A presidente da câmara de Freixo de Espada à Cinta, Maria do Céu Quinta, defendeu ontem que a obra do escritor Guerra Junqueiro deve integrar os manuais escolares portugueses, ao lado de outros vultos da literatura nacional.
Em declarações prestadas à agência Lusa, Maria do Céu Quinta disse que a inclusão da obra de Guerra Junqueiro (1850-1923) nos manuais escolares já deveria ter acontecido há muito, devido à dimensão do legado do poeta nascido em Freixo de Espada à Cinta.
"Guerra Junqueiro só tem de integrar os manuais escolares, dado o valor de toda a sua obra, porque está acima de muitos outros autores, sendo por isso necessário alertar o Ministério da Educação para situação", frisou a autarca.
O concelho de Freixo de Espada à Cinta só tem ensino até ao 9.º ano de escolaridade, o que faz com que os jovens saiam muito cedo do concelho.
"A inclusão de obra de Guerra Junqueiro nos manuais de ensino, poderia ser um alerta para este problema que afeta este território raiano", enfatizou a presidente da Câmara.
A preocupação foi demonstrada no decurso do Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), que decorre em Freixo de Espada à Cinta até sábado, e conta com presença de diversos autores nacionais e estrangeiros.
Por seu lado, o escritor Manuel Alegre, em entrevista à agência Lusa, destacou que é tempo de Guerra Junqueiro regressar "às escolas, ao ensino e as livrarias".
"Guerra Junqueiro é uma figura cimeira da poesia e da literatura portuguesa, e não pode estar nas prateleiras, nem fora do ensino ou do convívio com a sua obra", enfatizou.
Manuel Alegre será hoje o primeiro galardoado com o prémio Guerra Junqueiro, instituído pelo FFIL.
Maria do Céu Quintas adiantou que o município de Freixo de Espada à Cinta tem um projeto para reeditar todo a obra do autor da "Velhice do Padre Interno", "Pátria" e "Os Simples", entre outras obras.
Uma conferência, na FFIL, sobre a vida e obra de Guerra Junqueiro, reúniu em Freixo de Espada a Cinta Manuel Alegre, Mário Cláudio, Nuno Rogeiro, Fernando Pinto do Amaral, Maria Inês Diogo Costa, Henrique Manuel Pereira, Conceição Brandão e Vitorino Perez Prieto, entre outros.
António Pereira
in:diariodetrasosmontes.com
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
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COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Torre de Moncorvo dedica mês de Junho ao Ambiente e à Ciência
Pelo terceiro ano consecutivo, o Município de Torre de Moncorvo vai dedicar o mês de Junho ao Ambiente e à Ciência, tendo, este ano como tema o Fantástico.
Será um mês repleto de actividades, workshops e oficinas artísticas e científicas dirigidas a todas as idades e muito vocacionado para famílias. Com o objectivo de sensibilizar para o Ambiente e estimular a criatividade, o programa de Junho proporciona ao público a oportunidade para pensar fora da caixa proverbial.
Haverá cinema, a comemoração do Dia Mundial do Ambiente, astronomia, concertos, DJ’s, exposições, workshops, oficinas criativas e performances artísticas.
Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçlaves, “o ponto alto do programa é o Festival do Solstício por ser o evento onde se concentra a maior parte das actividades. Este ano, propositadamente, irá coincidir com a comemoração do S. João, que na realidade é a cristianização de cerimónias pagãs para celebração do Solstício de Verão.
As fogueiras sanjoaninas eram rituais de adoração do fogo”.
À semelhança dos anos anteriores, é nestes dias que acontecem as oficinas, os concertos, os workshops, a astronomia e um sem número de atividades diversificadas e dirigidas a todos os públicos.
A qualidade das entidades convidadas a estar presentes no Jardim Horácio de Sousa e no Jardim do Museu do Ferro, juntamente com os parceiros locais têm contribuído para o sucesso do evento.
in:noticiasdonordeste.pt
Será um mês repleto de actividades, workshops e oficinas artísticas e científicas dirigidas a todas as idades e muito vocacionado para famílias. Com o objectivo de sensibilizar para o Ambiente e estimular a criatividade, o programa de Junho proporciona ao público a oportunidade para pensar fora da caixa proverbial.
Haverá cinema, a comemoração do Dia Mundial do Ambiente, astronomia, concertos, DJ’s, exposições, workshops, oficinas criativas e performances artísticas.
Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçlaves, “o ponto alto do programa é o Festival do Solstício por ser o evento onde se concentra a maior parte das actividades. Este ano, propositadamente, irá coincidir com a comemoração do S. João, que na realidade é a cristianização de cerimónias pagãs para celebração do Solstício de Verão.
As fogueiras sanjoaninas eram rituais de adoração do fogo”.
À semelhança dos anos anteriores, é nestes dias que acontecem as oficinas, os concertos, os workshops, a astronomia e um sem número de atividades diversificadas e dirigidas a todos os públicos.
A qualidade das entidades convidadas a estar presentes no Jardim Horácio de Sousa e no Jardim do Museu do Ferro, juntamente com os parceiros locais têm contribuído para o sucesso do evento.
in:noticiasdonordeste.pt
Festa da Cereja de Alfândega da Fé
Uma explosão de sabor num bombom de ” foie-gras” recheado com Cereja de Alfândega da Fé deu o mote para a apresentação da edição deste ano da Festa da Cereja, que acontece de 9 a 11 de junho neste concelho transmontano. A criação é do Chef Marco Gomes.
Natural de Alfândega da Fé conhece como poucos as qualidades e potencialidades gastronómicas dos produtos da terra que o viu nascer e associou-se ao esforço da Câmara Municipal no sentido de as promover e valorizar. Este é também um dos principais objetivos da Festa da Cereja. A iniciativa faz da cereja elemento para a promoção e valorização de outros produtos locais, assumindo-se como espaço de mostra da cultura e identidade deste território.
A apresentação da edição deste ano aconteceu no Restaurante Oficina, no Porto, propriedade do reconhecido Chef. Um almoço temático, onde foram apresentadas várias propostas à base de cereja. Após a entrada fria: bombom de “foie-gras” recheados com cereja de Alfândega da Fé ao natural, seguiu-se um pato confitado em carpaccio de cerejas de Alfândega da Fé e batata-doce. O prato principal incluiu tornedó de novilho com tarte de batata, legumes salteados e molho de cerejas de Alfândega da Fé. A pré-sobremesa trouxe cerejas maceradas em especiarias com espuma de coco e raspas de chocolate.
Para sobremesa veio à mesa uma tarte de cereja de Alfândega da Fé, com gelado da mesma. Algumas destas propostas vão agora ser integradas na carta do restaurante e podem também ser degustadas durante a Festa da Cereja de Alfândega da Fé. É que o Chef Marco Gomes vai ser o responsável por um Showcooking durante o certame. A iniciativa acontece no domingo-11 de junho- e para além do bombom, do gelado e da tarte haverá outras variações gastronómicas com cereja para experimentar.
Uma forma de estimular e incentivar a aposta nos produtos da terra aliando tradição e inovação enquanto fatores de dinamização económica. O que é facto é que a Cereja tem vindo a assumir-se, ao longo dos anos, como fonte de inspiração para a criação de novos produtos alguns deles com caracter inovador. Para além das tradicionais compotas e licores é em Alfândega da Fé que é produzido o vinagre de cereja ou o salpicão de cereja. Novos produtos que acrescentam valor ao setor e que fazem também a história da Festa da Cereja. Quase a completar 40 anos, a iniciativa traz este ano muitas novidades.
Espaço Renovado
Uma das novidades deste ano é a criação de um espaço único com 2100 m2 de área coberta. Uma grande área destinada à mostra e venda de produtos locais e artesanato que inclui um palco permanente para espetáculos musicais e ainda uma área reservada às diversas atividades programadas para a Festa. Uma aposta forte da organização que introduz uma nova dinâmica ao certame. Este ano os visitantes poderão circular num espaço único que agrega expositores, momentos de animação, apresentação de livros e outras iniciativas. Quem passar pela Festa da Cereja poderá assim disfrutar de todos os momentos num só local. No recinto da feira os visitantes poderão ainda encontrar tasquinhas e restaurantes, em espaços de convívio dedicados à gastronomia.
Meia Maratona da Cereja
De regresso à Festa da Cereja está também o atletismo. A emblemática Meia Maratona da Cereja volta a ganhar destaque no certame. Surge com a vontade de reavivar o atletismo no concelho, sendo esta uma prova única no distrito de Bragança. No passado grandes nomes do atletismo nacional participaram na corrida ao Grande Prémio das Cerejas. Este ano, quem vier à Festa da Cereja para correr habilita-se a um prize money de 2800€. A prova realiza-se no dia 11 de junho e o circuito inclui a passagem pelos pomares de cereja, barragem da Esteveínha e zona histórica da vila de Alfândega da Fé. Associada a esta prova desportiva surge também a caminhada da cereja.
Tenda Mágica
A pensar nas famílias, a organização apresenta para esta edição uma novidade, a Tenda Mágica. Um espaço dedicado aos mais novos, com atividades lúdicas e muitas brincadeiras para que também as crianças se divirtam na Festa da Cereja. Enquanto os mais pequenos fazem pinturas faciais ou modelagem de balões, acompanhados pela equipa de animadores/as do município de Alfândega da Fé, os familiares podem visitar a exposição, fazer compras ou assistir aos concertos. Desta forma, miúdos e graúdos disfrutam ao máximo da Festa da Cereja.
Oficinas de Criatividade
Nesta edição da Festa da Cereja os visitantes vão ser convidados a deixar a sua marca. Durante os 3 dias de certame vão decorrer as Oficinas de Criatividade, uma oportunidade para quem tem gosto pela expressão plástica e pela arte. É que no espaço de exposições vai estar montada uma tela gigante, em branco, para que os participantes possam deixar a sua impressão. Com o tema da cereja, estas Oficinas serão acompanhadas por artistas plásticos como António Franchini, Isabel Roxo e Fátima Leite que vão dar orientação aos participantes. O produto final será uma obra única, fruto da criatividade dos visitantes da Festa, que posteriormente será exposta em edifícios públicos do concelho.
Espetáculos Musicais
A grande atração da edição deste ano é João Pedro Pais. O cantor, com raízes no concelho, faz questão de regressar à Festa da Cereja no ano em que comemora 30 anos de carreira. Dia 10 junho este artista, que é já um embaixador de Alfândega da Fé, vai encher o palco principal com grandes êxitos nacionais. Um concerto a não perder. Mas os espetáculos musicais não se esgotam no cabeça de cartaz.
Dia 9 de junho sobem ao palco os Sons do Minho, numa atuação inédita que conta com a participação do grupo de concertinas de Sambade. Um grupo local que se destaca pela sua animação e colorido. Já o dia 11 é dedicado às sonoridades etnográficas de Portugal. A organização da Festa procurou valorizar a cultura e tradições nacionais promovendo um conjunto de espetáculos com grupos de todo o país, destacando nesta mostra, os grupos de cantares locais. Aliás, esta edição da Festa da Cereja privilegia os talentos da terra. Durante os 3 dias da Festa não vão faltar atuações e espetáculos, num encontro entre tradição, perseverança e orgulho.
As noites também prometem grande animação. O programa inclui DJ’s de renome como The Fucking Bastards, Boccalino, Ruben Nave e o alfandeguense Dj Durval, com performances de Didgeriduo, Led Sensation, Les Freak Chic e Leds Wings Colours. Elementos que garantem a festa pela noite dentro.
Encontro de Pastores
No dia 10 de junho a Festa da Cereja promove um Encontro de Pastores que integra o III Concurso de Ovinos de Caprinos. O município de Alfândega da Fé aposta na valorização do território como fator de dinamização sócio económica. No concelho a criação de gado e pastorícia sempre foi uma atividade de grande impacto na economia local daí que haja uma aposta na divulgação e promoção destes elementos tão característicos do território. Este encontro inclui também uma mostra do Cão de Gado Transmontano, uma espécie autóctone da região conhecida pela sua fidelidade e imponência de porte.
in:noticiasdonordeste.pt
Natural de Alfândega da Fé conhece como poucos as qualidades e potencialidades gastronómicas dos produtos da terra que o viu nascer e associou-se ao esforço da Câmara Municipal no sentido de as promover e valorizar. Este é também um dos principais objetivos da Festa da Cereja. A iniciativa faz da cereja elemento para a promoção e valorização de outros produtos locais, assumindo-se como espaço de mostra da cultura e identidade deste território.
A apresentação da edição deste ano aconteceu no Restaurante Oficina, no Porto, propriedade do reconhecido Chef. Um almoço temático, onde foram apresentadas várias propostas à base de cereja. Após a entrada fria: bombom de “foie-gras” recheados com cereja de Alfândega da Fé ao natural, seguiu-se um pato confitado em carpaccio de cerejas de Alfândega da Fé e batata-doce. O prato principal incluiu tornedó de novilho com tarte de batata, legumes salteados e molho de cerejas de Alfândega da Fé. A pré-sobremesa trouxe cerejas maceradas em especiarias com espuma de coco e raspas de chocolate.
Para sobremesa veio à mesa uma tarte de cereja de Alfândega da Fé, com gelado da mesma. Algumas destas propostas vão agora ser integradas na carta do restaurante e podem também ser degustadas durante a Festa da Cereja de Alfândega da Fé. É que o Chef Marco Gomes vai ser o responsável por um Showcooking durante o certame. A iniciativa acontece no domingo-11 de junho- e para além do bombom, do gelado e da tarte haverá outras variações gastronómicas com cereja para experimentar.
Uma forma de estimular e incentivar a aposta nos produtos da terra aliando tradição e inovação enquanto fatores de dinamização económica. O que é facto é que a Cereja tem vindo a assumir-se, ao longo dos anos, como fonte de inspiração para a criação de novos produtos alguns deles com caracter inovador. Para além das tradicionais compotas e licores é em Alfândega da Fé que é produzido o vinagre de cereja ou o salpicão de cereja. Novos produtos que acrescentam valor ao setor e que fazem também a história da Festa da Cereja. Quase a completar 40 anos, a iniciativa traz este ano muitas novidades.
Espaço Renovado
Uma das novidades deste ano é a criação de um espaço único com 2100 m2 de área coberta. Uma grande área destinada à mostra e venda de produtos locais e artesanato que inclui um palco permanente para espetáculos musicais e ainda uma área reservada às diversas atividades programadas para a Festa. Uma aposta forte da organização que introduz uma nova dinâmica ao certame. Este ano os visitantes poderão circular num espaço único que agrega expositores, momentos de animação, apresentação de livros e outras iniciativas. Quem passar pela Festa da Cereja poderá assim disfrutar de todos os momentos num só local. No recinto da feira os visitantes poderão ainda encontrar tasquinhas e restaurantes, em espaços de convívio dedicados à gastronomia.
Meia Maratona da Cereja
De regresso à Festa da Cereja está também o atletismo. A emblemática Meia Maratona da Cereja volta a ganhar destaque no certame. Surge com a vontade de reavivar o atletismo no concelho, sendo esta uma prova única no distrito de Bragança. No passado grandes nomes do atletismo nacional participaram na corrida ao Grande Prémio das Cerejas. Este ano, quem vier à Festa da Cereja para correr habilita-se a um prize money de 2800€. A prova realiza-se no dia 11 de junho e o circuito inclui a passagem pelos pomares de cereja, barragem da Esteveínha e zona histórica da vila de Alfândega da Fé. Associada a esta prova desportiva surge também a caminhada da cereja.
Tenda Mágica
A pensar nas famílias, a organização apresenta para esta edição uma novidade, a Tenda Mágica. Um espaço dedicado aos mais novos, com atividades lúdicas e muitas brincadeiras para que também as crianças se divirtam na Festa da Cereja. Enquanto os mais pequenos fazem pinturas faciais ou modelagem de balões, acompanhados pela equipa de animadores/as do município de Alfândega da Fé, os familiares podem visitar a exposição, fazer compras ou assistir aos concertos. Desta forma, miúdos e graúdos disfrutam ao máximo da Festa da Cereja.
Oficinas de Criatividade
Nesta edição da Festa da Cereja os visitantes vão ser convidados a deixar a sua marca. Durante os 3 dias de certame vão decorrer as Oficinas de Criatividade, uma oportunidade para quem tem gosto pela expressão plástica e pela arte. É que no espaço de exposições vai estar montada uma tela gigante, em branco, para que os participantes possam deixar a sua impressão. Com o tema da cereja, estas Oficinas serão acompanhadas por artistas plásticos como António Franchini, Isabel Roxo e Fátima Leite que vão dar orientação aos participantes. O produto final será uma obra única, fruto da criatividade dos visitantes da Festa, que posteriormente será exposta em edifícios públicos do concelho.
Espetáculos Musicais
A grande atração da edição deste ano é João Pedro Pais. O cantor, com raízes no concelho, faz questão de regressar à Festa da Cereja no ano em que comemora 30 anos de carreira. Dia 10 junho este artista, que é já um embaixador de Alfândega da Fé, vai encher o palco principal com grandes êxitos nacionais. Um concerto a não perder. Mas os espetáculos musicais não se esgotam no cabeça de cartaz.
Dia 9 de junho sobem ao palco os Sons do Minho, numa atuação inédita que conta com a participação do grupo de concertinas de Sambade. Um grupo local que se destaca pela sua animação e colorido. Já o dia 11 é dedicado às sonoridades etnográficas de Portugal. A organização da Festa procurou valorizar a cultura e tradições nacionais promovendo um conjunto de espetáculos com grupos de todo o país, destacando nesta mostra, os grupos de cantares locais. Aliás, esta edição da Festa da Cereja privilegia os talentos da terra. Durante os 3 dias da Festa não vão faltar atuações e espetáculos, num encontro entre tradição, perseverança e orgulho.As noites também prometem grande animação. O programa inclui DJ’s de renome como The Fucking Bastards, Boccalino, Ruben Nave e o alfandeguense Dj Durval, com performances de Didgeriduo, Led Sensation, Les Freak Chic e Leds Wings Colours. Elementos que garantem a festa pela noite dentro.
Encontro de Pastores
No dia 10 de junho a Festa da Cereja promove um Encontro de Pastores que integra o III Concurso de Ovinos de Caprinos. O município de Alfândega da Fé aposta na valorização do território como fator de dinamização sócio económica. No concelho a criação de gado e pastorícia sempre foi uma atividade de grande impacto na economia local daí que haja uma aposta na divulgação e promoção destes elementos tão característicos do território. Este encontro inclui também uma mostra do Cão de Gado Transmontano, uma espécie autóctone da região conhecida pela sua fidelidade e imponência de porte.
in:noticiasdonordeste.pt
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Manuel António Pires
Cónego capitular da Sé catedral de Bragança, penitenciário da mesma, professor de ciências eclesiásticas no Seminário Diocesano de Bragança e no mesmo director doutrinal e examinador pró-sinodal e prelado doméstico de Sua Santidade com o título de monsenhor.
Nasceu na freguesia de S. Pedro dos Sarracenos, concelho de Bragança, a 3 de Setembro de 1824 e aqui faleceu a 9 de Março de 1895; filho de Francisco José Pires, natural de Mós de Rebordãos, e de Maria Luísa, natural de Sarzeda, moradores em S. Pedro dos Sarracenos.
Foi nomeado professor de ciências eclesiásticas no Seminário de Bragança, onde já o era de preparatórios, em 16 de Maio de 1886.
Escreveu:
Officia propria festorum a Summis Pontificibus approbata et concessa por Dioecesi Coeliobrigensi nunc demo recognita et edita. Bracarae, ex tip. Lusitana, 1868. 8.º de 166 págs. e duas de correcções. É a colecção da reza especial da diocese de Bragança, em volume próprio. Livro de muita utilidade e indispensável aos sacerdotes bragançanos.
Opúsculo de considerações históricas sobre a edificação da catedral de Bragança. Porto, tip. de António José da Silva Teixeira, 1883. 8.º de VII-39 págs.
Catecismo explicado – Breviário do Cristão compilado da Explicação histórica, dogmática, moral, litúrgica e canónica de Mr. o Abade Ambrósio Guillois e de outros autores católicos. Porto, tip. de António José da Silva Teixeira, 1883. 8.º de XVI-464 págs. Esta obra é oferecida a D. José Maria da Silva Ferrão de Carvalho Martens, bispo de Bragança, do qual insere a Provisão de 18 de Janeiro de 1883, que a manda considerar «como cathecismo diocesano em toda a diocese de Bragança (e que por ella os parochos dirijam as suas lições de doutrina christã)».
Virtudes do Bispo de Bragança D. António Luís da Veiga Cabral e Câmara. Porto, Tip. da Palavra, 1887, 8.º de 36 págs.
Catecismo abreviado da Doutrina Cristã para uso da mocidade estudiosa, dado à Diocese de Bragança em 31 de Dezembro de 1887, faustoso dia do Jubileu Sacerdotal do Sumo Pontífice Leão XIII. Coimbra, Imp. da Universidade, 1888. 16.º de 254 págs. É um resumo do antecedente com destino a ensinarem-se por ele as crianças, compendiado pelo autor a pedido do bispo da diocese D. José Alves de Mariz, a quem o livro é dedicado, como se vê da sua Provisão de 31 de Dezembro de 1887, inserta logo no princípio, onde recomenda que na diocese de Bragança os «parochos e professores usem sómente d’este livro para o ensino da doutrina christã, devendo uns e outros munir-se do “Cathecismo-breviario do Christão” para desenvolverem e explicarem os principios religiosos segundo as exigencias e o progressivo aproveitamento dos seus discipulos».
Breve compêndio ou Catecismo de doutrina cristã muito útil aos meninos para se instruírem na ciência da Salvação; e aos pais de família para educarem seus filhos e criá-los na verdadeira fé e doutrina da Santa Igreja Católica. Braga, na tip. Lusitana, 1870. 16.º de LIX-428 págs., sendo duas de erratas.
Monumento à memória de D. António Luís da Veiga Cabral e Câmara, Bispo de Bragança. Porto, tip. da Palavra, 1889. 8.º de XXXI-339 págs., com o retrato do bispo. Esta obra foi escrita de colaboração com: conde de Samodães, Artur Eduardo de Almeida Brandão, capelão de caçadores nº 9, e Pedro Augusto Ferreira, abade de Miragaia, no Porto, continuador do Portugal Antigo e Moderno.
Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança
Homem detido com armas ilegais em Mirandela
Um homem foi ontem detido, em Mirandela, por posse ilegal de arma.
No âmbito de uma investigação por suspeita de furto a residência, a GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal do Mirandela, apreendeu ao suspeito de 49 anos três carabinas, uma caçadeira de canos serrados, 10 televisores, duas armas brancas, 38 maços de tabaco de marcas variadas e material usado na prática de furtos.
O homem foi notificado para comparecer hoje no Tribunal Judicial da Comarca de Bragança.
Escrito por ONDA LIVRE
No âmbito de uma investigação por suspeita de furto a residência, a GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal do Mirandela, apreendeu ao suspeito de 49 anos três carabinas, uma caçadeira de canos serrados, 10 televisores, duas armas brancas, 38 maços de tabaco de marcas variadas e material usado na prática de furtos.
O homem foi notificado para comparecer hoje no Tribunal Judicial da Comarca de Bragança.
Escrito por ONDA LIVRE
Cantos de Trabalho e Pauliteiros de Algozo
Michel Giacometti regista os cantos de trabalho e a actuação dos pauliteiros de Algoso, povoação do concelho de Vimioso, no distrito de Bragança.
Clica na imagem para aceder ao video
Vinhais com mais de 530.000,00 € para promover e rejuvenescer o Setor Agroalimentar em especial o Fumeiro de Vinhais
A Associação Nacional de Criadores de Suínos de Raça Bísara (ANCSUB) conseguiu a aprovação de um projeto, no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte 2020, num montante de financiamento de 534.699,30 euros.
Com o projeto “Apoio ao Empreendedorismo do Setor Agroalimentar em Terras de Trás-os-Montes” pretende-se fomentar o espírito empresarial na região, mais concretamente no que diz respeito à produção de fumeiro de Vinhais IGP.
O projeto, que é uma aposta da ANCSUB com o apoio da Câmara Municipal de Vinhais, permitirá concretizar uma estratégia de valorização dos produtos agroalimentares de Vinhais, em especial do fumeiro, através do apoio às empresas do setor agroalimentar e criação de novas empresas, da inovação dos produtos endógenos, da qualificação dos empresários do setor agroalimentar e do aumento da comercialização e exportação de produtos e da dinamização e promoção do turismo gastronómico.
A aprovação deste projeto reveste-se de uma grande importância para um concelho, onde a produção de fumeiro continua a ser um dos importantes setores económicos. “Vinhais é um território rural, onde a agricultura é o suporte socioeconómico da população e a produção de fumeiro tem de continuar e ser encarada como uma alternativa de criação da própria empresa e do próprio emprego”, considera a responsável por aquela associação.
A implementação do projeto vai ter início já no presente ano e prolonga-se até 2019.
O Norte 2020 trata-se de um instrumento financeiro que tem como objetivo o desenvolvimento regional do Norte de Portugal.
site da CM Vinhais
Com o projeto “Apoio ao Empreendedorismo do Setor Agroalimentar em Terras de Trás-os-Montes” pretende-se fomentar o espírito empresarial na região, mais concretamente no que diz respeito à produção de fumeiro de Vinhais IGP.
O projeto, que é uma aposta da ANCSUB com o apoio da Câmara Municipal de Vinhais, permitirá concretizar uma estratégia de valorização dos produtos agroalimentares de Vinhais, em especial do fumeiro, através do apoio às empresas do setor agroalimentar e criação de novas empresas, da inovação dos produtos endógenos, da qualificação dos empresários do setor agroalimentar e do aumento da comercialização e exportação de produtos e da dinamização e promoção do turismo gastronómico.
A aprovação deste projeto reveste-se de uma grande importância para um concelho, onde a produção de fumeiro continua a ser um dos importantes setores económicos. “Vinhais é um território rural, onde a agricultura é o suporte socioeconómico da população e a produção de fumeiro tem de continuar e ser encarada como uma alternativa de criação da própria empresa e do próprio emprego”, considera a responsável por aquela associação.
A implementação do projeto vai ter início já no presente ano e prolonga-se até 2019.
O Norte 2020 trata-se de um instrumento financeiro que tem como objetivo o desenvolvimento regional do Norte de Portugal.
site da CM Vinhais
II Feira das Ciências de Bragança espera 3000 visitantes até amanhã
Até sexta-feira em Bragança é possível conhecer as mais diversas experiências científicas na II feira das ciências.
A iniciativa que começou ontem é organizada pelo centro de Ciência Viva de Bragança e conta com a participação de cerca de uma dezena de instituições, a maioria de ensino. E aqui são os alunos que mostram o que aprenderam nesta área aos colegas.
“Usando uma pilha fazemos curto-circuito na palha-de-aço e pega fogo, que é mais ou menos o que acontece quando se dão incêndios em casa a partir de curto circuitos”, explica um dos alunos.
E alguns visitantes ficam tão maravilhados que garantem que a ciência fará parte do futuro.
“Aprendi muita coisa, adoro ciências, porque a ciência tem explicações lógicas mas às vezes também parece magia”, disse Tiago Rodrigues, de 6 anos.
A directora do Centro de Ciência Viva de Bragança, Ivone Fachada, explica que o objectivo da iniciativa é estimular o interesse pelas ciências em particular junto da comunidade escolar.
“Esta feira consiste numa grande mostra de ciência experimental, que é desenvolvida nas escolas ou nas instituições participantes ao longo do ano e que culmina nesta grande feira de ciências. Também o Instituto Politécnico de Bragança fez questão de estar cá os três dias com as quatro escolas e isso demonstram a confiança que depositam no Centro Ciência Viva mas também no trabalho experimental que é desenvolvido e a importância de abrir as portas da universidade à comunidade”, destacou ainda.
Ao longo de três dias são esperados cerca de 3000 visitantes na II edição da feira das ciências que decorre no largo do município, em Bragança.
Escrito por Brigantia
A iniciativa que começou ontem é organizada pelo centro de Ciência Viva de Bragança e conta com a participação de cerca de uma dezena de instituições, a maioria de ensino. E aqui são os alunos que mostram o que aprenderam nesta área aos colegas.
“Usando uma pilha fazemos curto-circuito na palha-de-aço e pega fogo, que é mais ou menos o que acontece quando se dão incêndios em casa a partir de curto circuitos”, explica um dos alunos.
E alguns visitantes ficam tão maravilhados que garantem que a ciência fará parte do futuro.
“Aprendi muita coisa, adoro ciências, porque a ciência tem explicações lógicas mas às vezes também parece magia”, disse Tiago Rodrigues, de 6 anos.
A directora do Centro de Ciência Viva de Bragança, Ivone Fachada, explica que o objectivo da iniciativa é estimular o interesse pelas ciências em particular junto da comunidade escolar.
“Esta feira consiste numa grande mostra de ciência experimental, que é desenvolvida nas escolas ou nas instituições participantes ao longo do ano e que culmina nesta grande feira de ciências. Também o Instituto Politécnico de Bragança fez questão de estar cá os três dias com as quatro escolas e isso demonstram a confiança que depositam no Centro Ciência Viva mas também no trabalho experimental que é desenvolvido e a importância de abrir as portas da universidade à comunidade”, destacou ainda.
Ao longo de três dias são esperados cerca de 3000 visitantes na II edição da feira das ciências que decorre no largo do município, em Bragança.
Escrito por Brigantia
Rentes de Carvalho retrata o seu Trás-os-Montes com as "desgraças e as coisas boas"
O livro “Trás-os-Montes, o Nordeste” da autoria de José Rentes de Carvalho foi apresentado esta terça-feira em Mogadouro. A publicação faz parte da colecção retratos promovida pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Trata-se de um retrato pessoal da região feito pelo autor que tem origem na aldeia de Estevais, no concelho de Mogadouro, localidade onde Rentes de Carvalho, que se radicou há 60 anos na Holanda, passa parte do ano.
O escritor refere que os transmontanos são a personagem principal do livro, que faz o encontro entre o agora e o passado.
“Fala do Trás-os-Montes antigo, de quando eu era miúdo, que tem poucas semelhanças com o actual, que tem televisão e internet, o Trás-os-Montes antigo tinha lama, tinha moscas era diferente. Retrata a província, a desgraça de nós todos, e as coisas boas, o azeite e o vinho”, explica.
Depois de na mesma colecção ter sido editado o ano passado o livro de Henrique Raposo retratando o Alentejo, que causou muita controvérsia, Rentes de Carvalho entende que apesar de ter um retrato pouco cândido do nordeste transmontano, o livro não é polémico.
“Não é polémico, é um livro cheio de amor, de amizade de carinho e de tristeza”, destaca, mas diz que não fala do reino maravilhoso “esse nunca houve nem vai haver”.
A primeira apresentação da publicação aconteceu na biblioteca municipal Trindade Coelho em Mogadouro. David Lopes, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, explicou que não poderia ter sido realizada noutro local.
“Porque o tema, o autor, as palavras que ele nos passou neste texto verdadeiramente extraordinário convoca-nos. Quando lemos o manuscrito pela primeira vez não tivemos a mínima dúvida que só podia ser aqui este livro e este texto”, referiu.
Na apresentação a câmara municipal de Mogadouro decidiu ainda homenagear o escritor Rentes de Carvalho.
O livro Trás-os-Montes, o Nordeste vai ainda ser apresentado na feira do livro de Lisboa numa sessão debate com o tema “Trás-os-Montes. Condenado ao abandono?”.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro
Trata-se de um retrato pessoal da região feito pelo autor que tem origem na aldeia de Estevais, no concelho de Mogadouro, localidade onde Rentes de Carvalho, que se radicou há 60 anos na Holanda, passa parte do ano.
O escritor refere que os transmontanos são a personagem principal do livro, que faz o encontro entre o agora e o passado.
“Fala do Trás-os-Montes antigo, de quando eu era miúdo, que tem poucas semelhanças com o actual, que tem televisão e internet, o Trás-os-Montes antigo tinha lama, tinha moscas era diferente. Retrata a província, a desgraça de nós todos, e as coisas boas, o azeite e o vinho”, explica.
Depois de na mesma colecção ter sido editado o ano passado o livro de Henrique Raposo retratando o Alentejo, que causou muita controvérsia, Rentes de Carvalho entende que apesar de ter um retrato pouco cândido do nordeste transmontano, o livro não é polémico.
“Não é polémico, é um livro cheio de amor, de amizade de carinho e de tristeza”, destaca, mas diz que não fala do reino maravilhoso “esse nunca houve nem vai haver”.
A primeira apresentação da publicação aconteceu na biblioteca municipal Trindade Coelho em Mogadouro. David Lopes, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, explicou que não poderia ter sido realizada noutro local.
“Porque o tema, o autor, as palavras que ele nos passou neste texto verdadeiramente extraordinário convoca-nos. Quando lemos o manuscrito pela primeira vez não tivemos a mínima dúvida que só podia ser aqui este livro e este texto”, referiu.
Na apresentação a câmara municipal de Mogadouro decidiu ainda homenagear o escritor Rentes de Carvalho.
O livro Trás-os-Montes, o Nordeste vai ainda ser apresentado na feira do livro de Lisboa numa sessão debate com o tema “Trás-os-Montes. Condenado ao abandono?”.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro
Produtores de castanha indignados com falta de atenção de alguns colegas no combate à vespa da galha do castanheiro
A falta de informação, de atenção ou simplesmente a ignorância estão a provocar alarme junto de alguns produtores de castanhas do concelho de Bragança.
Tudo porque, apesar das diversas ações de formação, há quem continue a ignorar os concelhos das autoridades e a comprar plantas infetadas.
Nos últimos dias, foi detetada a presença de vespa da galha do castanheiro num souto de 200 castanheiros na freguesia de Espinhosela, no Parque Natural de Montesinho e bem perto de Bragança.
AGR
in:mdb.pt
Tudo porque, apesar das diversas ações de formação, há quem continue a ignorar os concelhos das autoridades e a comprar plantas infetadas.
Nos últimos dias, foi detetada a presença de vespa da galha do castanheiro num souto de 200 castanheiros na freguesia de Espinhosela, no Parque Natural de Montesinho e bem perto de Bragança.
AGR
in:mdb.pt
A Festa é da Cereja mas promove todos os produtos do concelho
A Festa da Cereja de Alfândega da Fé, que se realiza entre 9 e 11 de Junho, é cada vez mais uma altura para celebrar a ruralidade do concelho que continua a ter na agricultura o seu principal motor económico. Além da cereja, neste evento são promovidos e comercializados os principais produtos do concelho como queijos, mel, vinho e azeite.
Apesar de a cereja não ser a principal cultura agrícola do concelho, é aquela que mais notoriedade alcançou e que tem levado o nome da região além fronteiras.
As cerejeiras ocupam atualmente cerca de 60 hectares de terrenos, mas esse valor deverá aumentar para mais 20 nos próximos anos, graças a novos projetos em implementação dinamizados por jovens, com terrenos disponibilizados pela bolsa de terras criada em parceria entre a Cooperativa Agrícola e da Câmara Municipal.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Apesar de a cereja não ser a principal cultura agrícola do concelho, é aquela que mais notoriedade alcançou e que tem levado o nome da região além fronteiras.
As cerejeiras ocupam atualmente cerca de 60 hectares de terrenos, mas esse valor deverá aumentar para mais 20 nos próximos anos, graças a novos projetos em implementação dinamizados por jovens, com terrenos disponibilizados pela bolsa de terras criada em parceria entre a Cooperativa Agrícola e da Câmara Municipal.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Bragança Jet repete êxito de anos anteriores
Centenas de pessoas, entre estreantes e repetentes, ficaram fascinadas pelos barulhos dos motores a jato, tendo passado dois dias a olhar para os céus enquanto estes eram rasgados por aviões, boquiabertas pela espetacularidade das manobras executadas e pela mestria dos pilotos de aeromodelismo.
Foram, sensivelmente, 115 os aviões e quase três centenas de pessoas, entre 40 pilotos, familiares e acompanhantes, que visitaram a cidade brigantina por ocasião do Festival Internacional de Aeromodelismo. Como, de resto, tem vindo a acontecer ao longo dos últimos 24 anos, sendo, agora, um evento que já atingiu a sua consolidação, o Bragança Jet trouxe aos céus da capital de distrito, a 27 e 28 de maio, alguns dos melhores pilotos e aviões da península ibérica com jatos e voos acrobáticos e, inclusive, um italiano campeão do mundo de aeromodelismo, deixaram o público transmontano de muitas centenas completamente rendido.
Natural de S. Marino e já com 15 títulos de campeão em Itália, tendo-se sagrado, nos Estados Unidos da América, mais precisamente, na Flórida, em 2016, campeão do mundo de freestyle nos aviões a jato, Sebastiano Silvestri conquistou e foi conquistado pelos céus de Trás-os-Montes e pela simpatia e amabilidade das suas gentes. “Fui convidado pela organização e estou muito contente por estar aqui em Bragança. É a minha primeira vez, mas espero bem que não seja a última”, asseverou o piloto e empresário italiano, que concretiza o design não só das suas próprias aeronaves à escala como, também, produz para o mercado comercial internacional. “São já 30 anos de aeromodelismo e sempre gostei destes shows aéreos com pessoas impecáveis como as que encontrei aqui”, garantiu, ao Diário, em plena pista do aeródromo, o campeão do mundo de freestyle numa entrevista exclusiva, conduzida em inglês. “Eu gosto muito deste lugar e espero que, no próximo ano, consiga vir com a minha família”, finalizou o piloto Sebastiano Silvestri, visivelmente satisfeito com o trabalho desenvolvido pela organização do festival.
Também, pela primeira vez, no Bragança Jet esteve o espanhol Jonathan Girabel Beruti, que fez questão de frisar que está “contente por estar aqui, nesta cidade que é muito bonita. “Uma organização excelente, muito esforçada, que cada ano se supera e o resultado está aqui. Basta ver a quantidade de pessoas presentes”, elogiou o piloto natural de Málaga, que começou no aeromodelismo em tenra idade com somente sete anos e conta já com um quarto de século na modalidade que, nas suas palavras, verdadeiramente o apaixona., mas para a qual é preciso "dedicar muito tempo".
Com o apoio do município e da Associação de Rádio Control de Bragança, o festival é, de acordo com um dos elementos da organização, “o maior encontro nacional de aeromodelismo”. “Este festival está a melhorar de ano para ano. O dia forte é sábado e domingo termina por volta das 14 horas porque temos pilotos de fora, de Madrid e Barcelona por exemplo, que ainda têm uma longa viagem pela frente de regresso a casa”, comentou o piloto bracarense, já com cinco títulos nacionais, e membro da organização, Pedro Precioso, que destacou o apoio da autarquia como sendo essencial à concretização do Bragança Jet, um festival que se quer cada vez mais internacional e que promete regressar já em 2018.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Foram, sensivelmente, 115 os aviões e quase três centenas de pessoas, entre 40 pilotos, familiares e acompanhantes, que visitaram a cidade brigantina por ocasião do Festival Internacional de Aeromodelismo. Como, de resto, tem vindo a acontecer ao longo dos últimos 24 anos, sendo, agora, um evento que já atingiu a sua consolidação, o Bragança Jet trouxe aos céus da capital de distrito, a 27 e 28 de maio, alguns dos melhores pilotos e aviões da península ibérica com jatos e voos acrobáticos e, inclusive, um italiano campeão do mundo de aeromodelismo, deixaram o público transmontano de muitas centenas completamente rendido.
Natural de S. Marino e já com 15 títulos de campeão em Itália, tendo-se sagrado, nos Estados Unidos da América, mais precisamente, na Flórida, em 2016, campeão do mundo de freestyle nos aviões a jato, Sebastiano Silvestri conquistou e foi conquistado pelos céus de Trás-os-Montes e pela simpatia e amabilidade das suas gentes. “Fui convidado pela organização e estou muito contente por estar aqui em Bragança. É a minha primeira vez, mas espero bem que não seja a última”, asseverou o piloto e empresário italiano, que concretiza o design não só das suas próprias aeronaves à escala como, também, produz para o mercado comercial internacional. “São já 30 anos de aeromodelismo e sempre gostei destes shows aéreos com pessoas impecáveis como as que encontrei aqui”, garantiu, ao Diário, em plena pista do aeródromo, o campeão do mundo de freestyle numa entrevista exclusiva, conduzida em inglês. “Eu gosto muito deste lugar e espero que, no próximo ano, consiga vir com a minha família”, finalizou o piloto Sebastiano Silvestri, visivelmente satisfeito com o trabalho desenvolvido pela organização do festival.
Também, pela primeira vez, no Bragança Jet esteve o espanhol Jonathan Girabel Beruti, que fez questão de frisar que está “contente por estar aqui, nesta cidade que é muito bonita. “Uma organização excelente, muito esforçada, que cada ano se supera e o resultado está aqui. Basta ver a quantidade de pessoas presentes”, elogiou o piloto natural de Málaga, que começou no aeromodelismo em tenra idade com somente sete anos e conta já com um quarto de século na modalidade que, nas suas palavras, verdadeiramente o apaixona., mas para a qual é preciso "dedicar muito tempo".
Com o apoio do município e da Associação de Rádio Control de Bragança, o festival é, de acordo com um dos elementos da organização, “o maior encontro nacional de aeromodelismo”. “Este festival está a melhorar de ano para ano. O dia forte é sábado e domingo termina por volta das 14 horas porque temos pilotos de fora, de Madrid e Barcelona por exemplo, que ainda têm uma longa viagem pela frente de regresso a casa”, comentou o piloto bracarense, já com cinco títulos nacionais, e membro da organização, Pedro Precioso, que destacou o apoio da autarquia como sendo essencial à concretização do Bragança Jet, um festival que se quer cada vez mais internacional e que promete regressar já em 2018.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Vai conduzir no IC5? Tenha cuidados com as raposas, as cobras e os sapos
A concessionária do IC5 lança esta quarta-feira uma campanha para reduzir os atropelamentos de espécies como raposas, cobras e sapos no troço desta estrada que atravessa os concelhos de Mogadouro e Alfândega da Fé, no distrito de Bragança.
A campanha, explica a Ascendi numa nota distribuída às redações, "tem como objetivo destacar o contributo da fauna autóctone para a sustentabilidade da agricultura e da caça na região do Nordeste Transmontano".
"Não atropele os animais, precisamos deles no campo" e "Quando vir um animal na estrada, deixe-o seguir a sua vida" é pedido em cartazes que vão ser colocados ao longo da estrada que liga a fronteira, em Miranda do Douro, ao Porto, em articulação com a autoestrada A4.
A campanha foi também pensada para os meios de comunicação local, com a mensagem a ser veiculada em rádio, e estará presente ainda nas comemorações do Dia Mundial da Criança com uma peça de teatro pensada para os mais pequenos e no "envolvimento das gerações mais novas".
O espetáculo será apresentado hoje no Auditório do Centro Cultural de Alfândega da Fé e, na quinta-feira, no Auditório da Casa da Cultura de Mogadouro.
A concessionária deste itinerário principal IC5 explica que o objetivo desta campanha é "reduzir o risco de atropelamento de algumas espécies e assim contribuir para a preservação da fauna autóctone transmontana".
A campanha incide sobre três espécies em particular, concretamente sapos, cobras e raposas, e procura "mostrar às populações o contributo positivo que elas trazem à sustentabilidade da agricultura e da caça, atividades das mais relevantes no tecido económico da região".
"A mensagem que se pretende passar é de apelo a que os condutores evitem atropelamentos ou esmagamentos de animais destas espécies, deixando-os seguir os seus caminhos sempre que os avistem na estrada ou nas bermas", sustenta.
A mensagem, segundo a concessionária, será transmitida pelos próprios colaboradores da Ascendi adstritos a essas vias, por entender que "são eles quem melhor conhece a estrada e a sua envolvente natural".
A campanha conta com o apoio das Câmaras Municipais de Alfândega da Fé e de Mogadouro.
Agência Lusa
A campanha, explica a Ascendi numa nota distribuída às redações, "tem como objetivo destacar o contributo da fauna autóctone para a sustentabilidade da agricultura e da caça na região do Nordeste Transmontano".
"Não atropele os animais, precisamos deles no campo" e "Quando vir um animal na estrada, deixe-o seguir a sua vida" é pedido em cartazes que vão ser colocados ao longo da estrada que liga a fronteira, em Miranda do Douro, ao Porto, em articulação com a autoestrada A4.
A campanha foi também pensada para os meios de comunicação local, com a mensagem a ser veiculada em rádio, e estará presente ainda nas comemorações do Dia Mundial da Criança com uma peça de teatro pensada para os mais pequenos e no "envolvimento das gerações mais novas".
O espetáculo será apresentado hoje no Auditório do Centro Cultural de Alfândega da Fé e, na quinta-feira, no Auditório da Casa da Cultura de Mogadouro.
A concessionária deste itinerário principal IC5 explica que o objetivo desta campanha é "reduzir o risco de atropelamento de algumas espécies e assim contribuir para a preservação da fauna autóctone transmontana".
A campanha incide sobre três espécies em particular, concretamente sapos, cobras e raposas, e procura "mostrar às populações o contributo positivo que elas trazem à sustentabilidade da agricultura e da caça, atividades das mais relevantes no tecido económico da região".
"A mensagem que se pretende passar é de apelo a que os condutores evitem atropelamentos ou esmagamentos de animais destas espécies, deixando-os seguir os seus caminhos sempre que os avistem na estrada ou nas bermas", sustenta.
A mensagem, segundo a concessionária, será transmitida pelos próprios colaboradores da Ascendi adstritos a essas vias, por entender que "são eles quem melhor conhece a estrada e a sua envolvente natural".
A campanha conta com o apoio das Câmaras Municipais de Alfândega da Fé e de Mogadouro.
Agência Lusa
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