Por: Maria da Conceição Marques
(Colaboradora do "Memórias...e outras coisas...")
(Colaboradora do "Memórias...e outras coisas...")
Celebrar o amor apenas num dia é como regar uma planta uma vez por ano e esperar que floresça.
Namorados não são os que se lembram de amar num dia marcado a coração. Namorados são todos os casais que atravessam a vida de mãos dadas, mesmo quando o caminho é íngreme, mesmo quando o vento sopra contra. São os que oferecem apoio quando ninguém vê, os que escolhem a paz em vez da razão, os que sabem ficar, não por obrigação, mas por escolha.
O amor verdadeiro não precisa de palco nem de aplausos. Vive na naturalidade de um café partilhado, no cuidado de um olhar atento, na paciência que se repete todos os dias. É um amor que acorda cedo, que adormece cansado, que atravessa horas comuns e, nelas, constrói algo extraordinário.
O amor verdadeiro, não cabe numa data, não tem um dia especial. Acontece e vive todos os dias.
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
Participei nas coletâneas: Poema-me; Poetas de Hoje; Sons de Poetas; A Lagoa e a Poesia; A Lagoa o Mar e Eu; Palavras de Veludo; Apenas Saudade; Um Grito à Pobreza; Contas-me uma História; Retrato de Mim; Eclética I; Eclética II; 5 Sentidos.
Reunir Escritas é Possível: Projeto da Academia de Letras- Infanto-Juvenil de São Bento do Sul, Estado de Santa Catarina.
Livros Editados: O Roseiral dos Sentidos – Suspiros Lunares – Delírios de uma Paixão – Entre Céu e o Mar – Uma Eterna Margarida - Contornos Poéticos - Palavras Cruzadas - Nos Labirintos do Nó - Uma Paixão Improvável.

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