O nosso Povo. A magia do seu falar e o prazer com que contam as coisas...as histórias e, a alegria de viver com o consequente respeito por tudo o que é nosso...DE TRÁS-OS-MONTES. Estas são "estórias" de Palaçoulo. Espero que gostem todos.
11 BURROS CAEM NO ESTOMAGO
Sede de uma das mais importantes freguesias, com características rurais e industrial localizada na região sudoeste do concelho, implantado ao longo de uma suave colina, é servida em termos de rede viária pela E.M.569, sendo a distância a Miranda (via Duas Igrejas) cerca de 23 km. Faz parte desta freguesia o lugar de Prado-Gatão.
Os primeiros vestígios pré-históricos encontram-se nas gravuras rupestres do “Passadeiro” e da “Vaqueira”, assim como nos machados de pedra encontrados nas suas imediações. Da proto-história é o castro de “Penha-al-Castro”.
O nome histórico de Palaçoulo, deriva do étimo latino Palatiu(m), diminutivado para Palaciolu(m). Doou-o o 1º Rei de Portugal, D. Afonso Henriques, no ano de 1172, com o nome de Palaciolo, de que derivou a já muito antiga e actual denominação Palaçoulo.
ISABEL E DOMINGOS AFONSO
Muitas lápides funerárias e outros abundantes achados confirmam a romanização intensa desta localidade. Da sua abundância histórica, sobressai o episódio do “Santo afogado na lagoa“, ocorrido pelo ano de 1790 e conhecido pela expressão emblemática de “inda refunfunhegas, caramonico de mil demónios”. Tanto este episódio como o abundante acervo histórico desta localidade encontram-se expressivamente descritos no livro “Mirandês e Caramonico”, de José Francisco Fernandes.
A anexa de Prado Gatão, cujo nome remonta a documentos da Idade Média, como uma quinta ou simples propriedade de alguém chamado Gatão.
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