guerra com a Praça da Sé, ainda hoje aí se mantém, tendo no rés-do-chão, desde os anos de 1920, o café Chave D`Ouro.

Como escreveu Patrícia Posse no Jornal do Tâmega, este Clube foi ponto de encontro de republicanos, e promotor de eventos cívicos, culturais – colóquios, ciclos de cinema e teatro, exposições de pintura e fotografia, concursos literários, récitas, concertos, passeios pedestres e torneios de ténis de mesa –, e recreativos, sendo as festas de fim de ano e de Carnaval deste Clube muito concorridas. Durante o Estado Novo, tornou-se um pouco elitista, reunindo a “fina flor” de Bragança e acolhendo os bailes das debutantes.

“Se em tempos idos, a vida cultural brigantina gravitava em torno do Clube – refere a autora –, hoje a oferta é variada. Com cerca de 180 associados, o Clube é visitado por uma dezena de sócios que todas as noites vai jogar às cartas, beber um café e conviver”.

Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa

Paradela: III Trail Contabando do Café

 Após o sucesso das duas primeiras edições, a secção de atletismo do Clube Desportivo de Miranda do Douro (CDMD), volta a organizar no Domingo, dia 6 de abril, na aldeia de Paradela, o III Trail Contrabando do Café, uma prova desportiva que pretende dar a conhecer a história do contrabando e a beleza do Parque Natural do Douro Internacional (PNDI).


Nesta terceira edição, o Trail Contrabando do Café, em Paradela, vai realizar-se em três modalidades: a caminhada de 12 quilómetros, de caráter recreativo e lúdico; a corrida de 15 quilómetros; e a corrida longa, com uma distância de 30 quilómetros.

Nos três percursos, caminhantes e atletas vão percorrer trilhos nos montes e arribas do rio Douro, outrora usados pelos contrabandistas na travessia entre Portugal e Espanha.

Em 2024, esta prova de atletismo reuniu em Paradela, mais de 400 pessoas, entre caminhantes e atletas, que ficaram maravilhados com a beleza das paisagens, não obstante a dureza do percurso e o intenso calor.

Em Paradela, tal como noutras localidades situadas na fronteira entre Portugal e Espanha, as trocas comerciais com o povo vizinho sempre existiram. 
Mas, foi a partir de 1936, com o deflagrar da guerra civil espanhola, que o contrabando aumentou muito entre portugueses e espanhóis. 
Diz-se que nessa época, os portugueses levavam para Espanha, produtos como o café, farinha, pão, azeite, gado suíno, tripa de porco ou têxteis. 
De Espanha, os portugueses traziam gado, volfrâmio, a moeda (na altura, a peseta) e bens valiosos como artigos de ouro, prata, obras de arte e outros artigos de fácil comercialização.

HA

Tim A Solo

 O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros recebe, no dia 11 de abril pelas 21h30, Tim, o vocalista dos Xutos & Pontapés, num espetáculo a solo.
Tim leva-nos numa viagem por canções que nos marcaram, partilha histórias e visita memórias inesquecíveis. Pelo caminho tantas canções, cada uma com a sua história, companheiros de aventuras, bons e maus momentos para lembrar e sorrir, voltando a desfrutar desses instantes.

Contamos com a sua presença!

O bilhete tem um custo de 7,50€ e pode ser adquirido presencialmente no Centro Cultural ou através do telefone 278 428 100. 

Horário da bilheteira:

Dia útil
10h00 - 12h30 | 13h30 - 17h00 
Dia de espetáculo
16h00 - 18h00 | 20h30 - 21h30

Semana Gastronómica do Bacalhau integra programa da Semana Santa de Bragança

 A 4ª edição da Semana Gastronómica do Bacalhau, em Bragança, promovida pela Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), decorre de 11 a 19 de abril e este ano, pela primeira vez, integra o programa da Semana Santa, promovida e organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Bragança, com o apoio do Município de Bragança.


São 18 os restaurantes aderentes, na maioria repetentes, que se juntam à iniciativa e assumem o compromisso de apresentar nas suas ementas um prato, designado de “Bacalhau à Bragança”, que resultou da recuperação de uma receita local recolhida, em Bragança, nos anos 80, por Maria Odete Cortes Valente. E é esta particularidade que diferencia a Semana Gastronómica do Bacalhau de Bragança de todas as outras que possam acontecer noutros locais.

Na última edição, em 2024, a maioria dos aderentes referiu que Bragança já se afirmou “como destino para comer bom bacalhau” e, nalguns casos, os pratos que tinham como base este produto representaram 90% das vendas em toda a semana.

Os estabelecimentos da zona histórica, e apesar do mau tempo, tiveram “lotação esgotada”, ao almoço e jantar, mas com maior pressão à hora de almoço. Nos restaurantes menos centrais a procura também se fez sentir e o bacalhau foi rei na maioria dos aderentes. Nalguns estabelecimentos registou-se um enorme crescimento do “Bacalhau à Bragança”, em relação às edições anteriores, o que confirma que o prato começa a ganhar adeptos, por ser extremamente saboroso.

Todos os restaurantes têm diversos pratos de bacalhau nas respetivas ementas, a ideia de lançar o “Bacalhau à Bragança”, recriando uma receita comum, tem a ver com a procura de uma referência diferenciadora, muito ligada à própria identidade do território.

O bacalhau, não sendo um produto local é, provavelmente, o peixe com maior importância na gastronomia transmontana. Historicamente era um produto relativamente barato, com enorme facilidade de conservação, nutritivo, saboroso e com uma imensidão de formas de o confecionar, resultando em pratos muito diferentes. Nas atividades agrícolas ainda hoje o bacalhau faz parte da ementa e dos alimentos que se transportam para as merendas no campo. É habitual fazer bacalhau frito e salada de bacalhau, por exemplo, na vindima. Em ambos os casos, sendo um prato principal, pode consumir-se frio, o que é mais uma vantagem óbvia.

O bacalhau transformou-se de simples género alimentar em símbolo da identidade portuguesa, de comida socialmente conotada com situações de abstinência e mesmo própria de pobres, em alimento caro e prestigiado no campo gastronómico. O que se observa é que este peixe tem um papel marcante na vida e na cultura dos portugueses, que reconhecem o bacalhau como algo que os remete às suas origens, à sua terra natal, fazendo parte da memória coletiva de um povo.

 É sabido que durante a Semana Santa Bragança tem uma enorme afluência de visitantes e turistas da vizinha Espanha, que são conhecidos como grandes apreciadores de bacalhau.

As celebrações da Semana Santa, a cargo da Santa Casa da Misericórdia de Bragança com o apoio da Câmara Municipal de Bragança, em parceria com diversas entidades, oferecem um conjunto de iniciativas que visam atrair mais visitantes à cidade. Destacamos os concertos musicais, o Passeio de BTT, o mercado de rua com produtos típicos da Páscoa, visitas guiadas gratuitas ao Património Religioso, nos dias 13 e 19 de abril, com concentração às 15h00 na Praça da Sé, entre outras atividades.

Com o objetivo de envolver toda a cidade nestas celebrações, os comerciantes são convidados a colocar nas respetivas montas um dístico da Semana Santa, que vão ser distribuídos pela ACISB, que possui um Código QR que remete o utilizador para o programa da Semana Santa.

Semana Gastronómica do Bacalhau, restaurantes aderentes.

Quinta das Queimadas - Panorama
Quinta Dona Florinda
Restaurante 2/4 de Pimenta
Restaurante Cavaleiro (Vila do Conde)
Restaurante Emiclau
Restaurante Lázaru’s
Restaurante O Acácio
Restaurante o Arado
Restaurante O Javali
Restaurante O Pote
Restaurante Restaurador
Restaurante Rosina
Restaurante Típico Dom Roberto
Restaurante Tribuna 5300
Restaurante Tulipa
Taberna do Javali
Tasca do Zé Tuga
Tasca Noz

Ministério Público poderá acusar EDP e Engie de evasão e fraude fiscal no negócio da venda das 6 barragem do Douro

Jornadas Gastronómicas do Cabrito - VIMIOSO

📰🎙️ Do 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐚̀𝐬 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨, seguem-se dois dias repletos de debates, histórias de sucesso e grandes nomes do setor.

 As 𝐈𝐕 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 trazem um programa repleto de referências nacionais, vozes locais e percursos de antigos estudantes da EsACT-IPB.
Marca na agenda e junta-te a este evento nos dias𝟗 𝐞 𝟏𝟎 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥, 𝐧𝐚 𝐄𝐬𝐀𝐂𝐓-𝐈𝐏𝐁! Consulta todos os detalhes do programa.

⚠️ Nota: O workshop tem vagas limitadas! Fica atento(a) às redes sociais do Núcleo de Estudantes de Comunicação e Jornalismo [@cj_esact_ipb] e garante o teu lugar.

sexta-feira, 4 de abril de 2025

O folar vai estar em destaque em Vilarinho de Agrochão, no concelho de Macedo de Cavaleiros este fim de semana

 Este fim de semana, dia 5 e 6 de abril, a aldeia Vilarinho de Agrochão, no concelho de Macedo de Cavaleiros, vai receber a XXII Feira do Folar.


O folar vai ser o rei da feira que se distingue pela forma tradicional de o produzir e com matéria prima proveniente da aldeia, como explica João Reis, presidente da junta de freguesia de Vilarinho de Agrochão:

“O folar ainda é realizado com os produtos da terra, tudo caseiro, ainda cozido num forno de lenha. As latas onde são cozidos, ainda são untadas com banha à maneira antiga. E ainda com tudo o que dá o porco. É tudo caseiro, desde os ovos, que lhe dá aquela cor amarela tão caraterística. Tudo isto tem influência na qualidade”.

Este ano, vai ser inaugurada uma exposição de pintura da autoria de Jaime Teixeira:

“Vamos repetir o programa com uma exposição de pintura, de pessoas da aldeia. É outro autor, que vive em Lisboa, mas daqui da freguesia. Vamos colocar em exibição no salão da junta”.

A feira conta com 30 expositores de diversas tipologias como fumeiro, doces, vinhos, artesanato entre outros produtos, em que sete são da aldeia e conta com expositores de Macedo, Mirandela e de concelhos vizinhos.

As expetativas são de receber cerca de 3 a 4 mil pessoas, acrescenta João Reis:

“São cerca de 3 a 4 mil pessoas que visitam. O ano passado também tivemos esta afluência de pessoas. Tem andado por esses números. Nós queríamos mais, mas as pessoas são cada vez menos”.

Do programa consta uma caminhada de cerca de 10 quilómetros, que já conta com 50 inscrições.

Também vai haver um passeio de motos turístico.

A animação musical estará a cargo de Paulo Fernandes & Chama Musical, Linha da Frente, Dj Fred, Safira e Augusto Canário.

Uma organização da junta de freguesia de Vilarinho de Agrochão, em parceira com o Município de Macedo de Cavaleiros.

Escrito por Rádio ONDA LIVRE

Noite de Fados da Rádio Onda Livre junta vozes da região, este sábado, no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros

 Este sábado, não será o “Silêncio da Guitarra” que irá ouvir se for ao Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, para a Noite de Fados Rádio ONDA LIVRE, mas será o trinar de várias guitarras, assim como de diversas vozes inconfundíveis da região, pelas 21h30.


A décima segunda edição está praticamente pronta como conta Rui Costa, organizador e diretor artístico, da Rádio ONDA LIVRE:

“A organização está a correr bem. Tudo indica que vai ser um grande espetáculo porque o elenco é muito bom. Temos uma grande fadista que é de Macedo de cavaleiros, Iolanda Pereira, que já deu provas e mais do que provas, que além de ter uma postura em palco espetacular tem uma grande voz. Também temos a Sara Morgado, que também é da região transmontana que tem um voz inconfundível. Vamos ter também um projeto que foi criado há pouco tempo que é um Tributo a Carlos do Carmo, esta grande referência do fado, que nos deixou há pouco tempo, e que o Nuno Fernandes, mais o seu grupo de guitarristas lançaram e está a dar que falar. E vamos ter também um fadista que cantou em grandes casas, em Lisboa. Tem uma voz inconfundível e chama-se Sérgio Pinto, que tem dois projetos um mais a nível de baile e outro de fado, que é o Pinto’s Guitar Fado. Acho que vai ser uma noite repleta de muitas música, fados animados e alegria. Sem falar do cenário, que isso é surpresa”.

A Noite de Fados da Rádio ONDA LIVRE é já um marco cultural na cidade de Macedo de Cavaleiros, que costuma encher as salas e os diversos locais em que já decorreu. O projeto para já vai ter uma dimensão regional, como acrescenta:

“De ano após ano, temos apostado mais nos artistas locais. Este ano abrangemos um bodacinho mais os artistas regionais, que vai ser assim a nossa política. Vamos trazer artistas regionais para mostrar ao público que há imenso talentos na região”.

Um projeto a subir ao palco será Pinto’s Guitar Fado, com a voz de Sérgio Pinto, acompanhado pelo seu filho na guitarra portuguesa, que tem um tema próprio intitulado “Fado Cravo – A lenda da capelinha” que é um hino ao santo da sua terra:

“Eu só tenho um tema da minha autoria que é o Fado Cravo, com uma letra muito bonita que eu escrevi, que fiz para o santinho da minha terra, que se chama “A lenda da capelinha”. De resto, os fados que eu canto, são fados que sempre existiram. Aliás é o que toda a gente faz. E é por isso que o fado evoluiu pouco. Porque a maior parte dos artistas, incluindo o Camané, Mariza, cantam o que os outros sempre cantaram. Quem mais fez evoluir o fado, foi a Amália Rodrigues e o Carlos do Carmo. O fadista Carlos do Carmo, dos homens foi o que conseguiu mais evoluir o fado, e conseguiu transportar o fado para outro patamar. Mas com certeza que vai ser um grande espetáculo. E aconselho, vivamente, a todos aqueles que gostam de fado, a irem no dia 5 ao auditório porque vai ser realmente uma grande noite”.

Uma noite que Carlos do Carmo, um nome incontornável que nos deixou em 2021, filho de Lucília Carmo, outro nome sonante do fado terá um Tributo, num projeto recente que conta com 4 espetáculos, liderado por Nuno Fernandes. Destaca que no norte há muitos fadistas a dedicar-se a este estilo musical:

“Temos muita e boa gente que canta o fado, no Norte e Trás-os-Montes também. Principalmente mulheres a cantar o fado e muito bem cantado. Homens somos menos. Talvez porque haja alguns que não queiram tentar. Mulheres temos bastantes. Porque eu acho que o fado está bocadinho na moda. A nossa geração só agora é que está a dar valor ao fado. Até aqui não se dava grande valor. Achávamos que isto era uma coisa de velhos, se calhar é verdade nós é que estamos mais velhos. Mas também o fado tê vindo a ser ouvido pelos mais jovens, porque veio uma geração de fado que toca coisa diferentes e que nos pôs a ouvir fado, de uma maneira diferente. E mesmo assim, depois vemos Carlos do Carmo, que na altura estava fora do fado tradicional. Tinha até alguns problemas até com isso. Nós acabamos por ouvir também esse gostar”.

Temas como Canoas, Os Putos e Lisboa e Menina e Moça são temas que com certeza vai recordar.

Uma viagem sonora pelo fado, desde os fadistas clássicos como a grande Amália Rodrigues, Hermínia Silva, Carlos do Carmo, até aos mais contemporâneos, como Mariza e Ana Moura, entre muitos outros.

Vão subir ao palco Iolanda Pereira, macedense, Sara Morgado de Vila Flor, o projeto Pinto’s Guitar Fado, com Sérgio Pinto e Dani Patrício alfandegenses, Tributo a Carlos do Carmo com Nuno Fernandes de Bragança, acompanhado por Jorge Pires na guitarra portuguesa, Paulo Dias na viola, João Diegues no baixo, e ainda Álvaro Afonso na viola de fado.

Uma iniciativa da Rádio ONDA LIVRE em parceira com o Município de Macedo de Cavaleiros.

O fado foi declarado Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 27 de novembro de 2011.

A origem histórica do fado é incerta, nasceu em Lisboa em “Casas de Fado”, em bairros como Alfama, Castelo, Mouraria, Bairro Alto, Madragoa para o mundo…

Escrito por Rádio ONDA LIVRE

‘Lembra-te dos meus pecados’ revisita Hamlet para refletir sobre o sentido da vida

 A peça ‘Lembra-te dos meus pecados’ a partir de ‘Hamlet’, obra-prima de William Shakespeare, sobe ao palco do Teatro Municipal de Bragança na próxima quinta-feira, 10 de abril.


“Com dramaturgia e encenação do premiado autor catalão Pau Masaló, a peça reinterpreta ‘Hamlet’ como um talent show intergeracional, misturando absurdo e sublime num cenário inspirado no imaginário dos filmes de zombies”, explica fonte da Companhia Momento-Artistas Independentes responsável pela produção.

A peça que chega a Bragança para ser apresentada no ciclo de teatro ‘Aspas’, junta em palco jovens atores e pessoas idosas sem experiência teatral, e uma encenação irreverente, convida o público a refletir sobre a vida, a morte e as decisões que moldam o nosso destino.

A companhia Momento - Artistas Independentes fundada por Diogo Freitas e Daniel Silva, reúne artistas emergentes e criadores consagrados, promovendo o diálogo intergeracional e desafiando convenções com espetáculos inovadores e reflexivos.

“Lembra-te dos Meus Pecados” explora a dúvida perpétua que paralisa o príncipe da Dinamarca questionando o nosso próprio papel na história e no tempo. "Ser ou não ser"?

“ Esta descodificação inovadora transforma a inércia e melancolia do protagonista num diálogo vivo entre gerações, valorizando a experiência acumulada e a sabedoria partilhada. Num mundo de incertezas, onde as fronteiras entre a realidade e a ilusão se desvanecem, o espectáculo convida o público a um exercício profundo de auto-reflexão e questionamento”, acrescenta a fonte.

O premiado encenador e dramaturgo catalão, fundador do projecto Contenidos Superfluos e da Editorial Superflua, continua aqui a explorar temas universais através da sua abordagem marcadamente visual e política ao teatro contemporâneo.

Assim Hamlet, o “melancólico trágico” por excelência, é o ponto de partida para “Lembra-te dos Meus Pecados”: um espetáculo descontraído e, por vezes, cómico, onde a dúvida e a inércia são confrontadas com a coragem de viver e de errar.

Investimento de 4,2 milhões de euros no Aproveitamento Hidroagrícola de Santulhão

 O presidente da Câmara de Vimioso anunciou esta quinta-feira um investimento de mais de 4,2 milhões de euros destinados ao Aproveitamento Hidroagrícola de Santulhão, que vai abranger mais de 185 hectares de terreno e servir 115 unidades de rega.


“Esta obra tem um valor estimado de mais de 4,2 milhões de euros e tem um financiamento de 3. 969.000 euros, sendo comparticipada em 93% por fundos dos cofres do Estado e os restantes 298 mil euros financiados diretamente pelo município, que representam 7% do investimento total. O concurso não terá de ser internacional e por isso estimamos que no início de 2026, as máquinas já estejam no terreno”, avançou à agência Lusa António Santos.

Após a conclusão do empreendimento hidroagrícola, a infraestrutura e canais de rega serão geridos pela Junta de Agricultores de Santulhão.

Esta barragem destinada ao regadio será construída no sítio numa secção da ribeira Pias, no lugar da Alamela, na freguesia de Santulhão.

De acordo com o autarca deste município do distrito de Bragança, o projeto começou a ganhar forma ainda no decurso do Estado Novo, passando por diversos constrangimentos e promessas não cumpridas, tendo esta autarquia obtido um financiamento vindo do Ministério da Agricultura.

“Este projeto hidroagrícola poderia e deveria estar mais avançado. Os estudos para a construção desta barragem tiveram o seu início durante o Estado Novo, passou o período do 25 de Abril, e já passou por muitos governos e só agora é que foi conseguido o seu financiamento”, frisou António Santos.

O autarca disse acreditar que daqui a três anos os agricultores de Santulhão terão uma outra realidade agrícola, ao nível quer do olival quer das hortícolas.

“O estudo prévio já foi elaborado. De momento o procedimento concursal para elaboração da obra será submetido a reunião de Câmara no dia 12 de abril e depois decorrerá durante dois a três meses, bem como a execução do projeto. Sendo assim, esperamos que as obras arranquem em fevereiro de 2026, mas não podemos avançar com datas em rigor,” vincou.

A futura barragem servirá a freguesia de Santulhão e uma parte de Carção, no concelho de Vimioso, sendo estimado que a albufeira tenha uma área de 7,85 hectares e uma altura máxima prevista a partir do leito natural de cerca de 16 metros.

O autarca perspetiva ainda uma outra barragem para o território da freguesia de Angueira, também neste concelho do Planalto Mirandês, mas ainda sem uma data definida.

Francisco Pinto

ESPETÁCULO DE TEATRO E COMÉDIA SOLIDÁRIO A FAVOR DA APPACDM DE MIRANDELA

 A APPACDM (Associação de pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental) de Mirandela está a convidar a população para assistir à peça de Teatro "À Dúzia é + em €onta" realizada pelo Coletivo de Teatro scdezdejunho.


A peça é constituída por 12 quadros de comédia proporcionando ao público momentos de humor e paródia musical, com reflexões e abordagens de situações da sociedade egoísta e efémera em que vivemos, num mundo cada vez mais distópico.

O evento cultural solidário está marcado para o dia 13 de abril, às 16,30 horas no auditório do Centro Cultural de Mirandela.

A receita arrecadada será integralmente revertida para apoiar a delegação de Mirandela da APPACDM, que há vários anos desempenha um papel crucial no apoio a pessoas com deficiência mental e seus familiares. 

Atualmente, presta apoio a três dezenas de utentes no CACI - Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão - e tem ainda um Lar Residencial com capacidade para 24 utentes.

Os bilhetes podem ser adquiridos no Centro Cultural de Mirandela e APPACDM de Mirandela.

Artigo escrito por Fernando Pires (jornalista)