Primeiro houve pesquisa, escuta e caminhos palmilhados.
Depois, juntaram-se as pessoas do território para um espetáculo que andou de lugar em lugar.
Depois, juntaram-se as pessoas do território para um espetáculo que andou de lugar em lugar.
Agora, na Biblioteca Municipal de Miranda do Douro, a FEBRE DE BURRO adapta-se ao espaço expositivo e faz-se às paredes desta casa de livros e de pensar, até ao dia 16 de março.
Esta exposição apresenta, através da fotografia, o impacto visual que este projeto teve no território. É uma celebração do caminho percorrido e, ao mesmo tempo, uma forma de fixar a memória deste trabalho, para que não se perca nem se esqueça.
Mais um passo deste projeto da Rota Clandestina e da AEPGA.
Venham daí admirar e também conversar sobre esta criação de Rui Paixão e Dona Edite, no dia 6 de março.


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